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Analysis on the loss of weight in MMA'S competitors in period pre-contest and the force's response/ Analise sobre a perda de peso em atletas de MMA em periodo pre-competitivo e as respostas da forca.

O ESPORTE MMA

Antigamente chamado de Vale-Tudo, o atual esporte MMA (Mixed Martial Arts em ingles ou Artes Marciais Mistas em portugues) reuni varias modalidades de luta em uma regra unica de combate. O esporte MMA e de contato corporal. Os golpes podem ser traumaticos, desiquilibrantes, de projecao, imobilizadores e finalizadores. A luta e dinamica e possibilita grande variabilidade nas acoes como, socar, chutar, dar joelhadas, projetar o adversario, lutar no chao, imobilizar e finalizar. As regras do combate evoluiram para proteger os atletas e diminuir a incidencia de lesoes. A decisao de quais serao as regras e do evento ou de uma Comissao Esportiva.

O esporte de luta MMA se populariza gracas ao reconhecido profissionalismo dos eventos realizados. As estruturas bem montadas, equipes de apoio, teloes com imagens ao vivo, alimentacao, cobertura televisionada do evento, isso sao partes de um grande show que os promotores de evento realizam, alem da escolha criteriosa de bons atletas para lutas casadas ou um Gran Prix, a promocao de campeonatos amadores, o pagamento de bolsas mais altas aos atletas, o patrocinio das grandes empresas que divulgam suas marcas e a participacao de orgaos publicos.

O novo esporte MMA se populariza surpreendentemente rapido e a importancia dos cuidados com a saude do atleta significa, em resumo, maior expectativa de "vida esportiva" para atleta e maior qualidade nos combates.

A COMPETICAO

A grande maioria das competicoes oficiais segue as regras do maior evento do mundo de MMA chamado Ultimate Fight Championship (UFC). Sao 3 rounds de 5 minutos de combate e uma disputa de cinturao sao 5 rounds de 5 minutos. Os atletas sao divididos por categorias de peso corporal total. E decisao do lutador e de sua equipe em qual categoria lutar, pois este sera o peso que devera ter 1 dia antes do combate. O peso combinado e registrado em contrato e se nao atingir o peso na balanca e descontado o valor da multa na bolsa do atleta. Apos a pesagem o atleta procura alimentacao, hidratacao e descanso, principalmente, aqueles que fizeram dietas alimentares rigorosas ou restricoes hidricas.

O TREINAMENTO PARA OS COMBATES

Os atletas treinam basicamente um tipo de luta em pe com golpes traumaticos e desiquilibrantes, como o karate, full-contact, muay-thai, boxe e o kung-fu, e um tipo de luta de chao ou "agarrada", que tem projecoes, imobilizacoes e finalizacoes, como o jiu-jitsu, judo, wrestling, greco-romana, luta-livre. Exemplo de modelo de treinamento e treinar 2 modalidades de lutas, mais treinamento com pesos e outros treinamentos especificos. De maneira generalista o atleta treina um pouco de tudo e com priorizacao em suas deficiencias.

Os treinos de luta sao divididos em partes distintas de execucao, como: o aquecimento, o desenvolvimento de tecnica e aprendizagem motora, a treino da luta e o treinamento fisico. Pode durar de 1 a 2 horas o treino e existe uma grande variabilidade de metodologias. Os treinamentos de luta sao rigorosos. A busca pelo melhor desempenho e cobrado pelo professor, tecnico ou mestre, mas, a maior cobranca por resultados positivos e a do proprio atleta.

A DIMINUICAO DO PESO PARA ATINGIR A CATEGORIA

O presente trabalho visa analisar possiveis beneficios ou maleficios das estrategias utilizadas pelos atletas de luta para perder peso e atingir a categoria escolhida em periodo pre-competitivo. A relacao entre perda de peso e as respostas da forca sao significamente importantes. Se as respostas da forca no momento da luta garantem acoes do atleta por 15 ou 25 minutos ou terminar uma luta com golpes explosivos no primeiro round, entao, uma possivel diminuicao na forca afeta negativamente o desempenho nos 2 modelos apresentados. Entao, podemos concluir de forma simplista que ter forca e uma capacidade prerrogativa para lutadores que desejam vencer.

A analise promovera reflexoes para novos estudos sobre o assunto, assim como, a busca por protocolos de treinamento seguros e eficientes que oferecam o melhor preparo para o atleta.

PERDER PESO, CONSEQUENCIAS E CONSIDERACOES

O treinamento produz respostas hormonais e metabolicas e o corpo constantemente busca a homeostase. Quando atletas de luta se submetem a metodos de perca de peso, o corpo continua buscando o equilibrio de todos os sistemas. Segundo Lapin e Colaboradores (2007), uma analise das diversas adaptacoes metabolicas, atraves dos metabolitos, pode se tornar um importante controle das cargas de treinamento e monitoramento das respostas fisiologicas, auxiliando na prevencao de possiveis efeitos negativos relacionados ao overreaching e a sindrome do sobretreinamento.

A alteracao da relacao testosterona: cortisol induzida pelo treinamento de forca em mulheres foi evidenciada em um estudo para examinar a influencia do protocolo de treinamento sobre o ganho de forca. Foi verificado que o hormonio testosterona nao sofreu modificacao, mas os niveis de concentracao plasmatica do cortisol diminuiram favorecendo assim o anabolismo proteico (Uchida e Colaboradores, 2004).

RESTRICOES ALIMENTARES, O CARBOIDRATO, A LEUCINA, O HMB E A REPOSICAO HIDRICA

Atletas utilizam-se de muitos artificios para perder peso, entre eles, as dietas e restricoes alimentares, a restricao hidrica, o uso de diureticos, o uso de drogas farmacologicas e outras substancias proibidas que afeta a saude e o desempenho esportivo (Hernandez e Colaboradores, 2009).

Sem duvida a primeira situacao para abordagem e a diminuicao do peso pelos atletas atraves da restricao alimentar. As dietas hipocaloricas sao evidenciadas como opcao com melhor fundamentacao em relacao a dieta cetogenica (Stringhini, Silva e Oliveira, 2007). Essa situacao pode ser corroborada porque dietas com restricao total de carboidratos ou jejum causam drasticamente reducao nos estoques de glicogenio (Gomes e Colaboradores, 2003), principalmente utilizados nos esportes de alta intensidade e longa duracao (Hernandez e Colaboradores, 2009). Segundo Pazikas, Curi e Aoki (2005) e importante a suplementacao de carboidrato durante treinos de longa duracao.

O aminoacido leucina que faz parte de dietas hiperproteicas, pode ser indispensavel na elaboracao de estrategias alimentares por ser mais eficaz para o estimulo da sintese proteica, reduzir a proteolise, e favorecer o balanco nitrogenado positivo (Vianna e Colaboradores, 2010). Para Nunes e Fernandes (2008), o [beta]-hidroxi-[beta]-metilbutirato, metabolito do aminoacido leucina comprova ser um agente anti-catabolico eficaz.

Para Hernandez e Colaboradores (2009) os aminoacidos de cadeia ramificada nao devem ser recomendados com finalidade ergogenica, assim como, a glutamina, a arginina, a ornitina e o HMB, ate existirem mais trabalhos conclusivos. Segundo Uchida e Colaboradores (2008), a suplementacao de BCAA nao afetou o desempenho de endurance em um teste de corrida ate a exaustao.

Dietas vegetarianas evidenciam beneficios, mas as mais restritivas confirmamse os riscos a saude (Ferreira, Burini e Maia, 2006).

Segundo Hernandez e Colaboradores (2009) os carboidratos tem maior participacao proporcionalmente a maior intensidade do esforco. Os combates e os treinos exigem forca e potencia, com diferencas no tempo de duracao, isto significa que carboidratos devem ser priorizados em dietas para atletas lutadores.

A reposicao hidrica garante desempenho e garante integridade em um conjunto de acoes fisiologicas e a mais importante, a termoregulacao. A reposicao hidrica inclui alem da agua a ingestao de sodio, cloro, potassio e carboidrato, para fins de manutencao da glicemia, evitar diminuicao da osmolaridade plasmatica e em casos de exercicios longos e extenuantes a hiponatremia (Hernandez e Colaboradores, 2009).

SISTEMA IMUNOLOGICO

A reposicao de carboidratos para manutencao do efeito ergogenico nos treinos subsequentes e essencial. Sabe-se de muitos atletas que ficam doentes nos periodos de competicao e a preocupacao com a manutencao da saude do atleta pode ser a diferenca entre estar bem para lutar ou ter que desistir.

Os exercicios de alta intensidade praticados sob condicoes estressantes provocam um estado transitorio de imunodepressao e quando praticados de forma moderada regularmente promovem melhora nas respostas do sistema imune (Rosa e Vaisberg, 2002). Em um estudo com ratos diabeticos demonstrou que o treinamento fisico de alta intensidade nao alterou o estado geral do diabetes, mas aumentou os monocitos, o que pode representar um efeito positivo sobre a resposta imunologica (Oliveira, Rogatto e Luciano, 2003).

Um estudo com ingestao de bebida carboidratada por atletas de judo durante uma sessao de treino resultou em menor contagem de leucocitos o que sugere protecao a saude imunologica (Mendes e Colaboradores, 2009). Mas, a suplementacao de carboidrato associada ao exercicio de forca nao afeta o subsequente desempenho no teste de potencia aerobica (Gomes e Colaboradores, 2003).

A RELACAO ENTRE PERDA DE PESO E A CAPACIDADE DE GERAR FORCA

Diferentes protocolos de treinamento geram efeitos sobre parametros morfofuncionais, hormonais e imunologicos, um modelo pode promover mais anabolismo e outro mais estresse (Uchida e Colaboradores, 2006), assim como, o efeito da utilizacao de diferentes velocidades do treino de forca em marcadores indiretos da lesao muscular (Ellwanger, Brentano e Kruel, 2007), independente do metodo, a alimentacao e a hidratacao nunca podem ser descuidados.

A problematizacao em questao e a relacao entre perda de peso versus capacidade de gerar forca. Se o atleta de luta perder peso, nao tiver mudancas na protecao imunologica, nas respostas neurais, nas respostas metabolicas, e se nao houver perda de massa magra, isto significaria um equilibrio energetico plausivel, uma perfeita adaptacao. Mas ao contrario, com a perda de peso e ocorrer proteolise seguida de diminuicao na seccao transversa do musculo, em resumo, diminuicao da forca.

Em um estudo de caso de Carvalho e Colaboradores (2008) demonstra claramente a importancia da periodizacao em um treinamento de dois atletas judocas que tiveram ganhos na forca maxima e manutencao do peso no limite maximo da categoria. Isso confirma o sucesso da estrategia empregada, sem dizer o baixo percentual de gordura dos atletas e o maior numero de vitorias em torneios.

Um tanto curiosa e a crenca mitica neste mecanismo de perda de peso, de forma empirica e historica, acredita-se que o "perde e ganha" peso antes das lutas promova mais forca para os combates.

A IMPORTANCIA DA FORCA PARA O COMBATE

A periodizacao do treinamento garante ao atleta chegar em plenas condicoes fisicas para uma boa apresentacao no dia da luta. As respostas do treinamento a cada treinamento nao deixa duvidas sobre possiveis mecanismos de fadiga, porque estes foram adequados ao longo de toda a periodizacao.

Artioli, Franchini e Lancha Junior (2006), deixam claro sobre o potencial malefico da perda de peso pode exercer sobre a saude e o desempenho, assim como, as reducoes do peso poderiam acontecer desde que nao ultrapassem a 2% do peso corporal. Artioli e Colaboradores (2007) querem tambem medidas praticas para prevenir possiveis consequencias graves.

Para Peron e Colaboradores (2009), destaca a adequacao do peso ao perfil antropometrico do atleta dentro de um planejamento nutricional orientado como essencial.

A manutencao ou aumento da forca possibilita uma recuperacao em melhores condicoes no pos combate frente aos processos inflamatorios adquiridos pelos traumas, pelo uso da forca, ou na percepcao da dor (Foschini, Prestes e Charro, 2007).

Independente do resultado dos combates e essencial no dia da luta uma condicao fisica maxima, isto significa, nao ter lesoes e ter consciencia das respostas da forca. Esta condicao maxima garante mais seguranca e serenidade para executar o que foi treinado.

CONCLUSAO

As medidas para perda de peso rapida comprometem a saude do atleta e desempenho esportivo. Nesta situacao o custo-beneficio traduzido em saude-desempenho nao representa vantagens. As respostas da forca sao parametros de controle do treinamento e do desempenho, a diminuicao na resposta da forca expressa um desequilibrio energetico.

Existe a necessidade de maiores estudos para se determinar a possibilidade de diminuicao do peso e adequacao as medidas antropometricas. A periodizacao parece ser a melhor estrategia de adequacao ao peso sem riscos a saude ou os atletas devem lutar na categoria que corresponde ao seu peso atual.

REFERENCIAS

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(6-) Foschini, D.; Prestes, J.; Charro, M. Relacao entre Exercicio Fisico, Dano Muscular e Dor Muscular de Inicio Tardio. Revista Brasileira de Cineantropometria e Desenvolvimento Humano. Vol. 9. Num. 1. 2007. p. 101-106.

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(10-) Mendes, E.L.; Brito, C.J.; Batista, E.S.; Osorio Silva, C.H.; Paula, S.O.; Natali, A.J. Influencia da Suplementacao de Carboidrato na Funcao Imune de Judocas Durante o Treinamento. Revista Brasileira de Medicina no Esporte, Vol. 15. Num. 1. 2009.

(11-) Nunes, E.A.; Fernandes, L.C. Atualizacoes sobre p-hidroxi-p-metilbutirato: suplementacao e efeitos sobre o catabolismo de proteinas. Revista de Nutricao, Campinas, Vol. 21. Num. 2, Mar/Abr. 2008, p. 243-251.

(12-) Oliveira, C.A.M.; Rogatto, G.P.; Luciano. E. Efeitos do treinamento fisico de alta densidade sobre os leucocitos de ratos diabeticos. Revista Brasileira de Medicina no Esporte, Vol. 8. Num. 6. 2003.

(13-) Pazikas, M.G.A.; Curi, A.; Aoki, M.S. Comportamento de Variaveis Fisiologicas em Atletas de Nado Sincronizado Durante uma Sessao de Treinamento na Fase de Preparacao para as Olimpiadas de Atenas 2004. Revista Brasileira de Medicina no Esporte, Vol. 11. Num. 6. nov/dez. 2005.

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(15-) Rosa, L.F.P.B.C.; Vaisberg, M.W.; Influencias do Exercicio na Resposta Imune. Revista Brasileira de Medicina no Esporte. Vol. 8. Num. 4. 2002.

(16-) Stringhini, M.L.F.; Silva, J.M.C.; Oliveira, F.G. Vantagens e Desvantagens da Dieta Atkins no Tratamento da Obesidade. Salusvita, Bauru, Vol. 26. Num. 2. 2007. p. 153-164.

(17-) Uchida, M.C.; Bacurau, R.F.P.; Navarro, F.; Pontes, J.R.F.L.; Tessuti, V.D.; Moreau, R.L.; Rosa, L.F.B.P.C.; Aoki, M.S. Alteracao da relacao testosterona:cortisol induzida pelo treinamento de forca em mulheres. Revista Brasileira de Medicina no Esporte, Vol. 10. Num. 8. 2004. p. 165.

(18-) Uchida, M.C.; Aoki, M.S.; Navarro, F.; Tessutti, V.D.; Bacurau, F.P. Efeito de diferentes protocolos de treinamento de forca sobre parametros morfofuncionais, hormonais e imunologicos. Revista Brasileira de Medicina no Esporte, Vol. 12. Num. 1. 2006.

(19-) Uchida, M.C.; Bacurau, A.V.N.; Aoki, M.S.; Bacurau, R.F.P. Consumo de Aminoacidos de Cadeia Ramificada Nao Afeta o Desempenho de Endurance. Revista Brasileira de Medicina no Esporte. Vol. 14. Num. 1. 2008.

(20-) Vianna, D.; Teodoro, G.F.R.; Torres Leal, F.L.; Tirapegui, J. Protein Synthesis Regulation by Leucine. Brasilian Journal of Pharmaceutical Sciences. Vol. 46. Num. 1. 2010.

Recebido 22/08/2010

Aceito 30/08/2010.

Anselmo Zago [1], Antonio Coppi Navarro [1,2]

[1-] Programa de Pos-Graduacao Lato-Sensu da Universidade Gama Filho--Fisiologia do Exercicio: Prescricao do Exercicio

[2-] Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino em Fisiologia do Exercicio

Endereco para correspondencia:

logan666@gmx.com
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Author:Zago, Anselmo; Navarro, Antonio Coppi
Publication:Revista Brasileira de Nutricao Esportiva
Date:Jul 1, 2010
Words:2725
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