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Anatomy of encephalon arterial circuit in lesser anteater/Anatomia do circuito arterial do encefalo em Tamandua-mirim.

INTRODUCAO

O tamandua-mirim (Tamandua tetradactyla) ocorre na America do Sul, a leste dos Andes, da Venezuela ate o norte da Argentina e Uruguaio no Brasil, aparece em todos os biomas (Amazonia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlantica, Pantanal e Pampa). Possui porte medio, cauda semi-preensil e sem pelos longos, corpo coberto por pelos curtos, densos e grossos, apresentando coloracao amarelada, em contraste com os pelos do dorso, com coloracao escura, formando um desenho semelhante a um colete preto (TAVARES & KOENEMANN, 2008).

Pertence a ordem Xenarthra, apresentando comportamento e metabolismo letargicos, o que se relaciona de forma direta ao seu habito alimentar, constituido de alimentos pouco energeticos, tais como formigas, cupins, abelhas e mel. Para conseguir o alimento, ele utiliza suas fortes garras para fazer buracos no cupinzeiro e a lingua para capturar os insetos (TAVARES & KOENEMANN, 2008).

O estudo morfofuncional do sistema nervoso central vem demonstrando aspectos interessantes e pouco explorados, em especial aqueles relativos ao suprimento sanguineo para o encefalo (CUNHA et al., 2001). Nos animais domesticos, as arterias encefalicas apresentam diferentes arranjos, devido as arterias formadoras do "circulo de Willis", que consiste em um circulo arterial localizado na base do cerebro. Dessa forma, o comportamento das arterias encefalicas, comparativamente entre especies, exibe um modelo basico ao qual sao acrescentadas modificacoes relativas aos diferentes grupos de animais (LIMA et al., 2006).

O circuito arterial da base do encefalo, interpretado por alguns autores (KRAMER, 1912; SHELLSHEAR, 1927; ROGERS, 1947) como uma anastomose de irrigacao, foi analisado em alguns vertebrados, como o cavalo (SANTOS, 1987), fetos de bovinos azebuados (MELO, 1996); bufalos (DING et al., 2007); caes (ALCANTARA & PRADA, 1992) raposas (DEPEDRINI & CAMPOS, 2003); em ratos (ANDRADE, 1983) capivaras (RECKZIEGEL et al., 2004), marsupiais (LINDEMANN et al., 2000) e em perus (CARVALHO & CAMPOS, 2011).

O conhecimento do circuito arterial encefalico tem sua importancia ao subsidiar estudos para doencas como o acidente vascular encefalico ou derrame. Estudos vem sendo desenvolvidos e o modelo ideal para pesquisas com acidente vascular encefalico deve envolver varios fatores e possuir um numero de caracteristicas similares aos humanos e, apos a inducao do processo patologico, os resultados devem ser investigados com o minimo de limitacoes. Os modelos mais aplicaveis para pesquisas nesta area sao os roedores e os lagomorfos. Tais modelos satisfazem todos os requerimentos basicos necessarios para induzir, manipular e tratar as doencas que afetam os humanos. No entanto, outros modelos podem ser explorados por meio de estudos similares (CASALS et al., 2011).

Na tentativa de esclarecer aspectos da vascularizacao cerebral em Tamandua-mirim, este estudo ateve-se a descricao dos vasos da base do encefalo, determinando quais os vasos que contribuem para a formacao do circuito arterial e seus principais ramos.

MATERIAL E METODOS

Foram estudados cinco encefalos de tamanduas-mirins, adultos, sendo tres femeas e dois machos. Oriundos da empresa Hydro Mineracao Paragominas--PA--S.A., sob autorizacao SEMA-PA no 455/2009 e 522/2009, doados ao Laboratorio de Pesquisa Morfologica Animal (LaPMA) da Universidade Federal Rural da Amazonia (UFRA) apos morte por atropelamento.

Foi realizada a injecao de latex Neoprene 650, corado com pigmento vermelho, utilizando como acesso a aorta toracica. Em seguida, as pecas foram fixadas em solucao aquosa de formoldeido a 10% por meio de injecoes intramusculares, subcutaneas e intracavitarias. Os animais foram mantidos nessa solucao por no minimo 72h e, decorrido este periodo, os encefalos foram removidos. Toda a nomenclatura adotada foi baseada na Nomina Anatomica Veterinaria (INTERNATIONAL COMMITTEE ON VETERINARY GROSS ANATOMICAL NOMENCLATURE, 2005).

RESULTADOS

Ao estudarmos os vasos da base do encefalo do Tamandua tetradactyla, observamos que o circuito arterial nessa especie foi suprido por tres fontes, rostralmente pelas arterias carotidas internas e caudalmente pela arteria basilar (Figura 1).

Os arranjos dos ramos rostrais, direito e esquerdo, das arterias carotidas internas, apresentaram caracteristicas morfologicas que lembram uma figura hexagonal, disposta ventralmente em relacao a base do encefalo, rostralmente ao quiasma optico e, liberando ao longo de seu trajeto as arterias cerebral media e cerebral rostral e, ainda, a arteria comunicante rostral, que promoveu o fechamento do circuito arterial do encefalo rostralmente (Figura 1).

A arteria cerebral media avancou lateralmente ao lobo piriforme e se distribuiu na superficie dorsolateral dos hemisferios cerebrais. A arteria cerebral rostral derivou-se medialmente da arteria carotida interna e projetou-se medio-rostralmente em direcao ao sulco longitudinal onde se anastomosou com o vaso homologo contralateral para formar a arteria comunicante rostral. Esta se apresentou como um vaso unico, localizado rostro dorsalmente ao quiasma optico, projetou-se em direcao ao sulco longitudinal e supriu o corpo caloso, a area olfatoria rostral e o polo rostral dos hemisferios cerebrais (Figura 1).

A porcao caudal do circuito arterial do encefalo, formada pelos ramos caudais das arterias carotidas internas, em ambos os antimeros, originouse das arterias homonimas e dirigiram-se, caudalmente, para terminarem, apos as emergencias das arterias cerebrais caudais, anastomosando-se nas superficies ventrais dos pedunculos cerebrais com os correspondentes ramos terminais da arteria basilar ou arterias comunicantes caudais (Figura 1).

As arterias vertebrais, direita e esquerda, originarias das arterias subclavias, ascenderam pelo pescoco e penetraram no canal vertebral apos passarem pelos forames alar e vertebral lateral. Na superficie ventral da medula espinhal, esses vasos cruzaram o forame magno e se juntaram, formando a arteria basilar. A arteria basilar, apos sua origem, dirigiu-se rostralmente e diminuiu progressivamente o seu calibre caudorrostralmente ate a superficie ventral dos pedunculos cerebrais, onde se bifurcou em seus ramos terminais ou arterias comunicantes caudais, que, por sua vez, anastomosaram-se com os correspondentes ramos caudais das arterias carotidas internas. Tambem foi possivel observar a arteria basilar liberando ramos para a medula oblonga (Figura 1).

A arteria cerebelar caudal, originada no primeiro terco da arteria basilar, localizada em ambos os antimeros, dupla e disposta dorsalmente a medula oblonga, projetou-se lateralmente para irrigar a parte caudal e caudolateral dos hemisferios cerebelares. Ja a arteria cerebelar media apresentou origem no terco medio da arteria basilar e se projetou lateralmente, cruzando as raizes dos nervos facial e vestibulococlear ate alcancar a face dorsolateral dos hemisferios cerebelares. A arteria cerebelar media tambem emitiu ramos para a ponte. A arteria cerebelar rostral que, em todos os animais apresentou-se dupla no antimero direito e tripla no antimero esquerdo, localizou-se caudalmente na origem do nervo oculomotor (Figura 1).

Apos a emissao dos ramos supramencionados, a arteria basilar bifurcou-se em seus ramos terminais ou arterias comunicantes caudais, que seguiram paralelas e passaram lateralmente e bem proximas do corpo mamilar e hipofise. A arteria basilar em seu trajeto caudo-rostral pelo sulco mediano apresentou sinuosidade discreta em todos os animais estudados (Figura 1).

Das arterias comunicantes caudais, surgiu a arteria cerebral caudal, dupla em ambos os antimeros em todos os especimes estudados, avancou dorsolateralmente em torno do pedunculo cerebral, atingindo o mesencefalo e o polo caudal dos hemisferios cerebrais (Figura 1).

DISCUSSAO

Estudos filogeneticos em animais domesticos demonstraram que diversos arranjos de multiplas arterias constituem o circulo de Willis, mas essas diferentes caracteristicas morfologicas nao necessariamente representam as adaptacoes evolutivas (CASALS et al., 2011). Em vertebrados inferiores, somente a arteria carotida interna e responsavel pela vascularizacao encefalica sem contribuicao da arteria basilar. Em vertebrados superiores, somente a arteria basilar e responsavel por essa funcao. Em uma terceira fase de evolucao, a arteria basilar e a carotida sao responsaveis pelo suprimento sanguineo do encefalo (CAMPOS et al., 2003).

De acordo com DE VRIESE (1905), a irrigacao encefalica dos vertebrados pode ser classificada em tres tipos: tipo I, em que a irrigacao e exclusivamente via arteria carotida interna; tipo II, em que o encefalo e irrigado pela carotida e sistema vertebro-basilar, com distribuicao igual entre os dois sistemas ou a predominancia de um sobre o outro; e o tipo III, em que a irrigacao do encefalo se da exclusivamente via sistema vertebro-basilar. Exemplos dos tres tipos incluem a galinha (Gallus gallus) (CAMPOS et al., 1995), gamba (Didelphis sp.) (VORIS, 1928; GILLIAN, 1972; LINDEMANN, et al., 2000) e a capivara (Hydrochoerus hydrochaeris) (RECKZIEGEL, et al., 2001).

De acordo com a classificacao de DE VRIESE (1905), o tamandua-mirim (Tamandua tetradactyla) apresenta o tipo II de irrigacao encefalica, no qual existe a participacao da arteria carotida interna e do sistema vertebro-basilar para a formacao do circuito arterial. Esses dados corroboram o descrito para o cao (GETTY, 1986), gato (LIMA et al., 2006; LIMA et al., 2010), equino (GETTY, 1986; SOUZA et al., 2010), suino (FERREIRA & PRADA, 2005) e gamba (Didelphis sp.) (VORIS, 1928; GILLIAN, 1972; LINDEMANN, et al., 2000).

No cao, ALCANTARA & PRADA (1992) descreveram que a figura formada pelas carotidas e arteria basilar nao corresponde em seu todo nem a um poligono arterial, como descrito por BAPTISTA (1992), nem a um hexagono, como citam ELLENBERGER & BAUM (1977), nem tampouco a um circulo arterial, como descreve DE VRIESE (1905). Ja no Tamandua tetradactyla, a formacao observada corresponde a um hexagono, tal como descrito por ELLENBERGER & BAUM (1977).

Tratando da parte rostral do circuito arterial da base do encefalo do Tamandua tetradactyla, entram nessa composicao os ramos de divisao rostro-mediais derivados da arteria carotida interna direita e esquerda, sendo eles a arteria cerebral media, a arteria cerebral rostral e a arteria comunicante rostral. Esse tipo de conformacao foi previamente descrito para o cao, equino e bovino (GETTY, 1986).

Com relacao a parte caudal do circuito arterial da base do encefalo do Tamandua tetradactyla, encontram-se nessa composicao os ramos derivados da arteria basilar (arteria cerebelar caudal, cerebelar media e cerebelar rostral) e arterias comunicantes caudais (arteria cerebral caudal). Em perus (Meleagris gallopavo), o circuito arterial encefalico apresentouse aberto rostralmente e caudalmente e o suprimento de sangue para o encefalo foi exclusivamente pelo sistema carotideo (CARVALHO & CAMPOS, 2011).

Nos animais domesticos, a arteria cerebelar caudal tem origem na arteria basilar, podendo ser multipla, porem esta multiplicidade nao ocorreu em nossos estudos. A arteria cerebelar rostral tem origem nas arterias comunicantes caudais e, ocasionalmente, nos suinos, ovinos e equinos, tem origem na arteria basilar, podendo ser multipla em felinos, suinos, ovinos e equinos. A arteria cerebral caudal tem origem nas arterias comunicantes caudais, sendo dupla em equino e multipla em caninos. Em nosso estudo, percebemos que a arteria cerebral caudal apresentou-se dupla em todos os especimes analisados (SCHALLER, 1999).

Ainda alicercado por DE VRIESE (1905), a arteria carotida interna e bem desenvolvida no embriao de rato, estando dividida em um ramo cranial e um ramo caudal, assim como em outros vertebrados. No inicio do desenvolvimento, as arterias vertebrais nao existem, mas elas aparecem depois e se anastomosam com o ramo terminal caudal da arteria carotida interna. Em adultos, os ramos da arteria basilar se unem ao tronco da carotida, ocorre atrofia progressiva do sistema carotido cerebral caudal e um secundario e progressivo desenvolvimento do sistema vertebral. Considerando o arranjo das arterias cerebrais em vertebrados inferiores, em que o circulo de Willis e formado exclusivamente pelas arterias carotidas internas conectadas caudalmente a um sistema rudimentar da arteria vertebral, assume-se que as arterias que suprem o encefalo sao as arterias carotidas internas. Comparando com as arterias carotidas, as arterias vertebrais sao o mais recente avanco na irrigacao do cerebro.

De acordo com TANDLER (1898) e DE VRIESE (1905), a arteria basilar e formada pela anastomose das arterias vertebrais e subsequentemente bifurca ao nivel da ponte em ramos terminais conhecidos como arterias comunicantes posteriores. DE VRIESE (1905) descreve ainda que a arteria cerebral caudal pertence morfologicamente ao grupo da carotida, e tambem pertence ao dominio vertebral, devido a sequencia de mudancas vasculares secundarias que ocorrem em muitos roedores.

A arteria cerebral media em C. cobaya e derivada do tronco comum das arterias cerebrais, enquanto que em S. vulgaris, S. aureogaster, S. americanas e Arctomys marmota, ela emerge da arteria comunicante caudal (TANDLER, 1898). Entretanto, DE VRIESE (1905) descreve que em H. cristata, Lagostomus, Arctomys e Myoxus, a arteria cerebral media e derivada da arteria comunicante caudal, corroborando nossos resultados para o tamandua-mirim, enquanto que, em Sciurus, C. cobaya e C. aguti, ela e projetada como um ramo da bifurcacao da arteria basilar.

A arteria cerebral rostral, descrita por TANDLER (1898) em C. cobaya, derivou do tronco comum da arteria comunicante caudal e, eventualmente, forma um circulo arterial fechado. De acordo com DE VRIESE (1905), em H. cristata, Lagostomus, Arctomys e Myoxus, as arterias cerebrais rostrais terminam nas arterias comunicantes caudais, que se juntam para formar a arteria comunicante rostral. No Tamandua tetradactyla, as referidas arterias originaram-se da arteria carotida comum e se unem para formar a arteria comunicante rostral.

As arterias cerebrais caudais direita e esquerda apresentaram-se duplas em todos os animais estudados e sempre localizadas na face ventral do pedunculo cerebral, rostralmente ao nervo oculomotor. Esse achado discorda do que foi descrito por JENKINS (1978) em estudos anatomicos em caes, nos quais a arteria cerebral rostral apresentou-se unica em ambos os antimeros.

CONCLUSAO

A disposicao e o arranjo apresentado pelas arterias da base do encefalo do Tamandua tetradactyla sao representados pelos ramos rostrais e caudais das arterias carotidas internas e, ainda, pelas arterias comunicantes caudais. A porcao rostral desse circuito e caracterizada pelos ramos rostrais das arterias carotidas internas, sendo fechada pela presenca da arteria comunicante rostral. A porcao caudal do circuito arterial do encefalo e constituida pelas arterias comunicantes caudais e ramos caudais da arteria carotida interna.

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Ana Rita Lima (I) * Luiza Correa Pereira (II) Erika Branco (I)

(I) Laboratorio de Pesquisa Morfologica Animal (LaPMA), Faculdade de Medicina Veterinaria, Universidade Federal Rural da Amazonia (UFRA), Avenida Presidente Tancredo Neves, 2501, Bairro Montese, 66077-530, Belem, PA, Brasil. E-mail: vetlima@uol.com.br.

* Autor para correspondencia.

(II) Hydro--Mineracao Paragominas S.A. Estrada Mineracao, Paragominas, PA, Brasil.

Recebido para publicacao 12.09.11 Aprovado em 05.07.12 Devolvido pelo autor 26.10.12 CR-6005
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Author:Lima, Ana Rita; Pereira, Luiza Correa; Branco, Erika
Publication:Ciencia Rural
Date:Feb 1, 2013
Words:3410
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