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Analise eletromiografica dos musculos peitoral maior e latissimo do dorso nos exercicios puxada pela frente, puxada por tras e puxada supinada.

RESUMO

A eletromiografia (EMG) e usada para evidenciar as informacoes relacionadas ao estado de ativacao dos musculos, ativacao esta medida pela acao eletrica das membranas excitaveis. O objetivo do estudo foi avaliar a atividade eletromiografica dos musculos peitoral maior e latissimo do dorso nos exercicios de puxada pela frente, puxada por tras e puxada supinada. Participaram do estudo 10 individuos do sexo masculino com idade superior ou igual a 18 anos praticantes de musculacao ha pelo menos seis meses. O teste modelo estatistico ANOVA foi utilizado para determinar a existencia ou nao de diferencas entre os valores de RMS dos musculos nos exercicios. Os resultados encontrados atraves da realizacao do estudo permitiram concluir que diferencas significativas de ativacao muscular foram encontradas apenas quando comparados o peitoral maior com o grande dorsal nos exercicios de puxada frente e puxada tras. Nas demais comparacoes realizadas nao foram encontradas diferencas significativas.

Palavras-chave: Eletromiografia. Musculacao. Ativacao.

ABSTRACT

Analysis electromyographic muscle chest and largest lats pulled in years ahead, pull behind and pulled supinated

Electromyography (EMG) is used to highlight information relating to the state of activation of the muscles, activation is measured by electrical activity of excitable membranes. The aim of the study was to evaluate the electromyographic activity of the pectoralis major and latissimus dorsi on the lat pulldown exercises, drawn back and pulled supine. The study included 10 male subjects aged greater than or equal to 18 bodybuilders for at least six months. The test statistical model ANOVA was used to determine the existence of differences between the RMS values of the muscles in the exercises. The findings by conducting the study showed that significant differences in muscle activation was found only when compared with the pectoralis major latissimus dorsi pulled in front of exercises and pulled back. In the other comparisons no significant differences were found.

Key words: Electromyography. Bodybuilding. Activation.

INTRODUCAO

Atualmente, tem sido cada vez maior a procura de pessoas por para a pratica de musculacao em academias.

Pode-se explicar este crescimento pela importancia e beneficios que esta atividade proporciona, tanto quanto para o desempenho de atletas, aumento de massa muscular e reabilitacao.

Fleck e Kraemer (2006) definem o termo musculacao como um tipo de exercicio que exige que a musculatura do corpo promova movimentos contra a oposicao de uma forca, geralmente exercida por algum tipo de equipamento ou pesos livres.

Esta e uma atividade altamente versatil, podendo variar muito os seus objetivos. Por proporcionar a pratica para varios objetivos, acaba sendo fundamental para obtencao de sucesso esportivo e em treinamentos com propositos esteticos e reabilitacionais.

A prescricao de exercicios tem como base a selecao de atividades resistidas na quais grupos musculares contraem executando um determinado padrao de movimento. Esses movimentos podem apresentar variacoes que, as vezes, modificam a acao de musculos agonistas.

Todavia, essas variacoes podem ou nao reproduzir mudancas significativas o suficiente para justificar a escolha de determinado exercicio ou a variacao do mesmo, desta forma, o conhecimento da real influencia dessas variacoes muitas vezes carecem de respostas precisas atraves de metodos de medicao precisos.

Par a analise mais detalhada da ativacao, atuacao e trabalho muscular, se faz necessario um estudo mais detalhado das acoes musculares em cada exercicio, onde o principal metodo para a analise do trabalho muscular sera a Eletromiografia (EMG), que tem como intencao medir a atividade eletrica dos musculos atraves de eletrodos implantados na pele e superficie muscular durante os exercicios executados. E

m certa medida, estudos com eletromiografia de superficie, como tecnica de verificacao de atividade muscular durante os exercicios dinamicos, constituem em uma boa estrategia e tem tido uma boa aceitacao (Carpenter e colaboradores, 2007).

O objetivo do estudo foi avaliar a atividade eletromiografica dos musculos peitoral maior e latissimo do dorso nos exercicios de puxada pela frente, puxada por tras e puxada supinada.

MATERIAIS E METODOS

Modelo do estudo

Trata-se de uma pesquisa direta, de carater descritivo, realizada de maneira transversal e com uma abordagem predominantemente quantitativa (Liberali, 2008),

Local da pesquisa

A coleta de dados com os individuos foi realizada no Laboratorio de Forca Aplicada ao Esporte e Saude-LAFAES, situado na Universidade Federal do Ceara-UFC.

Sujeitos participantes

A amostra foi composta por 10 individuos do sexo masculino com idade superior ou igual a 18 anos.

Os sujeitos que participaram do estudo foram selecionados a partir dos seguintes criterios previamente estabelecidos: assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido-TCLE, tempo de pratica na musculacao de pelo menos seis meses, comprovado atraves de recibos de mensalidades pagas nas respectivas academias frequentadas; Ter idade igual ou superior a 18 anos; nao ter historico de lesoes osteoarticulares e/ou musculares que atrapalhe a realizacao dos testes de maneira adequada no momento da aplicacao.

Procedimentos

Utilizou-se na coleta e aquisicao dos sinais mioeletricos um eletromiografo (Miotec[R]) composto por um amplificador diferencial bipolar, de quatro canais cada, com frequencia de amostragem de 1000hz e filtro de passa-banda de 20hz e 450hz, de acordo com o ISEK36, com modo de rejeicao (CMRR): > 85 dB, impedancia de entrada: 10MO e taxa de ruido: < 1[mu]V RMS.

A colocacao e localizacao dos eletrodos a fim de obter os sinais eletromiograficos tiveram como parametro a padronizacao proposta por SENIAM (Surface Electromyography for the Non-Invasive Assessment of Muscles) (Hermens e colaboradores, 2000).

Antes da colocacao dos eletrodos foi realizada uma tricotomia e assepsia da pele em volta da regiao dos musculos abordados no estudo, visando diminuir a impedancia da pele. Utilizou-se para isso um aparelho de barbear (Gillete), alcool (Purell) e algodao (Apolo) nos pontos mais proeminentes determinados para a colocacao dos eletrodos em cada musculo.

Foram utilizados eletrodos passivos de superficie em configuracao bipolar (Meditrace) com distancia entre os centros dos mesmos de tres centimetros (Mercer e colaboradores, 2006).

Previamente a cada coleta, o equipamento foi calibrado identificando-se o zero de potenciais eletricos nos eletrodos, conforme recomendacao do fabricante. A captacao do sinal EMG foi realizada do lado direito do corpo, para tal, os sinais foram transmitidos de forma simultanea.

O tempo de intervalo adotado foi de cinco minutos entre a troca de aparelhos para cada individuo. A escolha do tempo de intervalo foi devido a recuperacao do sistema imediato de energia (ATP-CP), pois, de acordo com intervalos que variem entre um a cinco minutos costumam ser suficientes antes de uma nova tentativa de executar um levantamento de peso (McArdle, Katch e Katch, 2011).

Na tentativa de padronizar o movimento durante a execucao dos exercicios, os voluntarios foram posicionados de maneira que a distancia das maos na pegada da barra e a distancia entre os calcanhares estivessem ajustadas pelos diametros biacromial e bitrocanteriano (Heyward e Stolarczyk, 2000).

Tratamento dos dados em EMG

O sinal do EMG original foi submetido a um procedimento, que criou condicoes para que se estabelecesse algum tipo de comparacao, arquivo ou correlacao de algumas medidas da funcao muscular com outros sinais biomecanicos e/ou fisiologicos. A media dos sinais EMG no dominio do tempo tendeu a apresentar um favor sempre proximo de zero.

Dessa forma o sinal original passou por um procedimento chamado retificacao, podendo ser executado de tres formas: 1) Retificacao de Meia-Onda eliminando os valores negativos do sinal; 2) Retificacao de Onda-Completa considerando somente as magnitudes absolutas do sinal mantendo-o inteiro; 3) por RMS (Root Mean Square) que se resume a um processamento matematico que faz a raiz quadrada da media elevada ao quadro.

Os dados de EMG foram analisados, utilizando-se o software da Miograph, e numericamente expressos em RMS para as tentativas, e realizou-se a normalizacao do sinal bruto utilizando os valores obtidos de contracao isometrica voluntaria maxima (CIVM), seguindo o protocolo recomendado pela SENIAM e ISEX.

Em seguida ao tratamento dos dados advindos da analise EMG, o sinal retificado foi filtrado na tentativa de diminuir a interferencia motivada por ruidos externos e ate mesmo por sinais fisiologicos que nao tenham como origem a musculatura esqueletica.

Essa filtragem foi feita por meio de dispositivos denominados filtros digitais, que podem avaliar bandas de frequencias que devem ser mantidas ou cortadas.

Analise estatistica

O tratamento estatistico foi realizado atraves do software (SPSS 15.0 for Windows). Os dados foram analisados em carater descritivo, calculando-se media e desvio padrao para cada uma das variaveis envolvidas.

Logo apos, utilizou-se o teste ANOVA para verificar a existencia de diferencas entre os valores de RMS normalizados obtidos a partir das respostas biomecanicas a um intervalo de confianca (p[less than or equal to]0,05).

Aspectos eticos

Os sujeitos participantes da pesquisa foram informados sobre a confidencialidade dos seus dados, assim como do carater cientifico que norteara a realizacao do estudo.

O voluntario poderia ainda solicitar e receber esclarecimentos sobre o andamento da pesquisa quando requisitar, podendo desistir de continuar colaborando se assim o desejar.

Foram incluidos no estudo jovens adultos que aceitaram participar voluntariamente da pesquisa, apos obtencao de consentimento verbal e uma autorizacao por escrito, atraves da assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido.

Esta pesquisa teve o seu projeto submetido e aprovado pelo Comite de Etica em Pesquisa da Universidade Federal do Ceara, sob o protocolo: COMEPE no 230/11.

RESULTADOS

Os principais resultados encontrados estao na Figura 1. De acordo com a figura 1 o exercicio que apresentou maior ativacao do musculo grande dorsal foi a puxada frente (153,45[mu]V), seguido da puxada tras (152,45[mu]V) e puxada supinada (109[mu]V).

Na comparacao entre as diferencas de ativacao do musculo grande dorsal considerando os tres exercicios abordados no estudo observou-se que embora no exercicio puxada frente a atividade mioeletrica encontrada mostrou-se superior, os resultados nao apresentaram diferencas significativas quando realizado o teste ANOVA de medidas repetitivas (p=0,215).

Para o musculo peitoral maior, pode-se observar um maior valor de ativacao muscular para o exercicio de puxada supinada (69,81[micro]V), seguido do exercicio de puxada frente (50,76[micro]V) e da puxada tras (45,7[micro]V [+ or -] 35,8). Quando realizado o teste ANOVA de medidas repetitivas visando comparar as diferencas de ativacao do peitoral maior nos tres exercicios nao se verificou diferenca significativa (p=0,167).

Quando se realizou a comparacao entre os musculos nos respectivos exercicios, os resultados revelaram que o musculo grande dorsal quando comparado ao peitoral maior no exercicio de puxada frente apresentou uma diferenca significativa (p=0,022), com ativacao maior para o musculo grande dorsal.

Os resultados mostraram-se semelhantes quando se comparou os musculos no exercicio de puxada tras, pois tambem encontrou-se diferenca significativa (p=0,012) e uma maior ativacao do musculo grande dorsal. Todavia, os resultados encontrados mostraram nao haver diferenca significativa na ativacao entre dos musculos quando comparados no exercicio de puxada supinada.

[FIGURE 1 OMITTED]

DISCUSSAO

Ativacao do musculo grande dorsal

Os valores encontrados no estudo para a ativacao do grande dorsal no exercicio de puxada frente se mostraram semelhantes aos achados de Silva (2008) onde tambem nao foram observadas diferencas significativas de atuacao muscular quando realizado o mesmo exercicio de puxada frente, porem de duas maneiras diferentes, em um aparelho articulado e em uma polia fixa.

No exercicio de puxada tras Carpenter e colaboradores (2007) tambem nao houve diferenca significativa de ativacao para o grande dorsal.

Ja no estudo de Signorille e colaboradores (2002), foi encontrada diferenca significativa para a ativacao do grande dorsal, provavelmente pela analise em diferentes tipos de empunhaduras (fechada em semi-pronacao, aberta pronada por tras, aberta pronada pela frente e fechada supinada) para a realizacao do mesmo exercicio, e a empunhadura aberta pela frente produziu maior recrutamento deste musculo do que qualquer outra posicao da mao, em ambas as fases do movimento.

Podemos supor que o exercicio em analise pode nao apresentar diferenca de ativacao muscular com apenas alteracao da posicao do tronco ou aparelho em que e realizado, mas caso haja alguma mudanca de espacamento ou posicionamento das maos com relacao ao local de agarre para se levantar o peso, diferencas eletromiograficas podem ser observadas.

Detanico e colaboradores (2012) constataram diferenca significativa apenas no grande dorsal em duas empunhaduras analisadas, o outro musculo analisado, o biceps braquial, nao apresentou diferenca em nenhum dos exercicios.

Provavelmente isto ocorreu pela metodologia aplicada, onde foram mensuradas a carga maxima no teste de uma repeticao maxima e nao com um numero maior de repeticoes, pois no nosso estudo foram avaliadas as medias de seis repeticoes concentricas com 75% de uma repeticao maxima.

Ativacao do Musculo Peitoral Maior

Os resultados deste estudo nao apresentaram diferencas significativas na ativacao do musculo peitoral maior quando comparados aos tres exercicios analisados. Porem a sua ativacao durante os tres exercicios demonstra que esse musculo tem uma acao sinergista, nos exercicios de puxada frente, puxada tras e puxada supinada.

Resultados similares para o musculo peitoral maior foram encontrados por Junior e colaboradores (2007) quando este analisou a atividade eletromiografica na execucao do supino reto e crucifixo e nao encontrou diferencas significativas para a ativacao do peitoral maior. Pode-se especular que esta inexistencia de diferenca na ativacao deva-se ao fato de que neste estudo nao foi comparado apenas esse musculo com ele mesmo dentro dos exercicios executados, mas com outros dois musculos (triceps braquial e deltoide anterior).

Podemos supor tambem que o musculo peitoral maior nao seria o unico motor primario nos exercicios crucifixo e supino reto.

Sadri (2011) tambem nao encontrou diferencas de ativacao para o peitoral maior quando comparado entre os exercicios de supino reto com barra e supino reto com halteres.

Comparacao entre os musculos grande dorsal e peitoral maior

Mecanicamente, os exercicios de puxada tras, puxada frente e puxada supinada iniciam-se com os bracos estendidos a cima da cabeca.

Silva (2008) constatou que o maior braco de momento da resistencia nos exercicios analisados acontece quando o braco do individuo esta paralelo ao solo. No exercicio de puxada supinada nao ocorreu diferenca significativa na analise de EMG para os musculos grande dorsal e peitoral maior.

Especula-se que isto aconteca pelo posicionamento da articulacao do ombro, onde exercicios iniciados com em extensao de ombro poderiam aumentar a ativacao do peitoral maior e diminuir a do musculo grande dorsal.

Marchetti (2011) ao analisar o exercicio pullover encontrou uma maior ativacao do musculo peitoral maior em relacao ao grande dorsal.

Neste estudo foram encontradas diferencas significativas nos exercicios de puxada frente e puxada tras para os musculos grande dorsal e peitoral maior, assim como Detanico e colaboradores (2012), que encontrou valores diferentes para a ativacao do grande dorsal nas puxadas aberta e supinada, apresentando estas diferencas significativas na sua atuacao.

Ao realizar a puxada pela frente a escapula tambem realiza um movimento de rotacao inferior e retracao, combinando-se assim as tres articulacoes para a realizacao de um movimento (puxada alta), o mesmo ocorre na puxada supinada, com excecao da acao de retracao ou aducao da escapula.

Estas escapulas atuam durante a abducao do ombro rotando superiormente e durante a aducao do ombro rotando inferiormente, com isso a musculatura rotadora medial estara atuando de forma significativa para mobilizacao e movimentacao das escapulas, o que pode vir a gerar as diferencas significativas encontradas.

Sadri (2011) tambem nao encontrou diferencas significativas quando comparou a atividade do peitoral maior com o deltoide, porem, a ativacao do deltoide apresentou-se maior em ambos os exercicios analisados, supino reto com barra e com halteres.

Gray e Jagessar, (2010) ao analisarem a eficacia de empunhadura e espacamento das maos, posicao do corpo, execucao e inclinacao do tronco no exercicio supino reto concluiu que a partir de um arqueamento entre 165% e 190% de largura biacromial obteve-se um valor maximo para a ativacao do peitoral maior, esta o que se pode justificar a diferenca de ativacao do musculo peitoral maior.

Sabe-se que os resultados obtidos foram divergentes dos encontrados por Carpenter e colaboradores (2007), que nao encontrou diferencas de ativacao nos exercicios de puxada frente e puxada tras para os musculos peitoral maior e grande dorsal.

Dentre todos os exercicios analisados, o valor eficaz da atividade eletrica (RMS) apresentou diferencas significativas apenas quando comparados o musculo latissimo do dorso com o musculo peitoral maior nas puxadas frontal e tras.

Porem tem-se que citar que nao foram comparados apenas dois musculos como em nosso estudo, mas cinco (biceps braquial, triceps, latissimo do dorso, trapezio e peitoral maior), podendo este ser um fator para a diferenca nos sinais de RMS.

Foram encontradas diferencas significativas de ativacao muscular apenas quando comparados o peitoral maior com o grande dorsal nos exercicios de puxada frente e puxada tras, podemos dizer que esses mesmo sao praticamente identicos quanto a sua ativacao eletrica.

Logo, sugere-se uma maior busca para realizacao de estudos que realizem a comparacao das atividades musculares do peitoral maior e grande dorsal, visto que a literatura correlaciona sim estes musculos, porem associando-os tambem a outros.

CONCLUSAO

No estudo foi possivel medir a atividade muscular dos musculos peitoral maior e grande dorsal nos exercicios de puxada frente, puxada tras e puxada supinada.

Tambem possibilitou notar-se a maior ativacao do musculo grande dorsal durante a execucao da puxada frente, porem nao se obtendo diferenca significativa quando este foi comparado aos outros tres exercicios.

Quanto ao musculo peitoral maior, sua maior participacao ocorreu na puxada supinada.

AGRADECIMENTOS

Ao Instituto de Educacao Fisica e Esportes-IEFES pelo suporte dado.

REFERENCIAS

1-Carpenter, C. S. C.; Novaes, J.; Batista, L. A. Comparacao entre a puxada por tras e a puxada pela frente de acordo com a ativacao eletromiografica. Revista de Educacao Fisica. Num. 136. 2007. p.20-27.

2-Detanico, D.; Muller, L. F. F.; Hofmann, M.; Avila, C. A. V. Analise eletromiografica dos musculos biceps brachii e latissumus dorsi no exercicio "puxada alta" em diferentes empunhaduras. Brazilian Journal of Biomotricity. Vol. 6. Num. 4. 2012. p.277-284.

3-Fleck, S.; Kraemer, W. J. Fundamentos do Treinamento de Forca Muscular. 3a edicao. Porto Alegre. Artmed. 2006.

4-Gray, M.; Jagessar, M. Optimizing Development of the Pectoralis Major. Sport Journal. Vol. 13. 2010. p.7.

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8-Liberali, R. Metodologia Cientifica Pratica: um saber fazer competente da saude a educacao. Florianopolis. 2008.

9-Marchetti, P. H.; Uchida, M. Effects of the Pullover Exercise on the Pectoralis Major and Latissimus Dorsi Muscles as Evaluated by EMG. Journal of Applied Biomechanics. 2011. p.380-384.

10-Mcardle, W. D; Katch, F. I.; Katch, V. L. Fisiologia do Exercicio: Energia, Nutricao e Desempenho Humano. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan. 2011.

11-Mercer, J. A.; Bezodis, N.; Delion, D.; Zachry, T.; Rubley, M. D.; EMG sensor location: Does it influence the ability to detect differences in muscle contraction conditions? J. Electromyogr. Kinesiol. 2006. p.198-204.

12-Sadri, I.; Jourkesh, M.; Ostojic, S.M.; Calleja-Gonzalez, J.; Ojagi, A.; Neshati, A. A comparasion of EMG fluctuation on deltoid and pectoralis major muscles in bench press. Sport Science 4. 2011. p.30-33.

13-Silva, L. P. Analise biomecanica do exercicio "puxada alta" utilizando dois diferentes aparelhos de musculacao: aparelho articulado vs aparelho de polia fixa. Dissertacao de Mestrado. UFSC. Florianopolis. 2008.

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Abraham Lincoln de Paula Rodrigues (1) Danilo Rodrigues Cavalcante Feitosa (1) Tulio Luiz Banja (1) Igor Neves Torres (1)

(1) -Laboratorio de Biomecanica da Universidade Federal do Ceara, Ceara, Brasil.

E-mails dos autores: lincoln7777@hotmail.com danilofeiotsa7@hotmail.com tuliobanja@gmail.com igor.nt@hotmail.com

Recebido para publicacao 25/06/2015

Aceito em 02/08/2015
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Author:de Paula Rodrigues, Abraham Lincoln; Feitosa, Danilo Rodrigues Cavalcante; Banja, Tulio Luiz; Torres
Publication:Revista Brasileira de Prescricao e Fisiologia do Exercicio
Date:Mar 1, 2016
Words:3791
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