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Angiografia in vivo para avaliacao da vascularizacao do casco de equinos.

In vivo angiography for evaluation of equine foot vasculature

INTRODUCAO

A laminite e uma doenca vascular periferica resultante da diminuicao da perfusao capilar no casco com significante abertura de anastomoses arteriovenosas, isquemia, necrose de suas laminas e dor (STASHAK, 1987; RODGERSON et al., 2000). O sistema vascular na patogenia da laminite tem sido objeto de estudo devido a sua importancia e a dificuldade em avalia-lo (HOOD, 1999). O complexo leito arterial e venoso podal esta envolvido por um estojo corneo, que em muito dificulta a sua avaliacao durante os quadros clinicos de laminite (POLLITT & MOLYNEUX, 1990).

Com a descricao de modelos experimentais de inducao de laminite por meio de superalimentacao com carboidratos (GARNER et al., 1975) e de ingestao de extrato da arvore noz negra americana (Juglans nigra) (MINNICK et al., 1987; GALEY et al., 1991), houve intenso incremento do conhecimento da patogenia dessa enfermidade equina (HOOD, 1999), possibilitando a diferenciacao das alteracoes vasculares.

Estudos propuseram que eventos hemodinamicos no estagio agudo da laminite incluiam venoconstricao na microvasculatura digital, abertura de anastomoses arteriovenosas e ocorrencia de microtrombos (COFFMAN et al., 1970; ACKERMAN et al., 1975; MUNGALL et al., 2001; RODGERSON et al., 2000). A reducao de circulacao atraves dos capilares laminares, culminando na separacao das juncoes dermoepidermicas, e descrita como resultado de isquemia e morte da lamina digital (MUNGALL & POLLITT, 2002).

A compreensao das ocorrencias vasculares dentro do casco passou a ser o foco de trabalhos cientificos desde que COFFMAN et al. (1970) descreveram a circulacao do casco atraves da angiografia venosa em equinos mantidos sob anestesia geral, demonstrando reducao do fluxo sanguineo laminar durante a laminite. Tambem por meio de angiografia, porem in vitro, ACKERMAN et al. (1975) descreveram as alteracoes vasculares arteriais no casco de animais com laminite cronica, evidenciando a reducao acentuada da perfusao sanguinea das laminas quando comparados com animais sadios. Em ambos os trabalhos, apenas caracteristicas qualitativas do preenchimento vascular puderam ser avaliadas.

REEDEN et al. (1993) demonstraram que a tecnica de venografia podia ser realizada in vivo com preenchimento retrogrado tambem do leito arterial. LESSA et al. (1997) descreveram a cateterizacao da arteria digital palmar comum, em animais sob anestesia geral, com fins de arteriografia, em vez da cateterizacao da arteria digital palmar medial, que, segundo SILVA (1988), seria mais passivel de obstrucoes. ROSENSTEIN et al. (2000) realizaram arteriografias em cascos isolados de equinos com vistas a medicao do diametro arterial na extremidade distal do membro e constataram que o efeito de magnificacao radiografica altera as medicoes arteriais quando comparadas as in vitro. ACKERMAN et al. (1975), SCOTT et al. (1976) e ROSENSTEIN et al. (2000) evidenciaram espasmo arterial durante a aplicacao de contraste radiologico na arteriografia, devido a puncao arterial ou mesmo pela acao direta do contraste, o que podia comprometer a avaliacao vascular por meio dessa tecnica.

O Doppler ultra-som foi comparado a tecnica de arteriografia, sendo considerado similar e menos invasivo. Foram demonstradas as alteracoes no preenchimento arterial durante o apoio e a sustentacao do membro, evidenciando falha de preenchimento vascular durante a fase de apoio do casco ao solo; porem, essa tecnica nao permitiu a avaliacao da vascularizacao dentro do estojo corneo (SANT'ANNA JUNIOR et al., 2001).

WORSTERS et al. (2000) utilizaram cintilografia in vivo para avaliar os efeitos do calor e frio sobre a vascularizacao do casco de equinos saudaveis. A tecnica foi escolhida por nao ser invasiva e por eliminar a interferencia do vasoespasmo descrito na arteriografia, apesar de custo mais elevado. Os autores concluiram que a exposicao do casco a diferentes temperaturas reduz a perfusao tecidual quando exposto ao frio e, de maneira oposta, aumenta o fluxo sanguineo quando o casco e submetido ao calor.

HOOD et al. (2001) avaliaram a relacao entre calor e frio com a vascularizacao do casco de equinos saudaveis. O metodo empregado foi a medicao da temperatura externa do casco e mostrou-se pouco sensivel em demonstrar mudancas na perfusao vascular digital por sofrer influencia da temperatura do ambiente externo.

REDDEN (2001) descreveu a tecnica de venografia in vivo com equinos mantidos em apoio quadrupedal sob sedacao. A tecnica elimina a necessidade de anestesia geral, o que reduz a complexidade de aplicacao do contraste radiopaco intravascular, da mesma forma que se minimizam os custos. O contraste nao provocou espasmo vascular como nas arteriografias descritas anteriormente. A angiografia torna-se entao uma alternativa, com minima invasao, de avaliacao do leito vascular do casco in vivo passivel de realizacao no campo e com baixo custo.

Diversos metodos tem sido utilizados para avaliacao do fluxo sanguineo durante casos de laminite, porem nao e possivel o estabelecimento de uma unica linha de entendimento dos fenomenos que ocorrem desde a fase prodromica ate a fase cronica da entidade nosologica. A variedade de meios utilizados, em que todos avaliam o leito vascular por meios indiretos, nos quais se pode inferir maior ou menor fluxo sanguineo, dificultam a compreensao dos eventos circulatorios. Alem desse fato, nao ha concordancia plena entre os autores a respeito dos mecanismos da patogenia. A bibliografia descrita evidencia a venografia como um possivel modelo para estudo da isquemia presente durante o quadro de laminite induzida experimentalmente, porem nao permite elucidar se pequenas alteracoes de vasoconstricao ou vasodilatacao podem ser visualizadas por esse metodo.

Dessa forma, a proposicao deste trabalho e demonstrar a venografia in vivo como meio de avaliacao qualitativa vascular da circulacao sanguinea do casco de equinos sadios, possibilitando um modelo simples, mas fidedigno, para avaliacao futura da acao de farmacos vasoativos sobre a regiao descrita.

MATERIAL E METODOS

Foram utilizados 15 equinos, sendo seis machos castrados e nove femeas, sem raca definida e com idade variando entre 6 e 8 anos. Os animais tiveram a face lateral e medial da quartela tricotomizada desde a regiao correspondente a face lateral da articulacao metacarpofalangiana ate a borda coronaria do mesmo lado. Ambas as faces de um unico membro anterior foram preparadas para que o melhor acesso venoso fosse eleito no momento da venopuncao. O bloqueio anestesico no nervo digital palmar lateral e medial se fez necessario para o acesso venoso sem dor e foi realizado por meio da aplicacao de 4ml de cloridrato de lidocaina 2%, sem vasoconstritor (a) na regiao perineural distal a articulacao metacarpofalangiana. Os animais foram sedados com 0,04mg por kg de peso de romifidina (b).

Apos o tempo de latencia do anestesico local, o cateter intravenoso (c) foi colocado por venopuncao asseptica na veia digital palmar lateral ou medial, no sentido da extremidade distal. Ao cateter fixou-se um tubo extensor de PVC (d) de 20cm, proximal a articulacao metacarpofalangiana, e foi mantido pervio por meio da infusao continua e lenta de solucao salina isotonica. Em seguida, foi aplicada atadura elastica (e) no terco distal da regiao metacarpiana e sobre ela um garrote fez a funcao de torniquete. O membro foi entao posicionado sobre um apoio de madeira de forma a permitir a execucao de exame radiografico em incidencia dorsopalmar, com 55 kV, 80 mA e tempo de 0,075s com foco na regiao do bordo coronario. Estando o animal e o equipamento radiografico posicionados adequadamente, foi cessada a infusao de solucao salina isotonica e iniciou-se a aplicacao sob pressao de 20mL de contraste radiopaco iohexol (f) de maneira rapida. Terminada a aplicacao, foi realizada, imediatamente, a primeira exposicao radiologica em incidencia dorsopalmar. Em seguida, o garrote e a atadura elastica foram removidos para que ocorresse dispersao do contraste aplicado, mantendo o acesso venoso com infusao de solucao salina isotonica. Com a finalidade de aumentar a acuracia, foram realizadas radiografias simples, depois de solto o torniquete, para evidenciar possivel acumulo de contraste.

Estando a radiografia obtida com qualidade tecnica desejavel, o casco foi submetido ao tratamento termico para promover vasodilatacao, sendo submerso em agua aquecida a 47[grados]C por 30 minutos. Apos esse periodo, foi aplicada novamente atadura elastica e torniquete e o membro posicionado de maneira adequada para incidencia dorsopalmar, sendo uma nova infusao de 20mL de contraste radiopaco aplicada na veia digital palmar lateral ou medial. Imediatamente apos a infusao de contraste, a tomada radiografica foi realizada utilizando-se a mesma tecnica radiologica. Em seguida, o garrote e a atadura elastica foram removidos. Para promover vasoconstricao, essa sequencia radiografica foi realizada apos o casco ser submerso em agua resfriada a 4[grados]C por 30 minutos.

RESULTADOS E DISCUSSAO

As radiografias visaram ao acompanhamento das alteracoes vasculares digitais. Portanto, apenas a regiao mais distal da terceira falange foi observada, tendo-se em vista que a regiao correspondente a falange media fornecia intensa sobreposicao de estruturas anatomicas, impedindo o estudo vascular.

Em todos os 15 exames angiograficos realizados, com uma excecao, na qual ocorreu falha de torniquete, foi possivel observar o contorno da extremidade distal da falange distal, assim como o preenchimento vascular da intensa rede venosa laminar (Figura 1). COFFMAN et al. (1970) demonstraram aspectos vasculares digitais por meio de arteriografias e radiografias dorsopalmares em equinos com laminite. Porem, essas nao sao observacoes fidedignas, pois sao passiveis de artefatos ocasionados pelo vasoespasmo arterial (ACKERMAN et al., 1975; SCOTT et al., 1976; ROSENSTEIN et al., 2000). No presente trabalho, nao foram observadas alteracoes compativeis com espasmo vascular, caracterizado por diminuicao do diametro vascular preenchido pelo contraste. Isso possivelmente ocorreu devido a utilizacao da via venosa e nao da arterial, de maneira semelhante a descrita por ROSENSTEIN et al. (2000).

[FIGURA 1 OMITIR]

As radiografias simples realizadas logo apos a liberacao do garroteamento demonstraram que, apos 20 segundos de desfeito, nao e mais possivel evidenciar contraste no leito vascular evitando-se um artefato de tecnica por efeito cumulativo, apos varias aplicacoes sequenciais do mesmo.

REDDEN (2001) descreve a tecnica da venografia digital com exposicao radiografica predominantemente lateromedial, que ocasiona sobreposicao da imagem dos vasos. A exposicao dorsopalmar mostrou-se mais efetiva em minimizar o efeito de sobreposicao vascular obtida na vista lateromedial, de forma que e possivel a individualizacao da vasculatura laminar. No entanto, a intensa ramificacao desse leito venoso impede a mensuracao direta de seu diametro sobre a radiografia na metodologia realizada por ROSENSTEIN et al. (2000).

A cateterizacao da veia digital palmar medial ou lateral foi facilitada pela analgesia provocada pela anestesia regional e pela sedacao, porem a concavidade lateromedial da regiao interfalangiana em muito dificultou o acesso vascular e, principalmente, sua manutencao, durante todo o periodo necessario para o procedimento. O acesso venoso por meio de scalp, como descrito por REDDEN (2001), e realizado com menor dificuldade, porem sua manutencao intravascular nao resiste a movimentacao do animal, mesmo que minima, durante todo o periodo necessario. Assim sendo, a utilizacao de um cateter mostrou-se superior.

A aplicacao de contraste posterior a venopuncao foi realizada apenas apos a constatacao de retorno sanguineo pelo tubo extensor. Todas as vezes em que esse principio nao foi respeitado, houve falha de preenchimento pelo contraste, devido a baixa compressao aplicada ao garroteamento, que permitia a rapida dispersao do contraste. Entretanto, o garroteamento, devidamente aplicado, causou incomodo ao animal logo apos sua colocacao e, principalmente, durante a administracao do contraste, levando a movimentacao durante a exposicao radiografica, o que inviabilizou inumeras vezes o procedimento.

REDDEN (2001) indica a manutencao do membro em flexao para serem evitadas falhas de preenchimento. Essa tecnica nao pode ser mantida, pois o casco nao permanece necessariamente na mesma posicao em cada radiografia realizada. Portanto, nao ha padronizacao em todas as exposicoes, o que impossibilita a comparacao de preenchimento dos vasos pelo contraste nas radiografias sequenciais com e sem tratamento termico. No presente trabalho, os animais tiveram seus cascos mantidos em apoio sobre um suporte durante cada radiografia, mantendo-se a posicao com precisao. Os cascos apoiados, por sua vez, em muito dificultaram a aplicacao do contraste. A pressao necessaria para cada aplicacao foi intensa, elevando em mais de um minuto cada administracao e propiciando incomodo ao animal, com sua consequente movimentacao. Diversas vezes a pressao demasiada desconectou a seringa do tubo extensor ou este do cateter, levando a perda de contraste e ocasionando o nao aproveitamento de eventos experimentais.

O suporte empregado para o casco mostrouse satisfatorio, permitindo, quando da cooperacao do animal, uma estabilidade do membro e padronizacao radiografica. Os cascos permaneceram em apoio durante o exame, porem sem que fosse possivel dimensionar a forca empregada por cada animal no apoio.

[FIGURA 2 OMITIR]

No presente estudo, as angiografias obtidas apos tratamento termico, quente e frio, produziram alteracoes radiograficas perceptiveis no plexo circunflexo, as quais, porem nao se repetiram em todas as exposicoes sequenciais realizadas. Em 26,66% dos animais obteve-se imagem radiopaca, com bordas mal definidas, de aspecto nebuloso, ao redor de cada lamina dermica (Figura 2), causada pela vasodilatacao induzida pelo calor, fato que poderia ser comprovado, segundo WORSTER et al. (2000), atraves de maior perfusao das laminas, por meio de cintilografia. De maneira oposta, pode-se observar reducao da imagem laminar radiopaca quando da vasoconstricao ocasionada pela imersao do casco em agua a 4[grados]C, por 30 minutos (Figura 3). A imagem radiopaca que evidencia, as laminas sem delimita-las perfeitamente, foi creditada a um maior preenchimento vascular pelo contraste quando da vasodilatacao. Na vasoconstricao, quando a visualizacao das laminas dermicas foi dificultada, podese inferir que houve menor plenitude no preenchimento das laminas pelo contraste. Esse aspecto pode ser comprovado em quatro radiografias, porem nao se repetiu em todas as angiografias realizadas.

[FIGURA 3 OMITIR]

Em sete radiografias, houve falha de preenchimento pelo contraste na face lateral ou medial, o que inviabilizou a comparacao entre tratamentos termicos. A incompleta visualizacao vascular ocorreu apos aplicacao de calor sobre o casco ou apos tratamento pelo frio, sendo que as radiografias realizadas antes do tratamento termico possuiam preenchimento de contraste adequado. Possivelmente, esse artefato tenha ocorrido por apoio desigual do membro sobre o suporte, o que ocorreu de maneira imperceptivel durante o exame, mas que acarreta pressao extraluminal desigual sobre os vasos dentro do casco (Figura 4).

CONCLUSAO

A angiografia digital em equinos pode ser realizada in vivo com o animal em posicao quadrupedal. E um metodo sensivel para evidenciar vasoconstricao e vasodilatacao dentro do estojo corneo em radiografias dorsopalmares, porem inumeros fatores podem contribuir para o aparecimento de artefatos de tecnica, o que inviabiliza a avaliacao qualitativa da perfusao laminar do casco por esse metodo.

Recebido para publicacao 30.05.06 Aprovado em 09.05.07

[FIGURA 4 OMITIR]

REFERENCIAS

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FONTES DE AQUISICAO

(a) Hipolabor Farmaceutica Ltda - Sabara, MG., Brasil.

(b) Sedivet[R] - Boehringer Ingelheim doBrasil -- Sao Paulo, SP, Brasil.

(c) Nipro[R] - Nipro Medical Ltda -- Sorocaba, SP, Brasil.

(d) Tecnobio[R] - Tecnobio Ltda -- Sao Paulo, SP, Brasil.

(e) Tensor[R] - Sara Lee Corporation -- Cotia, SP, Brasil.

(f) Omnipaque[R] Sanofi-Synthelabo Ltda -- Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Carlos Henrique Maciel Brunner (I) * Maria de Fatima Monteiro Martins (I) Enio Eduardo Bovino (I)

(I) Instituto de Ciencias da Saude, Universidade Paulista (UNIP), Rua Tenente Julio Prado Neves, 965, Bairro Tremembe, 02370-000, Sao Paulo, SP, Brasil. E-mail: carlosbrunner@uol.com.br. * Autor para correspondencia.
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Title Annotation:texto en portugues
Author:Maciel Brunner, Carlos Henrique; Monteiro Martins, Maria de Fatima; Bovino, Enio Eduardo
Publication:Ciencia Rural
Date:Jan 1, 2008
Words:3425
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