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Body-Archive or childhood as a creation work/Corpo-Arquivo ou a infancia como obra.

Que memorias? Que retorno?

No sentido de dar continuidade a uma linha de investigacao que se tem debrucado sobre o papel do corpo na pratica e ensino das artes visuais no ensino basico e secundario, e mais recentemente no ensino superior, o presente artigo vincula a relacao entre a educacao artistica e a pratica artistica do investigador.

Nos seus recentes projetos plasticos e performativos, o artista/investigador/ professor tem aprofundado questoes relacionadas com a memoria das imagens (veiculadas atraves do corpo, no desenho, na fotografia e na pratica do arquivo), enquanto presenca materializada do passado e com a possibilidade de purga de um corpo que se encontra e que se reconcilia consigo proprio. Atraves do registo grafico do corpo, um registo-primeiro (que convoca a infancia), discute uma ideia de marca/vestigio em oposicao, a ideia de representacao, vinculada ao longo dos tempos a criacao artistica.

Desenvolve, deste modo, uma linha de investigacao artistica cujo amago se centra no questionamento do corpo enquanto mecanismo de producao e interpretacao de imagens, afirmando a relevancia da memoria visual para a construcao de um arquivo imagetico que nos constroi enquanto humanos. A memoria, o gesto e a infancia sao temas recorrentes na sua pratica e, nesse sentido, o presente artigo pretende compreender de que forma dialogam os contributos das metodologias de investigacao e criacao artistica na pratica pedagogica, e vice-versa.

Alguns dos projetos artisticos e pedagogicos que agora se apresentam tem vindo a consolidar o espaco de investigacao artistica profundamente ligado a historia individual e a relacao do corpo com a producao e interpretacao de imagens da e na infancia, dos quais o projeto Corpo-Arquivo e exemplo (Figura 1). Atraves da experiencia a/r/tografica procura-se um sentido humanizante, afetivo e energico para a criacao de um arquivo autoral que mapeia o gesto que emerge pela passagem do conhecimento, pela partilha implicada de crencas, valores e vontades --na pratica pedagogica.

1. O espaco de criacao a/r/tografica

O movimento a/r/tografico resulta de um manifesto apresentado por um grupo de alunos de doutoramento da University of British Columbia (Canada), orientado pela professora Rita Irwin, e que tem a sua formulacao entre 1995 e 2005. Surge como metodologia alternativa que, consequentemente ao arts based research, se sustenta num paradigma de investigacao baseado no dialogo entre a pratica e a educacao artistica, no qual a relacao teoria/pratica e substituida por um relacionamento empatico, horizontal e transformador entre o agente a/r/tografico e o sujeito. Esta relacao estimula o sentido critico na construcao de utopias/distopias e gera um estado de movimento permanente.

Rita Irwin (2013) defende que a experiencia a/r/tografica esta intimamente ligada a uma percecao na primeira pessoa, o que faz com que a comunicacao da experiencia subjetiva vivencial integre, no ato criativo, o Outro numa posicao colaborativa, fundamental no processo a/r/tografico. Deste modo, "Enfatiza-se que todo o processo vivencial da pesquisa, vivido pelo investigador na primeira pessoa, podera ser transmitido atraves das obras e esta nelas incorporado devido a sua dimensao atuante: a exploracao processa-se no tempo e transforma o autor e com ele o leitor. Os campos de partilha alargam-se em torno de um compromisso performativo: quem conhece desempenha conhecimento e torna esse conhecimento conhecivel atraves dos recursos expressivos (...)" (Queiroz, 2017:147).

Em sintese, o movimento a/r/tografico desenvolve a implementacao de conceitos metodologicos estruturantes como: contiguidade--que afirma a valorizacao do processo e a construcao de redes; pesquisa vivencial--sobrepoe a experiencia educativa ao olhar individual e diferenciado do a/r/tografo; aberturas --assume o espaco das rupturas, da novidade, de momentos criticos capazes de desenhar novos caminhos; metafora/metonimia--desenvolve a oportunidade de interrogacao aprofundada atraves de mecanismos comunicativos que combinam e associam concecoes e percepcoes; reverberacoes--sao os ecos da vivencia e que resultam em interferencias colaborativas e participativas sobre o excesso--espaco de sobreposicao e de visibilidade de novos resultados.

Assim, a a/r/tografia convida professores, educadores e artistas a repensarem as suas praticas subjetivas enquanto areas que colidem e se sobrepoem, operacionalizando assim uma estetica relacional que se consolida na contaminacao do fazer, da reflexao, do olhar e da empatia da presenca.

2. Fazer festinhas--o vestigio do corpo

Joao dos Santos conta-nos, numa entrevista (Santos, 2000:158) a Joao Sousa Monteiro, a historia de uma amiga sua que tinha um filho no Jardim de Infancia e que um dia lhe ofereceu, em casa, uma pintura feita por si. E levou-lhe a pintura para mostrar a mae como sabia pintar bem. A mae disse-lhe que achava a pintura muito bonita, e que ele sabia pintar muito bem. E o rapaz perguntou-lhe: "Tu sabes pintar?" E a mae respondeu-lhe que nao sabia pintar tao bem como ele. "Ah, mas e muito simples", disse o rapaz, " Olha, tu arranjas um pincel, e depois e so ter tinta e fazer festinhas no papel com o pincel".

A historia e muito simples mas fazer festinhas no papel e realmente uma imagem muito sugestiva. Porque fazer festinhas sugere a existencia de um corpo que se projeta no papel onde se faz o desenho ou a pintura. Pensemos que os primeiros desenhos e pinturas das criancas sao uma projecao do seu proprio corpo sobre a superficie plastica (parede, quadro preto, chao, areia da praia, papel). E sempre a crianca que se projeta, que projeta o seu proprio corpo. O fazer festinhas significa ter consciencia de um corpo. E uma forma admiravel de as criancas descobrirem o seu corpo, de construirem uma imagem propria do seu corpo e a sua propria identidade.

Todas estas possibilidades de expressao, ainda que inconscientes na crianca, tem o mesmo objetivo de quando um artista se auto-retrata/auto-representa, sendo estas possiveis vias "de descobrir o corpo, de o modelar tambem no sentido em que, desenhando, se faz a figura do modelo, que esta mais ou menos perfeito, e que se vai tentando aperfeicoar. A medida que a crianca vai aperfeicoando o seu desenho, vai tambem tendo consciencia do seu corpo, da sua cabeca, da sua cara, da sua expressao, dos seus membros, do proprio movimento corporal, que e uma coisa muito importante em toda a arte grafica e pictural." (Santos, 2000:158-9)

O movimento, demonstracao da identidade fisica de um individuo, e muito importante em qualquer expressao corporal e grafica, sendo a primeira forma de pensar. A crianca pensa e comunica o seu pensamento atraves do movimento. E possivel constatar que "o limite das producoes plasticas de uma crianca ate determinada idade, sao os limites do seu proprio corpo. Esse limite e definido pelo movimento circular feito com a mao direita ou esquerda" (Santos, 2000 :159). O circulo onde se inscreve o corpo da crianca esta dentro do circulo que e desenhado numa superficie qualquer, com uma das maos ou com as duas, dentro do limite corporal do braco estendido para cima ou para baixo.

Quando uma crianca desenha ou pinta, o "instrumento intermediario", o traco e mancha desenvolvem-se, por vezes, mais depressa que o proprio pensamento, e a crianca, antes de terminar um desenho ou pintura, comeca a executar outro. Ha portanto, naturalmente, uma expressao anterior ao pensamento que se manifesta corporal, grafica e plasticamente, numa relacao de constante confronto entre os limites do corpo e do espaco que o envolve. Arno Stern considera que a crianca mergulha num jogo criador, que se constroi e reconstroi a cada momento, fechado nos limites do seu proprio corpo, ou do contacto direto com objetos:

A crianca vive o presente numa dimensao bastante restrita. A nocao de conjunto so aparece mais tarde no seu processo de criacao. Por vezes, na crianca muito pequena, a casa desaparece sob o boneco que lhe sucede; ja deixou de existir no minuto seguinte ao seu surgimento, ja nao esta no presente. O quadro e assim um ecran no qual se representam aventuras; nao e para a crianca um objecto belo ou obra preciosa. Assim o interesse que a crianca tem por ele acaba no momento em que considera terminado o jogo criador (Stern, 1974:21).

Entenda-se por quadro toda e qualquer superficie/objecto passivel de ser intervencionado, transformado e manipulado pela crianca num espaco. O gesto e, portanto, o que esta entre, o que e mais do que um corpo procurando um sentido, e um espaco como uma tela branca por preencher. E a relacao espaco-corpo, em bruto, circunscrita as extremidades de ambos. Desta forma, a crianca "comeca por definir um espaco circular, atraves de gestos circulares ondulantes que se expandem, um espaco primitivo (...) Mas o espaco significativo para as criancas, como o espaco significativo das pessoas em geral, nao existe por existir, tem que ser criado a medida que o desenvolvimento se processe. O espaco dos objetos interessantes e precedido na sua organizacao pelo espaco corporal, onde se desenvolve o gesto infantil, o Gesto." (Santos, 1991: 223). Se o gesto pode ser todo o ato livre de experimentacao e conhecimento do espaco, pode ser muito leve a fronteira desta com a necessidade essencial de comunicar. "Para comunicar basta que existam dois corpos comunicantes; para que haja linguagem e necessario que se crie um espaco corporal e um espaco operacional. A comunicacao e o esteio de linguagem mas nao e a linguagem. A linguagem e algo que se situa entre as pessoas e que faz parte do patrimonio colectivo. A linguagem e a Obra, sao as Obras." (Santos, 1991:224).

Inferimos que uma surge como consequencia da outra e que estao intimamente ligadas: a experimentacao e a comunicacao sao uma necessidade. A criacao de uma situacao imaginaria, materializada atraves do desenho/ pintura ou do jogo do faz de conta, surge muito cedo como a primeira manifestacao da emancipacao da crianca em relacao as restricoes quotidianas. A capacidade imaginaria da crianca desenvolve-se a medida que se torna capaz de operar no campo do significado. O imaginario nao e condicao previa para a crianca brincar, e consequencia de acoes ludicas. Imaginar representa a capacidade de se comunicar, de significar o mundo. O conhecimento surge no ato de brincar atraves das relacoes interpessoais, sendo que as trocas reciprocas que se estabelecem durante toda a vida fornecem bases de significacao na formacao do individuo. Nesse processo de interacao, as criancas participam de forma ativa, constituindo-se enquanto ser humano e constituindo o outro, num movimento dinamico de acao-relacao, em que as representacoes e significados se vao construindo. A aprendizagem sensorial prolonga-se atribuindo a cada coisa o nome que esta tem.

3. A infancia e o corpo como obra

Tendo em conta o mapeamento teorico e pratico anteriormente apresentado, considera-se relevante a valorizacao da investigacao em torno da expressao na infancia, tendo em conta o seu carater disruptivo--fundamental em processos artisticos e em processos de ensino-aprendizagem.

Neste sentido, os processos artisticos e pedagogicos implementados pelo investigador em diferentes contextos, tem sido marcados pela experimentacao do gesto na possibilidade de construcao de discursos graficos e performativos que recorrem a exercicios do campo do desenho e do teatro para aproximar o corpo-ator do chao--lugar primeiro de descoberta, na infancia (Figura 4). Desta forma, o presente capitulo faz emergir diferentes acoes poeticas que tentam desenhar uma linha continua de estudo de um registo grafico primeiro em diferentes estadios do desenvolvimento--nos quais, com o crescimento, os seus atores vao revelando, por diferentes motivos, o enclausuramento do gesto, limitando-o a acao da mao. E relevante referir que os exercicios implementados deambulam entre os contextos pedagogicos e a pratica de atelier do investigador, dando este processo origem a uma reescrita dos caminhos da investigacao em ambos os contextos, valorizando conceitos metodologicos a/r/tograficos como contiguidade e aberturas.

Regressando ao lugar do desenho enquanto ato de afeto, e possivel constatar que a observacao, a experimentacao e a implementacao de projetos artisticos e pedagogicos em contexto de creche e absolutamente libertador no que respeita a analise das potencialidades expressivas do corpo. Deste modo, a observacao tem permitido (ao artista/ professor/ investigador) criar uma gramatica de acoes que se baseiam nos conceitos de focalizacao-concentracao, improvisacao, pesquisa de materiais, experimentacao, brainstorming e caracter site specie--conceitos tao presentes nas praticas artisticas contemporaneas --que tocam e transcendem a propria existencia na infancia. Este conjunto de acoes alimentam e dialogam com o processo permanente de investigacao do projeto Corpo-Arquivo.

O projeto Corpo-Arquivo, estreado em Maio de 2018, e um trabalho em continuum e, para o qual se elegeram questoes conceptuais e formais que se prendem, essencialmente, com a possibilidade de criar um discurso performatico no qual a memoria do corpo--fisico e representado--mapeie uma constelacao identitaria sobre a imagem individual e coletiva de um corpo. O processo tem sido pautado por experimentacoes plasticas e performativas em estudio, consequentes ao trabalho desenvolvido no ambito da residencia artistica Como a vida, o tempo desenvolvida no Festival A Salto--Tomada Artistica da Cidade de Elvas (Julho de 2017), organizado pela UMCOLETIVO Associacao Cultural e pela Camara Municipal de Elvas. O processo resultara numa exposicao-performance site specific para o Mercado Municipal Casa das Barcas, na qual o publico fora convidado a escolher uma das imagens em exposicao, dispostas sobre uma das bancas para venda de produtos, e a partir da qual o interprete iniciara um movimento ritualistico de partilha da obra-de-arte atraves do ato de comer. Na performance Corpo-Arquivo acompanha-se o dialogo entre o individuo e o coletivo no ato partilhado de criar, de comer a imagem, e de confrontar-se com o objeto refratado na superficie que se dissolve, dilui e integra a digestao--e que inclui acoes como o desenhar de olhos vendados a partir de uma narrativa lida pelo publico e desconhecida para o performer, desenhar-com-o corpo-todo-presente em papel comestivel, processar a informacao ouvida e concretiza-la em registo grafico gestual e livre.

Tendo em conta as referidas exploracoes plasticas e performativas, foram implementadas e experimentadas com diferentes faixas etarias algumas da acoes, num leque etario que vai do contexto de creche aos 1 e 3 Ciclos e ao ensino superior, grupos com os quais o investigador tem trabalhado. Esta gramatica gestual poetica tem uma forte componente de estimulacao sensorial e de libertacao do pensamento, sobretudo desenhando ou reconhecendo o espaco de olhos vendados, desenhar (de olhos vendados) nas costas do outro o que se sente nas suas (Figura 5), corporalizar um material riscador que intervem no espaco, mapear o corpo, agir enquanto linha, sentir a cor do corpo, manipular desejos ou medos, etc. Os diferentes exercicios permitem ir criando relacoes entre si e ir chegando a novos lugares, que resultam dos contributos de cada espaco, de cada grupo, num tempo concreto e sinergico. No contexto da Unidade Curricular de Artes Plasticas II (Licenciatura em Educacao Basica, 2 ano, 2 semestre) da Escola Superior de Educacao de Lisboa, potenciou-se uma sessao imersiva de desenho e performance em tempo real a partir de alguns dos gestos poeticos referidos (Figura 6). E notavel observar o potencial desconstrutivo destas acoes, principalmente, se se tratar de uma faixa etaria mais velha. Os grupos superam-se e chegam a territorios nunca tocados, resultado da valorizacao da espontaneidade, do gesto, do silencio e do negro.

Do lugar do corpo hoje

A exploracao de dialogos interdisciplinares entre as artes visuais e as artes performativas sao de extrema importancia na valorizacao e reflexao sobre o papel e presenca do corpo do aluno no ato de criar. Neste sentido, analisaram-se alguns contributos da observacao e compreensao da expressao na infancia para a experiencia a/r/tografica, tentando prolongar e procurar atraves das praticas artisticas o lugar pedagogico de libertacao do gesto no ato de desenhar. Aldara Bizarro (2017), ex-bailarina e coreografa, salienta que:

A utilizacao do corpo no maximo da sua amplitude e energia deixa de fazer parte do quotidiano a partir de uma certa altura da infancia, e na idade adulta passa a ser encarada como uma especializacao, no campo do lazer, com excecao dos casos em que a profissao exija diretamente a utilizacao do corpo, como nos bailarinos, desportistas, estivadores, operarios das obras, agricultores, etc. (Bizarro, 2017:42)

E neste sentido, que a escola podera desempenhar um papel fundamental na valorizacao da presenca do corpo, enquanto elemento integrante do processo de ensino-aprendizagem. Efetivamente, o processo criativo do projeto Corpo-Arquivo, nos seus dialogos permanentes entre o atelier e a escola, valorizou a experiencia concreta do corpo como impulsionador para uma reflexao identitaria, bem como para a exploracao da relacao indissociavel entre corpo e desenho.

Referencias

Bizarro, Aldara (2017) "Da infancia em movimento para a adolescencia em pausa." In M. Assis, E. Gomes, J. Pereira & A. Pires (Eds.) Ensaios entre Arte e Educacao (pp.42-43). Lisboa: Fundacao Calouste Gulbenkian

Queiroz, Joao Paulo (2017) "Quando os professores sao artistas: notas sobre o movimento a/r/tography," in Painting and Teaching: Refletions inside the University. Porto: ICOCEP.

Santos, Joao dos (1991) Ensaios sobre Educacao II: o falar das letras (pp. 223-4). Lisboa: Livros Horizonte.

Santos, Joao dos (2000) "Educacao atraves da arte." In E. Branco (Org.), Vida, Pensamento e obra de Joao dos Santos (pp. 158-9). Lisboa: Livros Horizonte

Stern, Arno (1974) Aspectos e Tecnicas da Pintura de Criancas. Lisboa: Livros Horizonte.

RICARDO GUERREIRO CAMPOS *

Artigo completo submetido a 4 de maio 2019 e aprovadoa 15 de maio 2019

* Portugal, artista visual, performer e professor.

AFILIACAO: Universidade de Lisboa, Faculdade de Belas-Artes, Centro de Investigacao e Estudos em Belas-Artes (CIEBA) / Politecnico de Lisboa, Escola Superior de Educacao. Largo da Academia Nacional de Belas-Artes, 1249-058 Lisboa, Portugal. E-mail: rcampos@eselx.ipl.com

Caption: Figura 1 * Experimentacoes visuais e performativas para o projeto Corpo-Arquivo. Fonte: propria.

Caption: Figura 2 * Exercicio de desenho de mapeamento do corpo em Creche. Fonte: propria.

Caption: Figura 3 * Exercicio de exploracao expressiva da linha em Creche. Fonte: propria.

Caption: Figura 4 * Exercicio: A folha branca como piscina e o desenho como mergulho--3 Ciclo do E.B. Fonte: propria.

Caption: Figura 5 * Exercicio de desenho de olhos vendados corpo-a-corpo--3 Ciclo do E.B. Fonte: propria.

Caption: Figura 6 * Exercicio de composicao em tempo real Desenho e Corpo--Ensino Superior. Fonte: propria.
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Title Annotation:Original articles/Artigos originais
Author:Campos, Ricardo Guerreiro
Publication:Materia-Prima
Date:May 1, 2019
Words:2974
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