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Campylobacter fetus in cattle from Rio Grande do Sul state, Brazil /Campylobacter fetus em bovinos no estado do Rio Grande do Sul.

INTRODUCAO

A campilobacteriose genital bovina (CGB) e uma enfermidade infecciosa de transmissao venerea, causada por Campylobacter fetus, subespecie venerealis e, ocasionalmente, por Campylobacter fetus subespecie fetus. Essa bacteria foi preliminarmente denominada de "Vibrio fetus" e, apos estudos taxonomicos, passou a ser denominada de Campylobacter fetus (SMIBERT, 1978). Desde entao, as duas subespecies foram descritas, ambas relacionadas a infertilidade sexualmente transmissivel em bovinos e ovinos, e tambem a abortos esporadicos em vacas e ovelhas, responsavel por prejuizos economicos (SKIRROW, 1994; CALDOW & TAYLOR, 1997; CAMPERO et al., 2005; GRESSLER et al., 2012). A infeccao geralmente ocasiona doenca subclinica, resultando em aumento no intervalo entre partos, que, muitas vezes, passa despercebida na maioria dos estabelecimentos de criacao.

A CGB e uma doenca de distribuicao mundial. Na decada de 1970, ja havia sido registrada nos rebanhos bovinos em 41% dos 168 paises informantes da WHO-OIE (STOESSEL, 1982). C. fetus subsp. venerealis localiza-se no trato genital de bovinos infectados e sua transmissao ocorre do macho para a femea, e vice versa, principalmente pela monta natural. Os machos sao portadores assintomaticos permanentes, responsaveis pela disseminacao da bacteria nos rebanhos e a infeccao e limitada ao prepucio (GARCIA et al., 1983; DEKEYSER, 1984), por isso nao adquirem imunidade ao patogeno (SKIRROW & BON DURANT, 1988). Isso ocorre devido a variacoes antigenicas que a bacteria sofre no curso de infeccao, nao ter um carater invasivo nos machos e portanto nao induz grande producao de anticorpos.

A transmissao do C. fetus subsp. venerealis de touros infectados para femeas pode variar de 50 a 100% e a infertilidade e observada pela repeticao de cio, que atinge mais comumente novilhas e vacas jovens, devido a falta de imunidade. O aborto pode ocorrer em torno do quinto mes de gestacao, porem menos de 10% das femeas infectadas abortam (NEWSAN, 1960; GARCIA & BROOKS,1993) e a taxa de prenhez em femeas de rebanhos infectados pode chegar a 20% (NEWSAN, 1960).

Dados obtidos sobre a ocorrencia de animais infectados no Brasil variam de 35,9% ate 66,9% (GENOVEZ et al., 1986; MIRANDA, 2005, ALVES et al, 2011). No Rio Grande do Sul, MIES FILHO (1960) detectou 27% de animais portadores pela tecnica de muco-aglutinacao em levantamento epidemiologico de rebanhos leiteiros, e este e o unico autor citado na atualizacao de ALVES et al. (2011), o que evidencia a escassez de dados sobre a enfermidade neste estado.

O objetivo deste estudo foi verificar a ocorrencia da CGB em estabelecimentos de criacao de bovinos em 37 municipios do Rio Grande do Sul, aplicando a tecnica de PCR em 816 amostras obtidas de machos e femeas no periodo de 1999 a 2010.

MATERIAL E METODOS

Amostras

No periodo de 1999 a 2010 foram analisadas 816 amostras (480 aspirados prepuciais de touros, dos quais 92 provenientes de centrais de inseminacao artificial e 388 de estabelecimentos de criacao com monta natural, 324 aspirados de muco cervical e 12 aspirados de conteudo abomasal de fetos bovinos abortados). As amostras eram procedentes de 37 municipios do Rio Grande do Sul, 91 estabelecimentos de criacao com monta natural com suspeita de CGB e de duas centrais de IA. A coleta das amostras de machos e femeas foi realizada por aspirado prepucial e cervical, utilizando bainha de inseminacao artificial (IA) IMV (Instruments de Medecine Veterinaire Tecnologies[R]) francesa esteril, conectada em seringa de 20 a 60mL, e nos fetos abortados nessa coleta foi efetuada com auxilio de agulha e seringa esteril de 60mL. As amostras foram acondicionadas em meio de transporte e enriquecimento (TEM) (LANDER, 1990) e remetidos em ate 48 horas apos a colheita em temperatura ambiente ao laboratorio, onde foram incubadas a 37[degrees]C durante cinco dias, para posterior extracao de DNA e PCR, de acordo com GROFF et al. (2010).

Extracao de DNA e PCR

A PCR foi realizada a partir do DNA extraido do TEM, apos previa incubacao a 37[degrees]C por cinco dias. As condicoes para a extracao e amplificacao de DNA seguiram as descricoes de HUM et al. (1997), com modificacoes realizadas por VARGAS et al. (2003) e GROFF et al. (2010). Os primers utilizados foram especie especificos, MG3F (5 '-GGTAGCCGCAGCTGCTAAGAT-3') e MG4R (5'-TAGCTACAATAACGACAACT-3') com um amplicon de 750 pb (GROFF et al., 2010). Os produtos de amplificacao da tecnica de PCR foram verificados em gel de agarose 1,5%, corado com brometo de etidio e visualizado em transluminador de luz ultravioleta.

Analise estatistica

Para analise estatistica, os dados foram submetidos ao teste exato de Fisher para efeito de comparacao entre sexo (macho e femea), e entre machos de central de inseminacao artificial e monta natural positivos, com probabilidade de 5%. (SAS, 2001).

RESULTADOS E DISCUSSAO

Mesmo que os problemas reprodutivos em bovinos sejam multifatoriais, a campilobacteriose genital bovina tem papel importante nesses disturbios, ocasionando aborto, aumento do intervalo entre partos e infertilidade em femeas (DEKEYSER, 1984; ALVES et al., 2011). Em nosso estudo, utilizando a PCR especie especifica para C. fetus, foi verificada positividade em 10,9% (89/816) das amostras, oriundas de 37 municipios da unidade federativa. Esses dados sao comparaveis aos obtidos por GOMES et al. (1997), que relatam 104 (9,8%) amostras positivas para C. fetus de um total de 1053 culturas microbiologicas de esmegma, placenta, secrecao vaginal e fetos abortados de rebanhos bovinos provenientes de 24 municipios do Rio Grande do Sul.

Neste trabalho, demonstramos 9% (35/388) de animais positivos a C. fetus em amostras de machos, provenientes de estabelecimentos que realizam monta natural, e 6,5% (6/92) em amostras de centrais de IA (P<0,05). No entanto, em um estudo realizado no estado de Sao Paulo, GENOVEZ (1997) demonstrou 23,9% de touros portadores de C. fetus por meio de isolamento bacteriano, o que pode ser justificado pela diferenca entre as populacoes estudadas, bem como as tecnicas utilizadas. Esses resultados comprovam o envolvimento dessa bacteria com os problemas reprodutivos em rebanhos no Brasil.

Com relacao aos estabelecimentos de criacao analisados, foram positivos 44,0% (40/91), determinando uma alta ocorrencia da CGB, especialmente nas mesorregioes sudoeste e centro ocidental do Rio Grande do Sul (Figura 1). Esse resultado aproxima-se aos indices de ocorrencia da CGB encontrados em Minas Gerais por LAGE et al. (1997), que realizaram 942 diagnosticos de CGB no periodo de 1976 a 1996, atraves da tecnica de imunofluorescencia direta (IFD), no qual identificaram27,92% das amostras positivas, que eram provenientes de 50,88% dos 114 estabelecimentos de criacao amostrados. Tambem em Minas Gerais, no municipio de Varginha, a ocorrencia de CGB em nove estabelecimentos leiteiros foi de 100% e, em media, cerca de 25% dos animais de cada estabelecimento apresentavam a infeccao (STYNEN et al., 2000). De acordo com os resultados deste estudo, e com enfase ao numero de amostras utilizadas, fica demonstrada a importancia da CGB para os rebanhos bovinos.

A identificacao de 9% de positividade ao C. fetus em amostras oriundas de machos em estabelecimentos com monta natural e 6,5% de amostras de touros coletadas em centrais de IA, comprova o risco de transmissao da CGB. Entretanto, ao realizar cultura unica, metodo de diagnostico indicado pelo Ministerio da Agricultura, Pecuaria e Abastecimento (BRASIL, 2003), estes animais foram negativos para C. fetus (Dados nao publicados). Usualmente, antes de um touro ingressar em uma "Central de IA", sao realizadas tres amostragens do prepucio para investigacao de C. fetus pelo metodo de cultura e, apos, sao realizados testes semestrais (EAGLESOME & GARCIA, 1992). Os resultados obtidos vem ao encontro das recomendacoes do Codigo Zoosanitario Internacional da Organizacao Internacional para a Saude Animal, de que o semen destinado a comercializacao deve ser tratado com antimicrobianos (BRASIL, 2003), e isso reduziu a transmissao durante a IA. Ao analisarmos a figura 1, verificamos uma maior concentracao de amostras positivas, ao C. fetus, na mesorregiao do sudoeste rio-grandense, o que pode ser atribuido aos tipos de rebanhos amostrados, em que predomina a exploracao de gado de corte que utilizam monta natural, alem das amostras serem predominantemente desta regiao.

Isoladamente, 33,3% (4/12) das amostras coletadas de fetos abortados tambem foram positivas, demonstrando tambem a presenca desse agente nas causas de aborto. Porem, de acordo com as caracteristicas epidemiologicas e dados descritos na literatura, para o diagnostico de CGB em rebanhos suspeitos, e preconizada a coleta de esmegma ou lavado prepucial (ALVES et al., 2011). Isso e justificado, pois, alem de representar um numero reduzido em relacao a populacao de vacas (diminui os custos com diagnostico), os machos entram em contato com grande numero de femeas durante o periodo reprodutivo, transmitindo C. fetus (LAGE & LEITE, 2000) e mantem a infeccao por maior tempo, pela baixa estimulacao imunologica em nivel de mucosa prepucial. Somado a isso, IRONS et al. (2004) afirmam que a probabilidade de obter amostras positivas de machos e maior do que de femeas. Entretanto, deve-se observar a tecnica de coleta e diagnostico empregadas. Ressalta-se que coletas eficientes nos machos sao mais laboriosas, em decorrencia da dificuldade em aspirar conteudo prepucial, da obtencao de pouca quantidade de amostra, somado ao risco de acidentes, devido ao temperamento sanguineo de alguns machos.

Embora a maior amostragem de animais utilizados neste estudo serem oriundas de machos (59,0%), foi observado que o maior percentual de positividade deu-se nas amostras coletadas de femeas (13,6%) em relacao as de touros (9%), diferenca essa comprovada estatisticamente (P<0,05) que pode ser atribuida a condicao de coleta eficiente e mais segura nas femeas, o que possibilita a obtencao de maior quantidade de muco. Recomenda-se a coleta das femeas no periodo de estro, devido a maior quantidade de secrecao obtida. Logo, a sincronizacao de cio pode ser utilizada quando o objetivo for a obtencao de uma amostragem representativa do rebanho.

CONCLUSAO

O Campylobacter fetus esta presente nas amostras de aspirado prepucial, cervical e conteudo abomasal de fetos oriundas de bovinos. Alem disso, o grupo das femeas teve o maior numero de amostras positivas, quando comparado aos machos.

REFERENCIAS

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Rosangela Estel Ziech (I) Gustavo Machado (I) Jackeline Karsten Kirinus (I) Felipe Libardoni (I) Julcemar Dias Kessler (II) Luciana Potter (II) Agueda Castagna de Vargas (I) *

(I) Laboratorio de Bacteriologia, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), 97105-900, Santa Maria, RS, Brasil. E-mail: agueda.vargas@gmail.com. * Autor para correspondencia.

(II) Nucleo Integrado de Desenvolvimento em Analises Laboratoriais (NIDAL), Santa Maria, RS, Brasil.

(III) Programa de Pos-graduacao em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS, Brasil

Recebido 18.12.12 Aprovado 25.07.13 Devolvido pelo autor 30.10.13 CR-2012-1307.R3
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Author:Ziech, Rosangela Estel; Machado, Gustavo; Kirinus, Jackeline Karsten; Libardoni, Felipe; Kessler, Ju
Publication:Ciencia Rural
Date:Jan 1, 2014
Words:2669
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