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Brachiaria brizantha cv. Marandu response to nitrogen fertilizers associated to natural reactive phosphate/Resposta da brachiaria brizantha cv. Marandu a fertilizantes nitrogenados associados ao fosfato natural reativo.

Introducao

O fosforo e um nutriente limitante na implantacao de gramineas forrageiras, importante no estabelecimento de raizes (Mesquita et al., 2004; Cecato et al., 2008) e no restabelecimento radicular de gramineas degradadas (Guedes et al., 2009). Para o suprimento de fosforo em pastagens implantadas no Brasil Central, onde ha predominio de Latossolos, a utilizacao de fontes soluveis e vantajosa pela disponibilidade instantanea desse nutriente. Contudo, esses fertilizantes apresentam custo elevado devido ao processo de industrializacao, alem de que parte do fosforo esta sujeito a fixacao no solo, o que reduz a disponibilidade as plantas (Lima et al., 2007).

Dessa forma, uma alternativa tem sido a utilizacao de fontes fosfatadas menos soluveis, tais como os fosfatos naturais reativos. Esses fertilizantes fosfatados podem minimizar a fixacao de fosforo em solos intemperizados, alem de reduzir o custo da adubacao. A liberacao gradual do fosforo proveniente do fosfato natural reativo e dependente da acidez do solo (Guedes et al., 2009), o que tem causado restricao no uso desses fertilizantes em solos pobres em fosforo, apos a calagem. Uma alternativa tem sido a aplicacao do fosfato natural antes da calagem, contudo tem-se observado a fixacao do fosforo solubilizado, pois o nutriente permanece um longo periodo de contato com o solo e esta sujeito a rapida sorcao (Santos et al., 2011).

A adubacao nitrogenada pode ser um recurso que permita o uso de fosfato natural reativo apos a calagem, tendo em vista que o processo de nitrificacao acarreta na reducao natural do pH do solo. O nitrogenio e o nutriente mais requerido na adubacao de manutencao de gramineas forrageiras, o que pode viabilizar o uso de fosfato natural reativo na adubacao dessas culturas. Dentre os fertilizantes nitrogenados, o sulfato de amonio resulta em maior acidificacao do solo, comparativamente a ureia (Costa et al., 2008; Sousa & Silva, 2009; Delbem et al., 2011), alem de reduzir as perdas de nitrogenio por volatilizacao (Stafanato et al., 2013). Contudo, o uso de sulfato de amonio aumenta o custo da adubacao, o que pode limitar a sua adocao pelos pecuaristas.

Dessa forma, a substituicao parcial de ureia por sulfato de amonio pode viabilizar o uso de fosfato natural reativo na adubacao de gramineas forrageiras, tanto por atenuar a queda no pH do solo, quanto manter o custo de producao acessivel, tendo em vista que a ureia e o fertilizante nitrogenado de menor custo. Das gramineas forrageiras utilizadas no Brasil, o capimmarandu (Brachiaria brizantha cv. Marandu) e o mais expressivo, pois se observa mediana exigencia em fertilidade, resistencia a cigarrinha das pastagens e lenta reducao do valor nutritivo pelo florescimento tardio. Assim, objetivou-se identificar uma proporcao de ureia e sulfato de amonio associados ao fosfato natural reativo que maximize a producao do capim-marandu em Latossolo Vermelho de classe textural argilosa com baixo teor de fosforo.

Material e Metodos

O experimento foi realizado em casa de vegetacao, em delineamento inteiramente casualizado, com sete repeticoes e em esquema de parcelas subdivididas no tempo. As parcelas consistiram em seis niveis de substituicao de ureia por sulfato de amonio: 0, 20, 40, 60, 80 e 100%. As subparcelas consistiram na avaliacao de tres periodos de crescimento, sendo o primeiro periodo avaliado 30 dias apos a emergencia do capim-marandu, e os demais periodos avaliados 20 dias apos a avaliacao anterior. As composicoes dos fertilizantes utilizados foram: fosfato natural reativo (29% de P2O5; 32% Ca), ureia (46% de N), sulfato de amonio (21% de N, 24% de S) e cloreto de potassio (58% de [K.sub.2]O). O fosfato natural reativo apresentava 14% de fosforo soluvel em acido citrico.

Cada unidade experimental foi constituida de um vaso com capacidade de 5, 0 dm3 contendo cinco plantas. O solo utilizado foi um Latossolo Vermelho de classe textural argilosa (Santos et al., 2013), coletado na camada de 0 a 20 cm, em Cerrado nativo na regiao de Rondonopolis, Mato Grosso, cuja caracterizacao quimica e granulometrica (Tabela 1) foi realizada de acordo com a EMBRAPA (1997). Apos a coleta, o solo foi peneirado em malha de 4 mm e transferido para os vasos. Elevou-se a saturacao por bases para 40% (Vilela et al., 2004), com a incorporacao de calcario dolomitico (PRNT = 80, 3%), que reagiu por 30 dias com a umidade do solo mantida a 80% da maxima capacidade de retencao de agua no solo. Essa mesma umidade do solo foi mantida ate o desbaste das plantulas, sendo em seguida elevada a 100% da maxima capacidade de retencao de agua no solo.

A maxima capacidade de retencao de agua no solo foi realizada conforme descrito por Bonfim-Silva et al. (2011), com uma modificacao no momento da drenagem dos vasos, ao qual os mesmos foram cobertos com plastico filme para evitar perdas por evaporacao.

Apos o periodo de incubacao do solo com calcario para correcao da acidez do solo foi feita a adubacao de implantacao, que consistiu na aplicacao de fosforo e micronutrientes. A dose de fosforo (P2O5) aplicada foi de 300 mg dm3, utilizando fosfato natural reativo. A adubacao basica com os micronutrientes foi efetuada com acido borico, cloreto de cobre, cloreto de zinco, molibdato de sodio nas doses de 1, 5; 2, 5; 2, 0 e 0, 25 mg dm-3, respectivamente (Bonfim-Silva & Monteiro, 2010).

Depois da adubacao de implantacao realizou-se a semeadura do capim-marandu (Brachiaria brizantha cv. Marandu), com 25 sementes por vaso. Apos a emergencia foi feito o desbaste, deixando cinco plantas por vaso. O criterio para o desbaste baseou-se no vigor e uniformidade das plantulas. Apos o desbaste foi realizada a adubacao nitrogenada e potassica ([K.sub.2]O), nas doses de 200 e 100 mg d[m.sup.-3], sendo o nitrogenio fornecido conforme os tratamentos e o potassio na forma de cloreto de potassio. No primeiro crescimento a adubacao com nitrogenio e potassio foi parcelada em quatro aplicacoes iguais para evitar uma pressao osmotica elevada, referenciada por Batista & Monteiro (2008).

Trinta dias apos a semeadura foi medido o valor SPAD (Soil Plant Analysis Development), realizada a contagem do numero de folhas, perfilhos e o corte da parte aerea, que foi feito a 10 cm do solo. A leitura SPAD foi realizada com clorofilometro portatil em cinco folhas diagnosticas por parcela experimental. As folhas diagnosticas correspondem as duas folhas mais novas e completamente expandidas. Foram contadas todas as folhas que estavam acima da altura de corte e todos os perfilhos presentes nos vasos.

Apos o corte, a parte aerea foi separada em laminas foliares e colmo+bainha, sendo essas fracoes acondicionadas em sacos de papel e submetidas a secagem em estufa de circulacao de ar a 65[degrees]C, ate peso constante (Silva e Queiroz, 2002), e posteriormente pesadas. Alem disso, foram retiradas amostras de solos para a determinacao do pH em cloreto de calcio, conforme descrito por EMBRAPA (1997). Todo o procedimento de leitura SPAD, contagem de folhas e perfilhos, corte das plantas e coleta de solo foi repetido na avaliacao do segundo e terceiro crescimento, que ocorreu 20 dias apos o corte anterior. Apos cada corte foi reaplicada a adubacao com nitrogenio e potassio, em doses de 200 e 100 mg dm-3, respectivamente, com as mesmas fontes ja mencionadas.

As variaveis avaliadas foram: pH do solo, massa seca da parte aerea, laminas foliares, colmo+bainha, numero de perfilhos e valor SPAD (Soil Plant Analysis Development). Os resultados foram submetidos ao teste de Lilliefors (normalidade de residuos) e Cochran (homogeneidade de variancias). Diante da normalidade de residuo e homogeneidade dos dados, procedeu-se a analise de regressao. A selecao do modelo adequado deu-se por meio do teste F e a significancia dos componentes do modelo de regressao por meio do teste t, ambos a 5% de probabilidade de erro.

Resultados e discussao

Independentemente do periodo de crescimento evidenciou-se que o numero de perfilhos do capim-marandu foi descrito por um modelo linear crescente (Figura 1) quando o nitrogenio foi substituido gradativamente de ureia por sulfato de amonio.

Com o suprimento de sulfato de amonio, ocorre adicao de enxofre, e esse nutriente influencia no perfilhamento de gramineas forrageiras, observando-se efeito na rebrota de capim-marandu (Batista & Monteiro, 2006). Alem disso, o sulfato de amonio acidifica o solo (Costa et al., 2008), o que estimula a solubilizacao do fosfato natural reativo, e dessa forma, o fosforo tambem influencia a emissao de perfilhos de gramineas forrageiras (Pates et al., 2007; Lopes et al., 2011). O perfilhamento e relevante, uma vez que a emissao de folhas e perfilhos que garante a perenidade da graminea forrageira.

O pH do solo, nos tres crescimentos do capim-marandu, foi descrito por um modelo linear decrescente (Figura 2), o que indica que o aumento do sulfato de amonio no solo acarreta em maior acidificacao do solo, comparativamente a ureia. A ureia, apos a acao da urease, tem como um dos produtos a amonia (NH3), e esta se associa a hidrogenios do solo no processo de reducao a amonio (NH4+), gerando assim um aumento momentaneo do pH do solo. Kiehl (1989) verificou incremento no pH do solo apos a aplicacao da ureia de 4, 8 a 6, 6 e de 6, 0 a 7, 1 em Neossolo e Nitossolo, respectivamente.

[FIGURE 1 OMITTED]

Alem disso, a ureia e um fertilizante nitrogenado que esta sujeito a perda de amonia (NH3) por volatilizacao, que acarreta em quantidades menores de amonio (NH4+) disponivel para nitrificacao, processo que libera hidrogenios, acarretando na acidificacao do solo (Barbosa Filho et al., 2005). Em varios trabalhos observa-se que a ureia propicia menor acidificacao do que o sulfato de amonio (Costa et al., 2008; Sangoi et al., 2009; Sousa & Silva, 2009).

No primeiro crescimento, o coeficiente angular da equacao de pH do solo foi bem superior aos coeficientes do segundo e terceiro crescimento, o que indica que no estabelecimento do capim houve maior queda no pH com o incremento de sulfato de amonio (Figura 2). A alteracao no pH do solo influencia a solubilizacao do fosfato natural reativo, tendo em vista que esse fertilizante reage com protons para a liberacao do ion fosfato que e absorvido pelas plantas (Kaleeswari e Subramanian, 2001).

[FIGURE 2 OMITTED]

Durante o primeiro crescimento do capim-marandu, a producao de materia seca de laminas foliares, colmo+bainha a parte aerea foi diretamente proporcional ao incremento de sulfato de amonio na adubacao nitrogenada (Figura 3). O aumento de sulfato de amonio na adubacao do capim-marandu reduziu o pH do solo (Figura 2), e essa condicao propicia a solubilizacao do fosfato natural reativo (Goedert & Lobato, 1984). Evidenciou-se que o pH do solo esta associado a producao do capimmarandu, tendo em vista que houve correlacao negativa significativa (p<0, 01) entre pH do solo e a massa seca de laminas foliares (r = -0, 42), colmo+bainha (r = -0, 39) e parte aerea (r = -0, 44). Resposta semelhante foi observada em estudo de solubilizacao de fosfato de Araxa, por meio do qual Souchie et al. (2007) observaram correlacao negativa entre o pH e a solubilidade de fosforo.

[FIGURE 3 OMITTED]

No segundo e no terceiro crescimento do capim-marandu, a producao de materia seca nao se ajustou a nenhum modelo de regressao. No segundo crescimento a massa seca de laminas foliares, colmo+bainha e parte aerea observada no capim-marandu foram de 10, 1; 5, 0 e 15, 1 g vaso-1, respectivamente. No terceiro crescimento a massa seca de laminas foliares, colmo+bainha e parte aerea observada no capim-marandu foram de 14, 8; 5, 6 e 20, 4 g vaso-1, respectivamente.

Esperava-se que as proporcoes de ureia e sulfato de amonio tivessem efeito na producao do capim-marandu no segundo e terceiro crescimento, e nao no primeiro, pois o nitrogenio e um nutriente mais requerido na rebrota de gramineas forrageiras do que no estabelecimento (Cantarutti et al., 1999). Contudo, esses fertilizantes nitrogenados alteraram o pH do solo (Figura 2), e essa alteracao na acidez ativa do solo influencia na solubilizacao do fosfato natural reativo (Guedes et al., 2009), que e uma fonte de fosforo. O fosforo e um nutriente de maior requerimento no primeiro crescimento de gramineas forrageiras (Cantarutti et al., 1999), tendo em vista que seu papel principal esta associado ao estabelecimento do sistema radicular. Por isso, os fertilizantes nitrogenados tiveram efeito sobre o primeiro crescimento e nao sobre a rebrota do capim-marandu.

O valor SPAD (Soil Plant Analysis Development) do capim-marandu, nos tres crescimentos, foi descrito por modelo quadratico (Figura 5). No primeiro, segundo e terceiro crescimento o nivel de sulfato de amonio que propiciou maior indice SPAD no capim-marandu foi de 99, 6; 57 e 41%, respectivamente. O valor SPAD estima o teor de clorofila nas plantas e possui correlacao positiva com o teor de nitrogenio (Manarim & Monteiro, 2003), uma vez que de 50 a 70% do nitrogenio total das folhas serem integrantes de compostos associados aos cloroplastos e ao conteudo da clorofila nas folhas (Chapman & Barreto, 1997).

De acordo com Cabral et al. (2013), leituras SPAD em capim-marandu menores do que 26 indicam deficiencia de nitrogenio, o que acarreta em clorose inicialmente nas folhas mais velhas e evolui para amarelecimento generalizado. Dessa forma, observa-se que independente da proporcao entre ureia e sulfato de amonio, nao se observou valor SPAD que indicasse deficiencia de nitrogenio nas plantas (Figura 5).

[FIGURE 5 OMITTED]

Conclusoes

O sulfato de amonio proporciona maior acidificacao do solo do que a ureia, o que contribui para a solubilizacao de fosfato natural reativo.

O incremento de sulfato de amonio altera o valor SPAD do capim-marandu quando adubado com fosfato natural reativo.

DOI: 10.14295/CS.v7i1.964

Referencias

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Carlos Eduardo Avelino Cabral (1) *, Luciano da Silva Cabral (1), Edna Maria Bonfim-Silva (2), Kassio dos Santos Carvalho (3), Bruna Elusa Kroth (2), Carla Heloisa Avelino CabraP

(1) Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiaba, MT, Brasil (2) Universidade Federal de Mato Grosso, Rondonopolis, MT, Brasil (3) Universidade de Sao Paulo, Piracicaba, SP, Brasil * Autor correspondente, e-mail: carlos.eduardocabral@hotmail.com

Recebido: 04 Setembro 2014

Aceito: 08 Outubro 2015
Tabela 1. Caracterizacao granulometrica e quimica, com respectiva
interpretacao, de Latossolo Vermelho argiloso proveniente
de Cerrado nativo.

pH             P     K    Ca    Mg    Al    H     CTC

Ca[Cl.sub.2]   mg [dm.sup.-3]   cmol [dm.sup.-3]

4,1            1,1   47   0,2   0,1   1,0   4,7   6,1
--             MB    M    MB    MB    --    --    M

pH             V     m      Areia   Silte   Argila

Ca[Cl.sub.2]         %              g [kg.sup.-1]

4,1            6,9   70,4   575     50      375
--             MB    A      --      --      --

Interpretacao da analise: MB--muito baixo; B--baixo; M--medio;
A--alto (Cantarutti et al., 1999). Extratores: P e K: Mehlich-1;
Ca, Mg e Al: KCl 1N; H+Al: metodo SMP--pH: 7,5
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Author:Cabral, Carlos Eduardo Avelino; Cabral, Luciano da Silva; Bonfim-Silva, Edna Maria; Carvalho, Kassio
Publication:Comunicata Scientiae
Article Type:Report
Date:Jan 1, 2016
Words:3366
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