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Attalea phalerata mart. ex spreng.: botanical, ecological, ethnobotanical and agronomical aspects/Attalea phalerata mart. ex spreng.: aspectos botanicos, ecologicos, etnobotanicos e agronomicos.

INTRODUCAO

Ha um consideravel registro historico da relacao entre o homem e as palmeiras, devido a grande diversidade de produtos que delas podem ser obtidos, especialmente relacionados aos seus frutos e sementes (FAO, 1998). Esta relacao nem sempre prioriza ou beneficia os aspectos ecologicos associados a estas especies o que, frequentemente, as expoe a grandes pressoes de extincao (MATOS, 1995).

Entre as diferentes especies de palmeiras caracteristicas do Pantanal Mato-Grossense (Brasil), encontra-se Attalea phalerata Mart. ex Spreng., denominada localmente como acuri, bacuri ou uricuri. Esta especie e considerada ecologicamente importante dado que serve de recurso alimentar para a vida selvagem, coloniza locais perturbados, alem de ser tambem uma especie dominante nesta regiao (LORENZI et al., 1996; MOSTACEDO e FREDERICKSEN, 1999). O acuri e tambem uma especie considerada como de elevado potencial economico, dada a diversidade de usos populares a ela associados, incluindo emprego como fonte alimentar, recursos forrageiro, material para construcoes e fonte de biodiesel entre outros (GUARIM NETO, 1992; MIRANDA et al., 2001). Apesar de ainda nao estar sendo aproveitada em toda sua potencialidade, visualiza-se esta palmeira como substancial recurso para as comunidades tradicionais distribuidas na sua area de ocorrencia natural.

estudou plantas medicinais e fundou a Biblioteca de Pergamo, na Turquia. Este genero pertence a familia Arecaceae, a qual esta distribuida principalmente nas regioes tropicais e subtropicais da Terra, com poucas especies nas zonas temperadas quentes. A familia apresenta cerca de 1.500 especies distribuidas em mais de 200 generos, popularmente chamadas palmeiras (REITZ, 1974; HENDERSON et al., 1995; LORENZI et al., 1996). Attalea Kunth e considerado o genero tropical mais importante de Arecaceae, ocorrendo desde o Caribe, do Mexico a Bolivia, sul do Brasil e Paraguai. Pode englobar de 27 a 67 especies, de acordo ao autor considerado, havendo um consenso para validar pelo menos 20 destas especies (PINTAUD et al., 2008; FAVA et al., 2011).

Attalea e um genero complexo com 29 especies, ainda incompletamente compreendido (HENDERSON et al., 1995). Uma caracteristica que dificulta o entendimento taxonomico do genero e a presenca de hibridizacao entre varias especies do grupo. Embora as especies que compoem o genero formem um grupo natural, elas tem sido divididas em no minimo seis generos (Attalea, Markleya, Maximiliana, Orbignya, Parascheelea, Scheelea), os quais se distinguem entre si somente por suas flores masculinas. A classificacao seguida no presente trabalho e a proposta por Henderson et al. (1995), a qual considera o genero Scheelea como integrante do genero Attalea.

Attalea phalerata foi identificada, inicialmente, por Martius. No entanto, foi Sprengel quem fez o registro da especie em 1825. Burret, em 1929, reordena a especie como pertencente ao genero Scheelea. Em 1977, Glassman explicita que esta especie apresenta problema de alocacao taxonomica, alem da dificuldade de determinacao da especie tipo, estabelecendo como lectotipo Attalea phalerata de acordo com a figura presente em publicacao feita por Martius em 1845. Botanicamente (ver TROPICOS, 2011 e APG II), esta especie esta categorizada como:

classe: Equisetopsida C. Agardh

subclasse: Magnoliidae Novak ex Takht.

superordem: Lilianae Takht.

ordem: Arecales Bromhead

familia: Arecaceae Bercht. & J. Presl

genero: Attalea Kunth

Attalea phalerata Mart. ex Spreng

Attalea phalerata Mart. ex Spreng. possui as seguintes sinonimias (TROPICOS, 2011):

Attalea excelsa Mart. ex Spreng.

Attalea hoehnei Burret

Attaleaparviflora Barb. Rodr.

Attalea princeps Mart.

Scheelea amylacea Barb. Rodr.

Scheelea anisitsiana Barb. Rodr.

Scheelea corumbaensis (Barb. Rodr.) Barb. Rodr.

Scheelea lauromuelleriana Barb. Rodr.

Scheelea leandroana Barb. Rodr.

Scheelea martiana Burret

Scheelea microspadix Burret

Scheelea parviflora (Barb. Rodr.) Barb. Rodr.

Scheelea phalerata (Mart. ex Spreng.) Burret

Scheelea princeps (Mart.) H. Karst.

Scheelea princeps var. corumbaensis Barb. Rodr.

Scheelea quadrisulcata Barb. Rodr.

Scheelea weberbaueri Burret

Esta especie e reconhecida por distintos nomes populares nas diferentes regioes onde ocorre (HENDERSON et al., 1995; POTT e POTT, 1994). Brasil: acuri, uricuri, ouricuri, ganguri, cabecudo e bacuri. O nome acuri e de origem guarani--guacory ou uacory [right arrow] yab-cory que significa fruta pesada. Bolivia: motacu. Peru: shapaja.

Caracterizacao botanica

Palmeira com estipe simples recoberto por restos das bainhas foliares, as quais servem de abrigo para diversas especies vegetais. O estipe varia de 2 ate 12 metros de altura e de 25 a 40 centimetros de diametro, sendo que ja foram registrados especies com 60 centimetros (ALVES e DEMATTE, 1987; LORENZI et al., 1996). As folhas sao flabeliformes nas plantulas e pinadas nas outras fases de vida, atingem de 2 a 3 metros de comprimento e estao distribuidas em diferentes planos. Entre as folhas, inserem-se os longos pedunculos com inflorescencias unissexuadas. Ambos os sexos ocorrem simultaneamente numa mesma planta. O fruto, presente ao longo de todo ano, e elipsoideoblongo com uma a quatro sementes (BONDAR, 1964; LORENZI, 1992; POTT e POTT, 1994; HENDERSON et al., 1995).

ASPECTOS ECOLOGICOS

Distribuicao

Attalea phalerata e uma palmeira neotropical de distribuicao restrita a porcao oriental da America do Sul, sendo encontrada na Colombia, Peru, Bolivia, Brasil e Paraguai (TROPICOS, 2011). Distribui-se em diferentes tipos florestais, podendo ser encontrada desde altitudes elevadas (1000 m) nos Andes ate em terras baixas sazonalmente inundadas da Amazonia (160 m sobre o nivel do mar). Ocorre em Florestas Semideciduas e tambem em ilhas florestadas incrustadas nas savanas (MORAES, 1989; MORAES, 1993).

No Brasil, a especie encontra-se desde o Acre ate Sao Paulo, fazendo parte da composicao de diferentes formacoes florestais. De maneira generalizada e citada como ocorrente nas Florestas Latifoliadas Semideciduas, em bordas de capoes e em campos. No Pantanal Mato-Grossense forma uma paisagem tipica denominada Acurizal e e citada como ocorrente nas tres regioes biogeograficas de Mato Grosso: o cerrado, o pantanal e a mata amazonica de transicao. Nesta regiao, sua frequencia em terrenos elevados e tao grande a ponto de ser considerada planta daninha, invasora de pastagens (LORENZI, 1992; POTT e POTT, 1994, LORENZI et al., 1996).

Exigencias ambientais

Prefere as areas abertas, sendo a sua presenca considerada como indicacao de solos ferteis. Cresce quase que exclusivamente em solos argilosos de otima fertilidade e ricos em calcio (LORENZI, 1992). Dificilmente encontrada em solos arenosos (POTT e POTT, 1994). Ocorre em solos aluviais periodicamente inundaveis (HENDERSON et al., 1995).

Fenologia, polinizacao e dispersao

Attalea phalerata, embora morfologicamente monoica, e funcionalmente dioica, devido ao fato das inflorescencias estaminadas e pistiladas nao amadurecerem simultaneamente em um mesmo individuo (MORAES et al., 1996). A especie inicia o florescimento e frutificacao quando ainda desprovida de caule visivel (7-10 anos de idade). A floracao ocorre de forma continua durante todo o ano, com pico de junho a dezembro. Possui frutos verdes quase o ano todo. As estruturas florais apresentam caracteristicas, tais como presenca de odor, secrecao do estigma, producao de calor e polen com substancias adesivas, associadas a polinizacao por insetos (principalmente besouros), Seus principais polinizadores sao Mystrops spp. (Nitidulidae) e Madarini spp. (Curculionidae) (BALSLEV e HENDERSON, 1987; FAVA et al., 2011). No inicio da fase reprodutiva, ha producao de apenas uma inflorescencia por ano. Com a maturidade, esta producao pode chegar a tres inflorescencias por individuo. O numero de frutos por cacho varia entre 350 a 500 (57,1 - 91,7 g cada). Os frutos maduros apresentam coloracao alaranjada brilhante e gosto adocicado (MORAES et al., 1996). A maturacao e queda destes frutos ocorrem a partir de abril/maio prolongando-se ate setembro/ outubro (estacao seca no Pantanal Brasileiro), havendo diferencas significativas entre plantas crescendo ao sol e na sombra (SALIS et al., 1996; FAVA et al., 2011). Entre os principais dispersores, citam-se o tapir ou anta (Tapirus terrestris) (QUIROGA-CASTRO e ROLDAN, 2001), a cutia (Dasiprocta aguti) (NASCIMENTO et al., 2004) e o falconideo carcara (Caracara plancus), sendo este ultimo associado a dispersao das sementes a longas distancias (GALETTI e GUIMARAES, 2004). Poucas especies sao capazes de predar as sementes, entre elas a arara-azul (Anodorhynchus hyacinthinus) (GUEDES e HARPER 1995) e dois ratos-de-espinho (Trychomys apereoides e Clyomys laticeps) (NASCIMENTO et al., 2004).

Interacao com a fauna

O acuri parece ser um importante recurso em areas tropicais, constituindo uma fonte de energia tanto para animais especialistas como generalistas (TERBORGH, 1986). O acumulo de materia organica nas bainhas foliares propicia o surgimento de um micro-habitat principalmente para grupos essencialmente decompositores, tais como Psocoptera (pequenos insetos hemipteroides) e Collembola (pequenos artropodes apteros e hexapodes). A alta abundancia de artropodes associados a esta especie demonstra que esta e importante fonte de recurso alimentar, local de reproducao e abrigo para estes organismos (SANTOS et al., 2003) A arquitetura espiralada de suas folhas permite o acumulo de folhico e agua nas bainhas e cicatrizes foliares, servindo como sitio de germinacao e estabelecimento de diversas especies vegetais hemiepifiticas e epifiticas como Ficus sp, Philodendron sp e Vanilla sp (GUARIM NETO, 1992).

ASPECTOS ETNOBOTANICOS

Em toda sua area de ocorrencia, Attalea phalerata oferece distintos recursos utilizados para varias finalidades, a saber:

A planta e considerada bastante ornamental, sendo empregada em paisagismo, jardinagem e arborizacao urbana (LORENZI, 1992; POTT e POTT, 1994).

Estipe: apresenta tecido moderadamente pesado, duro e compacto, mas de baixa durabilidade quando submetido as intemperies, geralmente empregado em construcoes rurais como substituto de madeira. O licor do caule, fortificante, levemente alcoolico, era apreciado pelos indios Guatos (LORENZI, 1992; POTT e POTT, 1994).

Primordios foliares e vasculares: comestivel como palmito (CARDENAS, 1989; MORAES, 1993).

Raiz: utilizada, na forma de cha ou suco, como amebicida (BALSLEV e MORAES, 1989) e no tratamento de tuberculose e infeccoes uterinas (DELUCCA e ZALLES, 1992).

Folhas: quando jovens, sao utilizadas como recurso forrageiro. Apresentam baixo teor de calcio e teor medio de outros minerais (0,24% fosforo) e proteinas (12 PB). As folhas sao usadas para cobertura de casas, quiosques, e cultivos, chegando a durar ate sete anos. Suas fibras sao utilizadas paras fabricacao artesanal de cestos e chapeus, esteiras e leques. As nervuras pinadas servem para o fabrico artesanal de vasouras. A decoccao das folhas e empregada para tratamento de diarreias (BALSLEV e MORAES, 1989; POTT e POTT, 1994; LORENZI et al., 1996; MORAES et al., 1996; SANTANA, 2002).

Flores: atraem abelhas e por isso a especie pode ser utilizada em apicultura (POTT e POTT, 1994).

Fruto: o mesocarpo carnoso e comestivel (PACSOA, 2011). Frutos in natura sao vendidos em feiras na Bolivia ($US 0.02-0.03 cada/$US 4.00-15.00 cacho, dependendo do tamanho). E importante alimento para cutias, porcos, caititus, queixadas, araras e periquitos. A polpa tem teor medio de magnesio (0,19%) e cobre (10 ppm) e baixo teor de outros minerais e proteina (3% PB). Apresenta carotenoides com atividade provitamina A. Dos frutos extrai-se fecula alimentar. A agua do fruto, que e esteril, e utilizada como colirio na medicina popular. As cinzas das bracteas pedunculares sao mascadas juntamente com folhas de coca (Erythroxylum coca) na Bolivia (LORENZI, 1992; POTT e POTT, 1994; MORAES et al., 1996; HIANE, 2003). O oleo extraido do fruto e usado como tonico capilar prevenindo a queda e ocorrencia de caspa, sendo utilizado como base de um xampu comercializado na Bolivia. E empregado tambem em produtos dermatologicos para bebes. Via oral, e empregado para aliviar congestao pulmonar e dores nas juntas (BALSLEV e MORAES, 1989) assim como antitermico (MORAES et al., 1996). Detalhes da composicao do oleo e do processo de extracao deste sao apresentados em Moraes et al. (1996) e Hiane et al. (2003).

Sementes: A amendoa e comestivel. O endocarpo e usado como carvao para o preparo da borracha (LORENZI, et al., 1996). A amendoa e tambem fonte de oleo (28,5% acido laurico), cujo teor (69,5%) e o mais elevado dentre as palmeiras conhecidas (MORAES et al., 1996). O oleo da amendoa apresenta caracteristicas que o projetam como recurso com grande potencialidade para ser materia-prima na producao de biodiesel. Estimase que a produtividade de oleo de acuri obtido por prensagem mecanica esteja entre 3 a 7 kg de oleo/planta, com uma producao de 60 a 120 kg de frutos/planta/ano e rendimento de 66% de oleo das amendoas (BARRETO et al., 2008).

ASPECTOS SILVICULTURAIS

Cultivar a pleno sol, em regioes tropicais e subtropicais (PACSOA, 2011). Plantio em padrao hexagonal, distancia de 1 m entre individuos (115 ind./ha; rendimento de oleo=1173 kg) ou 7 m (236 ind./ha; rendimento de oleo=2407 kg). Monitorar producao de inflorescencias femininas e masculinas. Em geral, produz anualmente grande quantidade de sementes viaveis, que podem ser colhidas diretamente quando iniciar a queda espontanea, ou recolhe-las no chao apos a queda. Os frutos podem ser diretamente utilizados para a semeadura como se fossem sementes, nao havendo necessidade de despolpa-los. Um quilograma de frutos contem aproximadamente 88 unidades, os quais detem a viabilidade por mais de 60 dias se mantidos sob condicoes umidas. Para producao de mudas, colocar as sementes (frutos) para semeadura em canteiros contendo substrato rico em materia organica, manter em ambiente bem sombreado. Cobri-las apenas levemente com o substrato e irriga-las com frequencia. A emergencia e bastante lenta, podendo demorar quase um ano. Transplantar as mudas para embalagens individuais quando com 10-15 cm. O desenvolvimento das mudas, bem como das plantas no campo e bastante lento. O desenvolvimento do estipe e crescimento da planta e lento, podendo levar ate 30 anos para chegar a 5 m de altura (MORAES et al., 1996).

REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

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Raquel Rejane Bonato Negrelle (1)

(1) Biologa, Dra., Professora Associada do Departamento de Botanica, Universidade Federal do Parana, Caixa Postal 19031, CEP 81531-990, Curitiba (PR). negrelle@ufpr.br
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Author:Negrelle, Raquel Rejane Bonato
Publication:Ciencia Florestal
Date:Oct 1, 2015
Words:3013
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