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COMPARACAO DO TESTE DE 1RM NO AGACHAMENTO COM BARRA GUIADA E BARRA LIVRE/Comparison of 1rm test on guiding bar and free bar.

INTRODUCAO

A pratica do treinamento resistido (TR) vem sendo recomendada por suas beneficas adaptacoes, como por exemplo, melhora na forca muscular (Farup e colaboradores, 2012), controle da pressao arterial (Casonatto e Polito, 2009) e controle do perfil lipidico (Prado e Dantas, 2002).

Contudo, a prescricao de forma correta de acordo com os objetivos planejados, deve-se atentar com algumas variaveis do TR, tais como ordem do exercicio (Spneti e colaboradores, 2010), intervalo entre as series (Ratamess e colaboradores, 2007) e intensidade (Ratamess, 2009).

Dentre outras variaveis que podem influenciar nas respostas de adaptacao do TR, temos a escolha dos exercicios, como por exemplo, a escolha de maquinas ou pesos livres para treinar determinado grupo muscular (Runge, 2005; Schwanbeck e colaboradores, 2009).

Um estudo comparou a atividade muscular por eletromiografia no exercicio agachamento livre e na maquina smith, verificou que em 8 repeticoes maximas o agachamento livre obteve maior atividade muscular comparado ao Smith (49% do vasto medial, 25% do vasto lateral, 26% do biceps femoral e 34% dos gastrocnemio) (Schwanbeck e colaboradores, 2009).

O teste de 1RM alem de parametro para treinamento resistido e utilizado para avaliacao indireta da forca e sensivel as adaptacoes advindas de um periodo de treinamento resistido (Ronei e colaboradores, 2012).

Alguns fatores podem influenciar na aplicacao do teste de 1RM, como familiarizacao ao teste (Ritti-Dias e colaboradores, 2011), seguimento corporal avaliado (Benton e colaboradores, 2009), amplitude de movimento (Alves e colaboradores, 2012) e ainda relutancia em continuar o teste devido ao medo do risco de lesao pela carga elevada (Mayhew e colaboradores, 2008).

Entretanto, nos estudos que compararam exercicios livres com maquinas, foi observada apenas a atividade por eletromiografia dos musculos envolvidos (Runge, 2005; Schwanbeck e colaboradores, 2009), nao ha estudos que analisaram a diferenca no teste de 1RM.

Desta forma, o objetivo do presente estudo foi verificar se ha diferenca no teste de 1RM no agachamento na barra guiada e barra livre em jovens praticantes de TR.

Nossa hipotese e de que ha diferenca no teste de 1RM entre os exercicios analisados.

MATERIAIS E METODOS

Participaram do estudo 7 homens e 3 mulheres, as caracteristicas dos participantes estao na Tabela 1. Todos assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido para participacao no estudo que foi aprovado pelo Comite de Etica em Pesquisa do Centro Universitario da Fundacao Educacional de Barretos CAAE: 31345314.8.0000.5433.

A participacao foi voluntaria e isenta de qualquer recompensa. Apos protocolo de familiarizacao, foram realizados dois testes de 1RM no exercicio agachamento, o agachamento na maquina (barra guiada) e agachamento na barra livre de forma aleatoria em duas sessoes separadas por intervalo minimo 72 horas e maximo de 7 dias.

Os criterios de inclusao foram: apresentar documento medico recente, atestando que esta apto a praticar exercicios fisicos vigorosos; estar praticando treinamento resistido a pelo menos seis meses ininterruptos e no maximo 12 meses; nao estar em tratamento de reposicao hormonal ou administrando qualquer tipo de esteroide anabolizante.

Os criterios de exclusao foram: individuos com qualquer problema de saude; apresentar problemas fisicos, dores ou incomodos que possam impedir ou comprometer os testes; iniciar utilizacao de qualquer suplemento alimentar ou estimulante que nao utilizava anteriormente a participacao no estudo.

Os participantes foram orientados a nao realizar exercicios fisicos 48 horas antes de cada teste, vestir roupas adequadas, estarem devidamente hidratos e ingerido alimentos ha no minimo duas horas antes do teste. Todos os testes foram realizados no mesmo horario do dia para evitar influencia do ciclo circadiano.

Teste de 1RM: inicialmente foi realizado um aquecimento com 10 repeticoes apenas com a barra, dois minutos de descanso e mais uma serie de 3 repeticoes a 80% do 1RM estimado, tres minutos de descanso e em seguida o teste propriamente dito com 3 a 5 tentativas com intervalo de 3 minutos entre elas.

Todos os testes iniciaram na fase excentrica do movimento limitando a amplitude articular ate que a parte posterior das coxas ficassem paralelas ao solo, foi caracterizado 1RM o valor em quilogramas (kg) da tentativa anterior a falha concentrica. Encorajamento verbal foi realizado para todos os sujeitos.

Para a analise das estatisticas utilizou-se o programa Excel (Microsoft--Office 2016), os dados foram apresentados em media e desvio padrao. Foi utilizado o Teste t Student, para comparacao de medidas pareadas, o nivel de significancia adotado foi de p [less than or equal to] 0,05.

RESULTADOS

Os valores da comparacao entre o teste de 1RM na barra guiada (1RMbg) com 1RM na barra livre (1RMbl) no agachamento estao apresentados na Tabela 2.

Nao houve diferenca significativa entre as duas formas de execucao do agachamento no teste de 1RM, tanto para homens quanto para mulheres e para ambos.

A Tabela 3 apresenta os valores individuais, medias, as diferencas absoluta e relativa dos participantes nos testes 1RMbg e 1RMbl, e os exercicios em que cada participante treinava.

No sexo masculino, 4 participantes obtiveram valores mais elevados para o teste 1RMbg e 3 para 1RMbl. Na media, os homens tiveram os valores 5,57kg (3,75%) mais elevados no 1RMbg.

Diferentemente, 2 mulheres tiveram valores maiores no teste 1RMbl, porem, nao foram suficientes para que na media entre elas fosse diferente do comportamento da media dos homens, sendo as diferencas de 3,00kg (3,93%) mais elevados no teste 1RMbg.

Com excecao de um participante, todos os outros obtiveram valores maiores no teste de 1RM no exercicio previamente treinado.

DISCUSSAO

O objetivo do presente estudo foi verificar se ha diferenca no teste de 1RM no agachamento na barra guiada e barra livre em jovens praticantes de TR. O principal achado foi que nao houve diferenca estatisticamente significante entre os testes. Nao foi confirmada nossa hipotese inicial de que seria diferente o resultado da comparacao dos testes no agachamento.

Diferentemente do encontrado em nosso estudo, outras modificacoes no teste de 1RM para o exercicio agachamento podem influenciar o resultado final e consequentemente alterar as intensidades propostas para o TR (Benton e colaboradores, 2009; Mayhew e colaboradores, 2007; Ritti-Dias e colaboradores, 2011), como por exemplo, um estudo verificou que ao realizar agachamento na barra guiada ate 90 no teste de 1RM em homens fisicamente ativos, houve uma diferenca de 28% mais elevado quando comparado a um agachamento com uma amplitude de 135 (Alves e colaboradores, 2012).

Com excecao de um participante dos 10 do presente estudo, os que treinavam agachamento na barra livre atingiram valores maiores na barra livre e os que treinavam na barra guiada alcancaram valores maiores no teste de 1RM na barra guiada, mostrando que a experiencia previa nos treinamentos influenciou os resultados individuais, embora nao tenha ocorrido diferenca significativa na media. Vale ressaltar a importancia de analisar os resultados individuais, pois a prescricoes de treinamento e individual (Ratamess, 2009).

As diferencas absolutas e relativas corroboram para nossa preocupacao de analisar somente o resultado medio, pois mostraram uma diferenca de -10% a 32,43% entre os resultados individuais que estao apresentados na Tabela 3.

Alguns estudos mostraram que a familiarizacao com o teste de 1RM pode influenciar os resultados (Lima e colaboradores, 2013; Silva-Batista e colaboradoeres, 2011).

Diferentes exercicios com peso livre (supino reto, remada curvada, elevacao frontal, rosca direta de biceps e triceps testa) estabilizam o valor de 1RM a partir da terceira sessao de teste (Lima e colaboradores, 2013), o mesmo foi observado para o agachamento, tanto para homens quanto para mulheres (Silva-Batista e colaboradores, 2011).

Embora o protocolo do presente estudo tenha feito testes de familiarizacao, as diferencas encontradas individualmente se justificam na experiencia previa.

Fortalecendo o resultado encontrado em nosso estudo, Moura e colaboradores (2012) nao encontraram diferencas significativas no numero de repeticoes maximas a 90%, 75% e 60% de 1RM no supino horizontal, tanto na maquina quanto na barra livre em individuos treinados e destreinados, mesmo que os participantes tenham realizado sessoes previas de adaptacao ao exercicio que nao treinavam, diferentemente do presente estudo.

Desta forma, o mesmo comportamento encontrado no agachamento para pessoas treinadas em nosso estudo, foi observado no supino para pessoas treinadas e destreinadas, indicando que independentemente se realizar um exercicio livre ou na maquina (ou barra guiada), aparentemente a intensidade sera a mesma.

Ainda, um estudo nao encontrou diferencas significativas na intensidade correspondente a 8 repeticoes maximas quando compararam o agachamento livre (barra livre) com maquina (barra guiada), alem disso, analisaram a atividade muscular por eletromiografia e encontraram maior atividade muscular no agachamento livre (49% do vasto medial, 25% do vasto lateral, 26% do biceps femoral e 34% dos gastrocnemio) (Schwanbeck e colaboradores, 2009).

Apesar de nao haver diferenca no teste de 1RM no agachamento livre ou na barra guiada, para a prescricao de treinos pode fazer diferenca a escolha entre um e outro.

O agachamento livre exige dos musculos estabilizadores do agachamento uma maior atividade para manter estavel o movimento, assim, se o objetivo do treino for treinar musculos estabilizadores, ja que se aproxima mais da realidade no cotidiano, o recomendavel sera treinar agachamento livre (Reiser e colaboradores, 2014, 2015).

Entretanto, este estudo tem limitacoes e sao necessarios outros estudos para elucidar os mecanismos e aplicacoes praticas, algumas possiveis sugestoes para futuras pesquisas sao: estudar em longo prazo as adaptacoes do treinamento resistido em maquinas e pesos livres; aumentar o numero de participantes tanto do sexo masculino quanto feminino de diferentes faixas etarias.

CONCLUSAO

Podemos concluir que nao houve diferenca estatisticamente significante entre teste de 1RM no agachamento na barra guiada e barra livre, diferentemente de nossa hipotese.

Contudo, os resultados individuais demonstram haver diferencas absolutas e relativas nos testes, tendendo a obter valores maiores no exercicio em que se treinava.

Assim, de acordo com o objetivo de treinamento para cada pessoa, deve-se escolher com cautela a melhor opcao para conseguir as adaptacoes esperadas com o treinamento resistido.

REFERENCIAS

1-Alves, J.C.C.; Scrivante B.F.; Silva, N.S.; Robert-Pires, C.M.; Magosso, R.F. Analise de diferenca no teste de 1RM no exercicio agachamento paralelo (90) e completo na barra guiada. Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia de Exercicio. Vol. 6. Num. 36. p. 631-635. 2012. Disponivel em: <http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/465>

2-Benton, M.J.; Swan, P.D.; Peterson, M.D. Evaluation of multiple 1RM strength trials in untrained women. J Strength Cond Res. Vol. 23. Num. 5. p. 1503-1507. 2009.

3-Casonatto, J.; Polito, M.D. Hipotensao pos-exercicio aerobio: Uma revisao sistematica. Rev Bras Med Esporte. Vol. 15. Num. 2. p. 151-157. 2009.

4-Farup, J.; Kjolhede, T.; Sorensen, H.; Dalgas, U.; Moller, A.B.; Vestergaard, P.F.; Ringgaard, S.; Bojsen-Moller, J.; Vissing, K. Muscle morphological and strength adaptations to endurance vs. Resistance training. J Strength Cond Res. Vol. 26. Num. 2. p. 398-407. 2012.

5-Lima, P.; Araujo, R.; Farah, B.; Cavalcante, B.; Santos, M.; Ritti-Dias, R. Reprodutibilidade do teste de uma repeticao maxima em exercicios de forca com pesos livres. Rev Bras Ativ Fis Saude. Vol. 18. Num. 3. p. 378-386. 2013.

6-Mayhew, L.J.; Johnson, B.D.; LaMonte, M.J.; Lauber, D.; Kemmler, W. Accuracy of prediction equations for determining one repetition maximum bench press in women before and after resistance training. J Strength Cond Res. Vol. 22. Num. 5. p. 1570-1577. 2008.

7-Moura, J.A.R.; Junior, J.J.B.; Junior, M.M.C. Exercicio supino horizontal: comparacao de RM executadas em maquinas e pesos livres em diferentes intensidades por individuos experientes e pouco familiarizados. Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia de Exercicio Vol. 5. Num. 30. p. 510-519. 2012. Disponivel em: <>

8-Prado, E.S.; Dantas, E.H.M. Efeitos dos exercicios fisicos e aerobio e de forca nas lipoproteinas HDL, LDL e lipoproteina(a). Arq Bras Cardiol, Vol. 79. Num. 4. p. 429-433. 2002.

9-Ratamess, N.A. Progression models in resistance training for healthy adults [ACSM position stand]. Med Sci Sports Exerc. Vol. 41. Num. 3. p. 687-708. 2009.

10-Ratamess, N.A.; Falvo, M.J.; Mangine, G.T.; Hoffman, J.R.; Faigenbaum, A.D.; Kang, J. The effect of rest interval length on metabolic responses to the bench press exercise. Eur J Appl Physiol. Vol. 100. p.1-17. 2007.

11-Reiser, F.C.; de Souza, W.C.; Mascarenhas, L.P.G. Cinetica e Cinematica do Agachamento na Coluna Vertebral: Estudo de Revisao. Revista Uniandrade. Vol. 16. Num. 1. p. 7-13. 2015.

12-Reiser, F.C.; Souza, W.C.D.; Mascarenhas L.P.G.; Grzelczak, M.T. Atividade muscular de membros inferiores no exercicio de agachamento. Acta brasileira do movimento humano-bmh. Vol. 4. Num. 4. p. 90-102. 2014.

13-Ritti-Dias, R.M.; Avelar, A.; Salvador, E.P.; Cyrino, E.S. Influence of previous experience on resistance training on reliability of one-repetition maximum test. J Strength Cond Res. Vol. 25. Num. 5. p. 1418-1422. 2011.

14-Ronei, O.S.; Gomes, N.; Radaelli, R.; Botton, C.E.; Brown, L.E.; Bottaro, M. Effect of range of motion on muscle strength and thickness. J Strength Cond Res. Vol. 26. Num. 8. p. 2140-2145. 2012.

15-Runge, A. Analise eletromiografica da musculatura peitoral maior nos exercicios: supino reto com barra, com halteres e supino na maquina. TCC Faculdade de Educacao Fisica e Ciencias do Desporto da Pontificia Universidade Catolica do Rio Grande do Sul. 2005.

16-Schwanbeck, S.; Chilibeck, P.D.; Binsted, G. A. comparison of free weight squat to Smith machine squat using electromyography. J Strength Cond Res. Vol. 23. Num. 9. p. 2588-2591. 2009.

17-Silva-Batista, C.; Tricoli, V.; Laurentino, G.C.; Batista, M.A.B.; Okuno, N.M.; Ugrinowitsch, C. Efeito da familiarizacao na estabilizacao dos valores de 1RM para homens e mulheres. Motriz. Vol. 17. Num. 4. p. 610-617. 2011.

18-Spineti, J.; de Salles, B.F.; Rhea, M.R.; Lavigne, D.; Matta, T.; Miranda, F.; Fernandes, L.; Simao, R. Influence of exercise order on maximum strength and muscle volume in nonlinear periodized resistance training. J Strength Cond Res. Vol. 24. Num. 11. p. 2962-2969. 2010.

Recebido para publicacao 27/09/2018

Aceito em 25/06/2019

Douglas Pinheiro Miranda (1,2), Carlos Roberto de Carvalho Alves (1) Julio Cesar Camargo Alves (3), Vera Maria Cury Salemi (2)

(1-)Laboratorio de Avaliacao Fisica e Fisiologia do Exercicio (LAFFEX), Centro Universitario da Fundacao Educacional de Barretos, Barretos-SP, Brasil.

(2-)Programa de pos-graduacao em Cardiologia, Instituto do Coracao, Faculdade de Medicina, Universidade de Sao Paulo (USP), Sao Paulo-SP, Brasil.

(3-)Programa de pos-graduacao em Enfermagem e Biociencias, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Rio de Janeiro-RJ, Brasil.

E-mails dos autores:

douglas@pinheiromiranda.com

carlosrobertoalves86@gmail.com

juliocamargo.edufisica@gmail.com

verasalemi@uol.com.br

Endereco para correspondencia:

Douglas Pinheiro Miranda.

Av. Prof. Roberto Frade Monte, 386.

Barretos-SP, Brasil.

CEP:14783-226.
Tabela 1 - Caracterizacao dos participantes.

Variaveis     Participantes    Valores

              Masculino (n=7)  21,86 [+ or -] 4,06
Idade (anos)  Feminino (n=3)   22,00 [+ or -] 4,36
              Total (n=10)     21,90 [+ or -] 3,90
              Masculino (n=7)  84,29 [+ or -] 9,55
Peso (kg)     Feminino (n=3)   60,00 [+ or -] 7,81
              Total (n=10)     77,00 [+ or -]
                               14,56
              Masculino (n=7)   1,77 [+ or -] 0,09
Estatura (m)  Feminino (n=3)    1,63 [+ or -] 0,05
              Total (n=10)      1,73 [+ or -] 0,10

Tabela 2 - Comparacao do teste de 1RM no agachamento na barra guiada e
livre.

Participantes    1RMbg (kg)             1RMbl (kg)

Masculino (n=7)  148,57 [+ or -] 33,38  143,00 [+ or -] 35,54
Feminino (n=3)    76,33 [+ or -] 22,59   73,33 [+ or -] 32,15
Total (n=10)     126,90 [+ or -] 45,54  122,10 [+ or -] 46,95

Participantes     p valor

Masculino (n=7)   0,2499
Feminino (n=3)    0,8037
Total (n=10)      0,2686

Legenda: 1RMbg = uma repeticao maxima na barra guiada; 1RMbl = uma
repeticao maxima na barra livre.

Tabela 3 - Valores individuais, totais e as diferencas absolutas e
relativas nos testes de 1RMbg e 1RMbl.

Participantes  Sexo  1RMbg     1RMbl     Diferenca  Diferenca
                     (kg)      (kg)      (kg)       (%)

 1             M      160,00    150,00    10,00       6,25
 2             M      110,00    114,00    -4,00      -3,64
 3             M      140,00    120,00    20,00      14,29
 4             M      110,00    114,00    -4,00      -3,64
 5             M      140,00    120,00    20,00      14,29
 6             M      190,00    185,00     5,00       2,63
 7             M      190,00    198,00    -8,00      -4,21
Media          M      148,57    143,00     5,57       3,75
 8             F      100,00    110,00   -10,00     -10,00
 9             F       74,00     50,00    24,00      32,43
10             F       55,00     60,00    -5,00      -9,09
Media          F       76,33     73,33     3,00       3,93

Participantes  Exercicio
               treinado

 1             Guiada
 2             Livre
 3             Guiada
 4             Livre
 5             Guiada
 6             Livre
 7             Livre
Media          -
 8             Livre
 9             Guiada
10             Livre
Media          -

Legenda: 1RMbg = uma repeticao maxima na barra guiada; 1RMbl = uma
repeticao maxima na barra livre; M = Masculino; F = Feminino; Guiada =
participante treinava agachamento na barra guiada; Livre = participante
treinava agachamento na barra livre.
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Author:Miranda, Douglas Pinheiro; de Carvalho Alves, Carlos Roberto; Alves, Julio Cesar Camargo; Salemi, Ve
Publication:Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia do Exercicio
Date:May 1, 2019
Words:3068
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