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Appropriation: a tool to use the work of art in class/ A apropriacao como ferramenta para a utilizacao da obra de arte na sala de aula.

Introducao

A presenca da obra de arte na sala de aula, para alem de ajudar a desenvolver a cultura visual dos jovens, cria uma familiaridade entre eles e o universo artistico, fomentando a criatividade e o espirito critico e interpretativo. Mas, de um ponto de vista pratico, como podemos aproveitar esse potencial nas aulas de desenho? O apropriacionismo, e uma estrategia em que os artistas partindo de imagens e objetos existentes os retiram do contexto original e os incorporam numa nova obra com novo significado. A nova criacao parte de algo preexistente, mas repensado e reformulado.

O projeto que se apresenta teve como objetivo testar na pratica e refletir sobre a possibilidade de tornar a obra de arte uma ferramenta pedagogica eficaz, utilizando o conceito de apropriacao, para implicar os alunos criativamente na sua aprendizagem. Entendemos que o aspeto central a partir do qual se exprime a criatividade e, aqui, a capacidade de descontextualizar uma obra para lhe dar um novo contexto e um novo significado.

1. O conceito de Apropriacionismo

A apropriacao de imagens de obras de arte no sentido de as recontextualizar e um fenomeno que se pode verificar ao longo da historia tanto em casos individuais como institucionais. No entanto, os especialistas so comecam a considerar o movimento apropriacionista a partir de meados do seculo XX, quando ganhou um novo significado.

Appropriation is the intentional borrowing, copying, and alteration of preexisting images and objects. It is a strategy that has been used by artists for millennia but took on new significance in mid-20th-century (...) with the rise of consumerism and the proliferation of popular images through mass media outlets from magazines to television. (MoMA Learning--Appropriation)

Artistas de diferentes movimentos procuraram repensar a nocao de obra de arte e avaliar ate que ponto se podia subverter, utilizando para isso, obras ou objetos descontextualizando-os para os recontextualizar. Deu-se a esse conceito o nome de apropriacionismo que, nas palavras de Marques:

(...) tem como principal fundamento o questionar do meio dentro do proprio meio e assume a copia como reativacao e reinvencao do original, ensaiando a distincao entre criacao e imaginacao, entre invencao e repeticao. Em alguns casos confundido como ato de pirataria ou plagio, as praticas artisticas de apropriacao trabalham na substituicao e atualizacao contextual do referente e na respetiva sobreposicao de sentidos, reversao da mensagem e transferencia de autorias. (Marques 2016:216)

Nesta definicao, o apropriacionismo e identificado em diversos movimentos do Cubismo ao Dadaismo, Surrealismo, Pop Art, a arte concetual, arte urbana, design publicidade e outros meios de expressao.

No principio do seculo XX, artistas cubistas como Picasso ou Braque foram, segundo o glossario da Tate Gallery, os primeiros a incorporar elementos do "mundo verdadeiro" nas suas obras, abrindo o debate sobre o que e arte e representacao artistica. A obra mais representativa desta afirmacao e de Picasso de 1913, Garrafa, copo, guitarra e jornal, na qual atraves da colagem, utiliza fragmentos de jornal para lhes dar outras formas. Mais tarde, Picasso tambem criou obras a partir de outras ja existentes, como As meninas, de Velasquez, numa versao cubista.

Marcel Duchamp tido por muitos como pai da arte concetual, e o instigador do conceito do ready-made tambem chamado found object, e que consiste na utilizacao de "industrially produced utilitarian objects ... achieve the status of art merely through the process of selection and presentation" (Elger (2006:80). Duchamp explorou a nocao de obra de arte, atraves duma transformacao ou reimaginacao de objetos quotidianos, como a celebre e polemica obra a Fonte em 1917, gerando um grande debate sobre a percecao, originalidade e plagio. Para Duchamp, o importante era criar uma nova ideia para o objeto, tirando-lhe a utilidade e significado habitual para o re-significar. Para alem da transformacao de objetos, Duchamp, procurou sempre a variedade e a busca do significado da palavra por detras da obra de arte--o seu conceito, criando novas obras a partir de outras ja existentes como o cartao postal reproduzindo A Gioconda de Da Vinci, acrescentando um bigode e uma barbicha, e um titulo que e um jogo de palavras em frances. Estas "parodias" da obra de Da Vinci mostram, por um lado, a nocao de que uma obra de arte e universal e pode servir de inspiracao a obras futuras, mas tambem, a vontade de Duchamp e outros de questionar a propria nocao de obra de arte num processo metatextual.

O movimento Dadaista, continuou as praticas de apropriacao sobretudo com objetos do dia-a-dia. As obras dadaistas mostram uma vontade de rejeitar nocoes preexistentes e preconcebidas de arte atraves da transformacao mostrando no processo, a irracionalidade do mundo em que viviam. Esta subversao da ordem estabelecida no mundo, causada pelo horror da 1a Guerra Mundial, levou os Dadaistas a repensar e a parodiar a evolucao tecnologica do principio do seculo XX. Existem obras dadaistas que transformam objetos e os tornam totalmente inuteis, fora das suas funcoes habituais como a obra Cadeau, de 1921, de Man Ray.

A fotografia abriu as portas a um novo metodo de trabalho. Os dadaistas aproveitaram a fotografia para trabalhar a sobreposicao de imagens, atraves de colagens como vemos nas obras de Hannah Hoch. A pratica do found object continuou, e podem-se ver obras surrealistas que, na otica de representar o subconsciente e o sonho, transformaram objetos e, em combinacoes improvaveis e criaram novos objetos muitas vezes "perturbadores" como o Lunch in Fur de Oppenheim e o Lobster Telephone de Dali.

Ao longo dos anos 50, 60 e 70, diversos artistas lancaram-se na experiencia das "combinacoes" de tecnicas artisticas. Rauschenberg combinou objetos de ready mades como pneus ou camas com pintura, serigrafia, colagem e fotografia, como a sua obra Combine. Com o aparecimento da Pop Art, a apropriacao virou-se para a sociedade de consumo. Artistas como Andy Warhol ou Roy Liechtenstein incorporaram elementos publicitarios e icones da arte popular nas suas obras, variando do cinema a banda desenhada ou musica. Utilizavam muitas vezes imagens de obras de arte existentes, pois viam a massificacao da cultura popular como uma cultura universal, partilhada independentemente do contexto educacional. Os artistas da Pop Art lancaram-se na questao da producao cultural em massa, assumindo de forma total a apropriacao de trabalhos de outrem e deixando pairar a questao: onde comeca realmente a mao do artista?

Segundo o Glossario da Tate Gallery o termo "Appropriation Art" tornou-se comum a partir dos anos 80, quando artistas como Sherrie Levine, Elaine Sturtevant ou Richard Prince abordaram a ideia de que a apropriacao era em si um tema artistico. Levine, por exemplo, incorporou obras inteiras nos seus trabalhos, chegando a fotografar fotografias de Walker Evans e a replicar a Fonte de Duchamp, desafiando a nocao de originalidade.

Hoje em dia a heranca deixada pelos artistas mencionados e visivel tanto nas artes visuais como no design e arte urbana. A publicidade apoia-se muitas vezes em imagens preexistentes para facilitar a comunicacao com o publico, utilizando imagens conhecidas da cultura popular. A apropriacao continua a inspirar artistas no mundo inteiro, consistindo numa reconhecida ferramenta de comunicacao, abrindo uma infinidade de portas a criatividade e a imaginacao.

2. O projeto na pratica

O projeto constou duma unidade didatica desenvolvida no ambito da pratica supervisionada na ESRDL em 2017/2018. Teve como ideia base desafiar os alunos, a partir de uma obra de arte preexistente, a criarem uma performance a ser apresentada ao vivo ou por meio de video, usando como ferramenta didatica o apropriacionismo. Foi proposto aos alunos um processo de descontextualizacao e recontextualizacao do objeto artistico, o que, por si so, deveria leva-los a um questionamento do que e arte e em que consiste uma obra de arte. Ao abordar estas questoes com os alunos, o projeto deveria, como sugere Fowler (1996), abrir-lhes os horizontes e faze-los entender que na arte e preciso existir uma ideia ou um pensamento por tras de uma inspiracao, mesmo que o objetivo final seja fazer a reproducao de outra obra.

Foi usada a investigacao-acao como abordagem, colocando o professor no papel de investigador, permitindo-lhe experimentar novas estrategias pedagogicas, no sentido de promover a mudanca e inovacao da realidade educacional. O processo de investigacao-acao implica diferentes etapas de acao seguidas por ciclos de reflexao que, por sua vez, conduzem a uma nova-acao. Tal abordagem concede ao professor, a possibilidade de testar uma teoria, mas da tambem aos alunos um papel central, pois transforma-os em intervenientes no processo de tomada de decisao (Sanches 2005), fomentando o trabalho em equipa e a reflexao. O dialogo permanente com o professor orientador (do planeamento a execucao na pratica) foi uma enriquecedora experiencia de aprendizagem. O trabalho desenrolou-se em quatro etapas:

(1) Apresentacao do projeto aos alunos, fazendo uma introducao ao conceito de performance, bem como ao de apropriacionismo, explicando tambem o que se entende por storyboard. Foi explicado, detalhadamente, como o trabalho ia ser organizado e quais os seus objetivos. Formaram-se os grupos e foram distribuidas entre eles as obras de arte. Pediu-se aos alunos que comecassem por fazer uma investigacao sobre a obra de arte, o artista, o seu trabalho, o respetivo movimento artistico, a sua epoca, etc.

(2) Interpretacao das obras. Dentro dos grupos de trabalho e com as informacoes recolhidas, os alunos passaram a interpretacao das obras, fazendo esbocos, desenhos de pesquisa, brainstorming, e escrevendo ideias. Todo este processo criativo foi documentado no Diario Grafico e criaram as suas pranchas de pesquisa. Seriam avaliados a seriedade da pesquisa, o trabalho em equipa, a capacidade de desenvolverem uma linguagem grafica baseada em ideias e conceitos, assim como a postura nas aulas.

(3) Elaboracao de um storyboard. Este exercicio individual consistiu no desenho do projeto de cada grupo e no registo do que a sua performance deveria ser. Pediu-se aos alunos um trabalho serio e mais elaborado, pois o storyboard seria um manual para entender e recriar a performance. Para este exercicio, seriam avaliados sobretudo o dominio dos conceitos e a clareza da acao pelo desenho.

(4) Apresentacao das performances. Os alunos teriam a liberdade de escolher o formato que desejassem (ou seja, como videos, teatro, mascaras, body painting, poesia, happenings) poderiam ate mesmo filma-las ou fotografa-las em vez de fazer a performance ao vivo, caso se sentissem pouco a vontade.

A proposta apresentada propunha-se abordar varios conteudos do Programa de Desenho A, 12 ano, centrando-se sobretudo nos Procedimentos e na Sintaxe. As Tecnicas e os Modos de Registo (onde estao incluidos o traco e a mancha) estao inseridos no topico dos Procedimentos, que sao a base de todo o projeto em artes visuais. Este topico e muito importante para o conceito de Apropriacao, tendo em conta que a recontextualizacao de uma obra requer ou a replicacao da sua tecnica original ou, por oposicao, uma tecnica que se lhe sobreponha ou que lhe de uma nova leitura pelo simples facto de ter sido escolhido um novo meio e/ou modo de representacao.

3. Resultados

Apesar do pouco tempo para a execucao do projeto (4 semanas) todos os grupos percorreram as fases propostas (investigacao, prancha de pesquisa, story board) e realizaram as suas performances. O feedback dos alunos atraves de um questionario aplicado sobre o processo, estrategia adotada e resultados obtidos foi muito positivo, mostrando que o projeto foi apreciado por todos. Muitos comentarios mencionavam o gosto de fazer "um tipo de trabalho diferente". O desenvolvimento da criatividade a par do entendimento da obra de arte, foram aspetos muito referidos. Apresentamos alguns dos trabalhos concluidos.

Liubov Popova (1912)--Ar + Homem + Espaco. Os alunos rapidamente associaram o codigo cromatico da obra com os elementos do titulo (Figura 1), decidindo recria-la da mesma forma com uma performance com body painting. Tinham tres cores para representar: o Homem (laranja), o Ar (azul) e o Espaco (cinzento), que seriam utilizadas num grande painel de papel preso a parede. Uma aluna serviu de modelo para ser pintada por outro aluno., enquanto outro elemento. tocava baixo num canto fazendo sons tanto estranhos como harmoniosos. Depois, convidaram o publico a participar e a concluir a intervencao (Figura 2).

Frantisek Hudecek (1943)--Witness. Os alunos fizeram um extenso trabalho de pesquisa., centrando-se num aspeto mais politizado da arte. O titulo "testemunha", no contexto da epoca, foi visto como negativo, personificando alguem que observa as outras para as delatar. Associaram esta ideia a vigilancia das policias secretas, fizeram uma ligacao a PIDE e ao historico das "testemunhas" relatando o tratamento dos prisioneiros (Figura 3). As alunas foram, em silencio, pondo fotografias no painel de cortica e ligando-as com um novelo de la vermelho. A apresentacao utilizou musicas de Zeca Afonso (Figura 4).

Marcel Duchamp (1912)--Nude Descending a Staircase. Atraves de uma performance mais teatralizada, os alunos deram a obra uma interpretacao sombria. Comecaram com um video de uma rosa a ser tingida de preto e em seguida incendiada (Figura 5). Assim que o video termina, um dos tres intervenientes vestidos de preto, parte com um martelo um pequeno modelo de escada e sai coxeando pela porta da sala. As duas outras "figuras" seguem e apanham-no a descer as escadas da escola. Nesta altura, ja o publico havia saido da sala para ver o que se estava a passar. As tres figuras retornam lentamente para dentro da sala, e as duas perseguidoras sentam a terceira, que se abraca aos joelhos em posicao de defesa. Antes de se sentarem novamente, uma das perseguidoras faz aparecer um novo modelo miniatura de escadas, que volta a colocar no lugar do modelo destruido, no principio da performance.

Kandinsky (1920)--Points. Os alunos optaram por uma pintura com as maos, numa longa folha de papel presa na parede utilizando cores para distinguir diferentes emocoes, inspirando-se na obra. Este foi o unico grupo cuja performance resultou numa obra material. Tivemos dificuldade em compreender a efetiva relacao com a obra original, excetuando a utilizacao da cor.

Osvaldo Peruzzi (1934)--Aeroppitura. Os alunos fizeram uma performance futurista, com violencia, movimento e uma referencia as maquinas, que mostraram em video na sala de aula (Figura 7). Embora o trabalho final, nao tenha sido marcado pela seriedade que teriamos desejado, ficamos particularmente satisfeitos com o resultado, uma vez que foi possivel perceber a clara associacao com a obra original (Figura 6).

David Bromberg (1914)--The Mud Bath. Trabalhando com video, interpretaram a obra como uma limpeza tanto do espirito como do corpo (Figura 8), mostrando uma mulher num chuveiro a metamorfosear-se (Figura 9). Tratou-se de um video curto e relativamente simples, porem produzido com esmero e seriedade o que se refletiu na qualidade do resultado.

Obra de Joan Miro (1924)--Harlequins Carnival. O grupo disfarcou-se de arlequins para interpretar a performance, sendo a ligacao com a obra facil de entender, tanto por meio das pinturas faciais, como pela escolha de cores (Figura 10). Assinale-se que, a fim de executar o seu trabalho, as alunas pediram auxilio aos pais, que tambem aparecem durante poucos instantes no video (Figura 11). Assim, o trabalho proposto na escola acabou por encontrar intervenientes nas familias das alunas, facto particularmente interessante, quando se pensa na funcao agregadora da escola.

Conclusoes

Defendemos que a presenca da obra de arte na sala de aula e essencial para o desenvolvimento da cultura visual, do pensamento critico dos alunos, servindo tambem para lhes dar a possibilidade de recriarem obras constantes do canone artistico, mas utilizando a sua propria criatividade. Ao longo deste trabalho, tentamos atraves de praticas artisticas de apropriacao, mostrar como a obra de arte pode servir tambem de base para um novo objeto artistico. Para alem de aprenderem sobre trabalhos artisticos, colocando-os no seu contexto historico/cultural, os alunos foram convidados a investir na sua propria interpretacao. Ao inves de receber passivamente interpretacoes aceites, foram incentivados a especular e implicar-se em conjeturas, criando uma resposta pessoal as artes. Procuramos introduzir os alunos a novas formas de pensar e ver as artes fomentando ao longo do processo um espirito critico e criativo. Esta proposta teve tambem a intencao de mostrar aos alunos que as artes plasticas se compoem de um vasto leque de possibilidades disciplinares, e que os meios de comunicacao podem ser varios e coexistir. O professor e aqui considerado como um designer de situacoes de aprendizagem, (Eisner, 2002), proporcionando instrumentos necessarios para desenvolver o potencial criativo dos alunos e a sua autonomia. Podemos afirmar que este projeto levou os alunos a refletir sobre questoes concetuais, desafiando a sua imaginacao, a curiosidade e o uso da mente.

Referencias

Appropriation. In: Tate Gallery, Glossary of Art Terms. URL: https://www.tate.org.uk/art/ art-terms/a/appropriation [acedido a 20 de novembro de 2018].

Appropriation. In:. MoMA-Learning. URL: https://www.moma.org/learn/moma_ learning/themes/ pop-art/appropriation/ [acedido a 20 de novembro de 2018].

Eisner, E. (2002). The arts and the creation of mind. London: Yale University Press

Elger, D. (2006). Dadaism. Colonia: Taschen Verlag.

Fowler, C. (1996). Strong arts, strong schools. The promising potencial and shortsighted disregard of the arts in american schooling. Oxford: Oxford University Press.

Marques, S. L. (2007). Copia e apropriacao da obra de arte na modernidade. Tese de Mestrado em Ciencias da Comunicacao: Variante Cultura Contemporanea e Novas Tecnologias. Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciencias Sociais Humanas.

Sanches, I. (2005). Compreender, agir, mudar, incluir. Da investigacao-accao a educacao inclusiva. Revista Lusofona de Educacao, [S.l.], v. 5, n. 5, nov. 2009, 5, p. 127-142.

JOAO BERNARDO DE OLIVEIRA NETO * & MARIA CONSTANCA VASCONCELOS **

Artigo completo submetido a 2 de maio de 2019 e aprovado a 15 maio de 2019

* Portugal. Actor, professor.

AFILIACAO: Universidade Lusofona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa, Campo Grande 376, 1749-024 Lisboa Portugal.E-mail: joboneto@yahoo.com

** Portugal, Professora.

AFILIACAO: Universidade Lusofona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa. Campo Grande 376, 1749-024 Lisboa, Portugal. E-mail: mcpvasconcelos@gmail.com

Caption: Figura 1 * Trabalho de pesquisa e brainstorm dos alunos com base na obra de Liubov Poppova.

Caption: Figura 2 * Performance Ar+Homem+Espaco realizada na sala de aula

Caption: Figura 3 * Nesta prancha de pesquisa pode-se ver a evolucao do raciocinio dos alunos que, partindo da premissa da obra de Hudecek, chegaram ao conceito de vigilancia e perseguicao.

Caption: Figura 4 * Performance na qual o quadro de cortica serviu de base para uma "investigacao" de pessoas desaparecidas e perseguidas durante a ditadura.

Caption: Figura 5 * Video apresentado pelos alunos durante a performance.

Caption: Figura 6 * Pesquisa dos alunos sobre a obra e o futurismo italiano.

Caption: Figura 7 * Recriacao de uma performance futurista pelos alunos.

Caption: Figura 8 * Ao longo do brainstorm os alunos procuraram como trabalhar com a ideia de banho e limpeza como se pode verificar.

Caption: Figura 9 * Performance de The Mud Bath

Caption: Figura 10 * Pesquisa mostra que os alunos se focaram muito no trabalho cromatico da obra de Miro.

Caption: Figura 11 * Performance de O Carnaval dos Harlequins
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Title Annotation:Original articles/Artigos originais
Author:de Oliveira Neto, Joao Bernardo; Vasconcelos, Maria Constanca
Publication:Materia-Prima
Date:May 1, 2019
Words:3112
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