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Agronomic performance of banana genotypes in the reconcavo of Bahia/Desempenho agronomico de genotipos de bananeira no reconcavo da Bahia.

INTRODUCAO

A bananicultura destaca-se como uma atividade de grande importancia economica e social, sendo praticada na maioria das vezes por pequenos agricultores. Com uma producao anual de cerca de 106 milhoes de toneladas, a banana ocupa a segunda posicao na producao mundial dentre as fruteiras, sendo que os frutos nao sao usados somente in natura, mas tambem sao processados de diversas formas, tais como: passas, doces, chips, polpas, cerveja, vinho e alcool (FAO, 2013). A bananeira, juntamente com o arroz, o trigo e o milho, sao considerados as fontes alimentares mais importantes do mundo (PERRIER et al., 2011).

O Brasil e o quinto produtor mundial da fruta, tendo produzido aproximadamente 7,0 milhoes de toneladas em 2012, em uma area aproximada de 487 mil hectares (FAO, 2014). Mesmo com esta importancia, poucas cultivares estao disponiveis para exploracao comercial no mercado brasileiro, com potencial agronomico, tolerantes as pragas e doencas, e que apresentem frutos com boas caracteristicas pos-colheita e organolepticas.

No mercado brasileiro, as bananas dos subgrupos Cavendish, Prata e Maca sao as mais comercializadas (SARAIVA et al., 2013). A prevalencia do cultivo de bananeiras tipo Prata no Pais, com destaque para a 'Prata-Ana' e a 'Pacovan', evidencia a tradicao de seu cultivo e sua boa aceitacao comercial. A suscetibilidade dessas variedades a diversas doencas, entre as quais as Sigatokas-negra (Mycosphaerellafijiensis, Morelet) e Amarela (Mycosphaerella musicola, Leach), destaca a importancia do melhoramento genetico na busca por cultivares resistentes.

Apesar do grande numero de cultivares existentes no Brasil, sao poucos os que apresentam potencial agronomico para exploracao comercial com alta produtividade, tolerancia as pragas e doencas, porte reduzido e menor ciclo de producao (RAMOS et al., 2009).

De maneira geral, buscam-se genotipos com precocidade de producao, elevada produtividade, porte baixo, bom sistema radicular, eficiencia no uso de agua e nutrientes, e qualidade dos frutos (tamanho, forma, sabor e aroma) (SILVA et al., 2011). Apos a obtencao dos hibridos melhorados, a etapa final consiste na avaliacao dos novos genotipos, durante ciclos sucessivos de producao (OLIVEIRA et al., 2008)

Diante deste quadro, este trabalho teve como objetivo avaliar o desempenho agronomico de genotipos de bananeira, em dois ciclos de producao, visando a selecionar os mais promissores e indicalos para cultivo na regiao do Reconcavo da Bahia.

MATERIAL E METODOS

O experimento foi conduzido no campo experimental da Embrapa Mandioca e Fruticultura, em Cruz das Almas-BA (12[degrees]40'19"S e 39[degrees]06'22'W', 220 metros a cima do nivel do mar), entre junho de 2010 e dezembro de 2012, totalizando dois ciclos de producao. O clima da regiao e considerado tropical umido, com temperatura anual de 24,5[degrees] C, umidade relativa de 80% e precipitacao media anual de 1.249,7mm (AGRITEMPO, 2008).

As plantas foram conduzidas mantendo-se a planta-mae, uma planta-filha e uma planta-neta por cova, sendo o excedente de brotacoes eliminado mecanicamente. Foram realizados tratos culturais, como desfolhas, escoramento, corte do pseudocaule apos a colheita, eliminacao da raquis masculina e irrigacao complementar (CAVATTE et al., 2012).

As avaliacoes das caracteristicas agronomicas foram realizadas com todas as plantas uteis do experimento, durante os dois ciclos de producao: altura da planta--ALP (m); diametro do pseudocaule - DPC (cm); numero de folhas vivas na floracao NFF; numero de folhas vivas na colheita--NFC; comprimento do engaco--CEN (cm); diametro do engaco--DEN (cm); peso do cacho--PSC (kg); peso das pencas--PSP (kg); peso individual da penca PIP (g); numero de pencas--NP; numero de frutos por cacho--NFR; espessura da casca--EP (mm); comprimento do pedicelo--CPD (cm); diametro do pedicelo--DPD; suscetibilidade ao despencamento - SD (Lb); firmeza da polpa com casca--FPC; peso do fruto--PFR (g); comprimento do fruto CFR (cm); diametro do fruto--DFR (mm); indice de alongamento--IA; peso da polpa--PPO (g); rendimento da polpa e da casca--RPC; rendimento da polpa--RP (%); diametro da polpa--DPO (mm); espessura da casca--EC (mm); firmeza da polpa--FIP (Lb); acidez titulavel--AT (%); solidos soluveis--SS ([degrees]Brix); ratio (SS/AT); e pH.

As analises destrutivas foram feitas com a segunda penca no estadio 6 de maturacao, a partir da escolha aleatoria de tres frutos, segundo a Association of Official Analytical Chemists--AOAC (1997).

Apos a avaliacao da firmeza, a polpa foi triturada em liquidificador domestico, adicionandose agua na proporcao de 1:1. Com a obtencao da amostra composta, foram realizadas as analises de acidez titulavel--AT (%), solidos soluveis--SS e pH (DADZIE et al., 1997).

O delineamento estatistico utilizado foi o de blocos casualizados, com 11 genotipos de bananeira, incluindo tri- e tetraploides, distribuidos em 3 blocos, com quatro plantas uteis por parcela, com espacamento de 3 m x 2 m.

Testou-se a normalidade dos dados para, em seguida, proceder a analise de variancia, em fatorial simples (genotipos x ciclos). O agrupamento dos genotipos foi realizado por meio do teste de Scott e Knott (1974), modificado por Bhering et al. (2008). Para a realizacao das analises dos 11 genotipos de bananeira, considerando as 30 caracteristicas agronomicas dos frutos, utilizou-se do aplicativo genetico-estatistico Genes (CRUZ, 2006).

RESULTADOS E DISCUSSAO

Constatou-se que houve diferencas significativas para a fonte de variacao 'genotipos', para a maioria das caracteristicas agronomicas, excecao a suscetibilidade ao despencamento (Tabela 1). Para a fonte de variacao 'ciclos', percebe-se efeito significativo para doze das trinta variaveis mensuradas. Em relacao a interacao 'genotipos x ciclos', e possivel afirmar que nao houve comportamento diferenciado das bananeiras do primeiro para o segundo ciclo de producao, excluindo-se a 'altura de planta', 'numero de folhas vivas na floracao', 'diametro do fruto' e 'espessura da casca'.

O coeficiente de variacao oscilou de 5,51% (ALP) a22,53% (FRD), o que denota a homogeneidade dos dados (Tabela 1). Resultados semelhantes foram observados por Pereira et al. (2004), mensurando a suscetibilidade ao despencamento dos frutos em genotipos de bananeira e por Amorim et al. (2009), avaliando o mesmo conjunto de caracteres.

Para as inferencias relacionadas com as caracteristicas agronomicas utilizadas neste estudo, serao discutidos apenas os dados do segundo ciclo de producao, uma vez que nao se observou interacao significativa entre 'genotipos x ciclos', menos para 'ALP', 'NFF', 'DFR' e 'EC' (Tabela 1).

Os genotipos em estudo apresentaram maior altura no segundo ciclo, quando comparado com o primeiro. O mesmo ocorreu no trabalho de Nomura et al. (2013) ao avaliarem dois ciclos de producao de Grande Naine, FHIA 02, Bucaneiro e FHIA 17, e esse incremento deu-se pela instabilidade do primeiro ciclo, pois a estabilidade normalmente e atingida no segundo ciclo.

A altura de planta (ALP) variou de 3,38 m para a 'BRS Garantida' a 2,26 m para o triploide Caipira, com media de 2,95 m para o primeiro ciclo (Tabela 2). Ja para o segundo ciclo, houve a formacao de quatro grupos, por meio do teste de Scott e Knott (1974), o triploide Pacovan, pertencente ao primeiro grupo, destacou-se dos demais com a maior altura (4,14 m); ja os genotipos 'Enxerto 33' e 'Prata-Ana', classificados no ultimo grupo, apresentaram os menores valores para esse carater, ambos com 2,78 m. Destaque tambem para 'FHIA 18' e 'Caipira', com valores intermediarios para ALP.

Em outros trabalhos, as cultivares Prata-Ana e a Caipira, por exemplo, tambem apresentaram porte baixo na comparacao com outras cultivares (SILVA et al., 2002; DONATO et al., 2009). Borges et al. (2010) registraram, em seus estudos, alturas similares para os genotipos Caipira (2,10 m) e Prata-Ana (2,01 m), quando comparados com a 'Pacovan' e a 'BRS Garantida', nas condicoes de Andira, na regiao norte do Estado do Parana.

A altura da planta e uma variavel importante tanto para o manejo da cultura como para o melhoramento genetico, por determinar a maior ou a menor facilidade na colheita do cacho, podendo tambem influenciar no tombamento de plantas adultas (FARIAS et al., 2010). Desta forma, genotipos com baixa estatura sao os favoritos pelos agricultores, uma vez que praticas como a nao necessidade de escoramento e o aumento na densidade de plantio conduzem a um maior retorno economico (AMORIM et al.; 2013).

Em relacao ao numero de folhas vivas no florescimento (NFF), observou-se media de 10,93, com a formacao de dois agrupamentos para o primeiro ciclo. O maior valor observado foi de 12,66 folhas na cultivar Prata-Ana e o menor para 'BRS Garantida' com 9,00 folhas. Ja para o segundo ciclo, os genotipos FHIA 18 e YB42-47 apresentaram 7,33 e 10,33 folhas respectivamente.

O numero de folhas vivas na colheita apresentou media de 4,72 (Tabela 2). As cultivares BRS Princesa, resistente a Sigatoka-amarela, e Pacovan, suscetivel, destacaram-se com a maior e a menor quantidade de folhas: 7 e 3 folhas, respectivamente.

A quantidade de folhas vivas na colheita esta relacionada ao tamanho dos frutos, ou seja, ao seu enchimento. Pois, quanto menor o numero de folhas na colheita, menor a eficiencia fotossintetica foliar, o que reduz a disponibilidade de fotoassimilados para o completo enchimento dos frutos, diminuindo a sua massa e, consequentemente, a das pencas (CAVATTE et al., 2012).

Segundo Soto Ballestero (1992), de maneira geral, a bananeira necessita de, no minimo, oito folhas ativas por planta para o bom desenvolvimento dos frutos. Esta caracteristica tambem pode indicar o grau de resistencia de uma cultivar as sigatokas.

Para as variaveis CFR e DFR, houve a formacao de tres e quatro grupos, respectivamente, pelo teste Scott e Knott (1974).

O comprimento do fruto variou de 16,64 cm a 12,17 cm para as cultivares BRS Garantida e Caipira, respectivamente. Ja para a caracteristica 'DFR', variedades como Enxerto-33, YB42-03, BRS Preciosa e Caipira apresentaram diametro maior no primeiro ciclo (Tabela 2).

Esta diminuicao do diametro do fruto do primeiro para o segundo ciclo pode ser atribuido a efeitos ambientais, tais como maior incidencia de doencas no segundo ciclo de producao ou, mesmo, periodos de frio prolongados. Cabe destacar que o segundo ciclo de producao, em Cruz das Almas, foi precedido de um inverno rigoroso para as condicoes do reconcavo da Bahia, fato que pode ter influenciado nos resultados da Enxerto-33.

Os resultados do presente trabalho corroboram os encontrados por Jesus et al. (2004) e por Lima et al. (2005), que avaliaram alguns dos genotipos em comum.

Para o primeiro ciclo, BRS Garantida e Prata-Ana sobressairam com as maiores e menores espessuras de casca: 24,08 mm e 18,19 mm, respectivamente. Ja no segundo ciclo, a BRS Garantida manteve-se com o maior valor (21,96 mm), quando comparado com os demais genotipos, e a Enxerto-33, com a menor espessura: 16,69 mm (Tabela 2)

Esses resultados concordam com os obtidos por Rodrigues (2006), sendo que o autor ainda sugere que a espessura da casca pode ser um componente de resistencia ao transporte.

Para o diametro do pseudocaule (DPC), a media ficou em 24,40 cm, com maiores valores para YB42-03 (26,66 cm), YB42-47 (26,58 cm) e PrataAna (26,53 cm) no primeiro agrupamento (Tabela 2). Esses valores corroboram as observacoes realizadas por Sarrwy et al. (2012) que, ao avaliarem bananeiras Williams em seu segundo ciclo de producao, verificaram uma variacao de 26,6 cm a 27,8 cm para o pseudocaule.

O diametro do pseudocaule esta relacionado ao tombamento e/ou a quebra do mesmo pela acao dos ventos, ou seja, o porte confere vigor e resistencia, refletindo a capacidade de sustentacao do cacho (SILVA, 2006). Genotipos que apresentam maior diametro do pseudocaule sao menos suscetiveis ao tombamento (SILVA et al., 2002; DONATO et al., 2003).

O peso do cacho (PSC) variou de 16,46 kg para 'BRS Princesa' a 9,30 kg para 'Enxerto-33'. Silva et al. (2002), ao avaliarem genotipos semelhantes em Cruz das Almas--BA, verificaram valores proximos relacionados ao peso do cacho, com a cultivar Caipira apresentando peso de 13,8 kg, e a 'Prata-Ana', de 16,9 kg.

A maioria dos genotipos nao apresentou diferenca estatistica entre o primeiro e o segundo ciclos no que se refere a variavel PSC, sendo considerado da mesma magnitude, apenas os genotipos Garantida e YB42-03 apresentaram um incremento.

O peso do cacho e uma das principais caracteristicas que expressa a produtividade da bananeira, porem deve ser associada a outros predicados que exercam influencia no mercado consumidor (ALVES, 1999), como o numero de frutos por penca, o tamanho e o sabor dos frutos (MATSUURA et al., 2004).

O numero de pencas (NP) e de frutos (NFR) por cacho foi de 8,35 e 119,12, respectivamente (Tabela 2). Maiores valores para o numero de frutos foram observados para o triploide Caipira (171) e para a cultivar BRS Princesa (163), classificados no primeiro grupo. A media do numero de frutos observados neste trabalho foi superior aos obtidos por Mattos et al. (2010), que em seu primeiro ciclo de producao exibiu 83 frutos. Supoe-se que essa diferenca esteja relacionada a instabilidade do primeiro ciclo e ao uso dos diferentes genotipos avaliados.

De acordo com Silva et al. (2002), o primeiro ciclo nao deve ser considerado conclusivo para analisar o desempenho de genotipos quanto ao numero de frutos, pois ha uma tendencia de elevacao nos ciclos posteriores no valor desse carater.

Nao houve efeitos significativos para o carater 'suscetibilidade ao despencamento dos frutos' para a fonte de variacao 'genotipos', assim como para a interacao 'genotipos x ciclos' (Tabela 1). As variedades mantiveram os mesmos resultados durantes os dois ciclos, nao havendo interferencia de fatores climaticos para essa variavel.

A suscetibilidade ao despencamento e um atributo de grande importancia, uma vez que genotipos sensiveis apresentam reduzida vida util da penca, alem de nao apresentarem boa aparencia para os consumidores (SANTOS et al., 2008).

Os resultados da relacao polpa/casca dos genotipos avaliados variaram de 1,44 a 3,64 para 'BRS Garantida (tipo Prata) e YB42-03 (tipo Maca), respectivamente (Tabela 2), com valores proximos a faixa encontrada por Jesus et al. (2004), que foi de 1,60 para Pioneira (tipo Prata) e 4,09 para Thap Maeo.

Durante a maturacao pos-colheita da banana, ocorre aumento de peso da polpa, devido a absorcao da agua proveniente da casca e do engaco (LIZADA et al., 1990). Com isto, a casca perde peso, podendose levar em consideracao a relacao polpa/casca como indice confiavel de maturacao da banana (BLEINROTH, 1990). Essa relacao possui grande importancia na qualidade de maturacao de bananas para coccao e para consumo in natura, uma vez que os consumidores preferem polpa espessa e maior, ou seja, maior rendimento polpa/casca, para bananas cozidas. Assim, por meio dessa avaliacao e da espessura da polpa, obtem-se boa indicacao da proporcao da mesma (DADZIE, 1997).

De acordo com Chitarra e Chitarra (1994), a variacao da relacao polpa/casca para banana verde e madura e de 1,2 e 2,0, respectivamente. Dessa forma, a relacao das variaveis encontradas para os frutos maduros corroboram os resultados estabelecidos pelo autor, o que torna as variedades mais atraentes para os produtores e consumidores.

Quanto a firmeza da polpa, destacaram-se 'Prata-Ana', 'Pacovan' e 'Enxerto-33', que mesmo na ausencia de diferencas estatisticas obtiveram os maiores valores para este carater (Tabela 2). Resultados semelhantes foram observados por Ramos (2009).

Os maiores valores da firmeza da polpa dessas variedades podem indicar um tempo maior de prateleira, quando comparadas com os valores medios dos outros genotipos (PINHEIRO et al., 2005).

As mudancas inerentes a relacao polpa/ casca, espessura da casca e diminuicao da firmeza da polpa, que ocorrem durante a transicao da colheita ao consumo, sao indicios eficientes do amadurecimento dos frutos. Transformacoes como amido em glicose, frutose e sacarose, mudancas na acidez, nos solidos soluveis e na transformacao da protopectina, resultam em modificacoes na firmeza do fruto (EULEUTERIO et al., 2010).

A aparencia, o sabor, o aroma e a firmeza dos frutos sao os primeiros atributos avaliados pelo consumidor no momento da compra (MINIM;DANTAS, 2004).

Para solidos soluveis, os resultados entre os triploides 'Enxerto-33' e Caipira variaram de 25,77 a 19,17 [degrees]Brix, respectivamente, com a formacao de quatro grupos pelo teste de Scott e Knott (Tabela 2). Mattos et al. (2010) encontraram valores inferiores em seu trabalho para di--e tetraploides, entretanto os triploides Nam, Caipira e Pacha Nadan registraram o mesmo teor de solidos soluveis (25,70 [degrees]Brix), assemelhando-se com os resultados encontrados no presente estudo.

Matsuura et al. (2002) ao avaliarem os hibridos da cultivar Pacovan (PV03-76 e PV03-44), tambem encontraram um teor de solidos soluveis similares de 22,2 a 28,3%, respectivamente.

A banana e um fruto que apresenta alto teor de amido quando verde e, na medida em que amadurece, o amido e quebrado em acucares para ser utilizado na respiracao do fruto, elevando o teor de solidos soluveis (PIMENTEL et al., 2010).

O teor de solidos soluveis totais aumenta ate a um maximo de 27%, tendo uma pequena diminuicao quando a fruta ja esta muito madura (BLEINROTH, 1995).

Para a acidez titulavel, foram formados dois grupos com as cultivares BRS Garantida (0,563%) e BRS Preciosa (0,566%) com os maiores valores (Tabela 2). Esses resultados contradizem os encontrados por Bezerra et al. (2009), que observaram a media de 0,270 de acidez nos frutos avaliados no Estado do Amapa. Segundo Fernandes et al. (1979), esses resultados sao concordantes, pois a acidez em bananeira varia de 0,17% a 0,67%.

Variaveis como altura da planta, numero de folhas vivas na floracao, diametro do fruto e espessura da casca foram as unicas variaveis que apresentaram interacao na analise fatorial genotipos x ciclos, inferindo que as condicoes climaticas, ao longo dos dois ciclos de producao, influenciaram no desenvolvimento das bananeiras.

Considerando os dados agronomicos, os genotipos da serie YB (experimentais), 'BRS Princesa' e a 'BRS Garantida', mostraramse promissores para o cultivo na regiao, pois apresentaram boas condicoes de desenvolvimento, para as caracteristicas peso do cacho, peso de polpa, suscetibilidade ao depencamento, rendimento de polpa e diametro de polpa.

CONCLUSOES

Existe variabilidade genetica para as caracteristicas agronomicas avaliadas nos 11 genotipos de bananeira, sendo possivel o planejamento de cruzamentos visando ao desenvolvimento de novas cultivares, utilizando como parentais masculinos alguns dos genotipos avaliados.

Com as avaliacoes agronomicas realizadas durante os dois ciclos, e possivel indicar para a regiao do Reconcavo da Bahia as cultivares BRS Garantida, BRS Princesa e os genotipos experimentais YB4203 e YB4247.

http://dx.doi.org/<DOI>10.1590/010Q-2945-361/13</DOI>

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RAFAELLA DE LIMA ROQUE (2), TAMYRES BARBOSA DO AMORIM (3) CLAUDIA FORTES FERREIRA (4), CARLOS ALBERTO DA SILVA LEDO (5), EDSON PERITO AMORIM (6)

(1) (Trabalho 361-13). Recebido em: 02-10-2013. Aceito para publicacao em: 27-02-2014.

(2) Biologa, MSc. em Recursos Geneticos Vegetais, Universidade Federal do Reconcavo da Bahia. E-mail: rafaella_roque@hotmail.com

(3) Engenheira Agronoma, Mestranda em Recursos Geneticos Vegetais, Universidade Federal do Reconcavo da Bahia. E-mail: tamyufrb@yahoo.com.br

(4) Engenheira Agronoma, Pesquisadora A, Dra. Embrapa Mandioca e Fruticultura. E-mail: claudia.ferreira@embrapa.br

(5) Engenheiro Agronomo, Pesquisador A, Dr. Embrapa Mandioca e Fruticultura. E-mail: carlos.ledo@embrapa.br

(6) Engenheiro Agronomo, Pesquisador A, Dr. Embrapa Mandioca e Fruticultura. E-mail: edson.amorim@embrapa.br
TABELA 1--Resumo da analise de variancia com o teste F,
coeficiente de variacao e media geral para caracteristicas
agronomicas, em genotipos de bananeira, no primeiro e segundo
ciclos de producao. Cruz das Almas, regiao do Reconcavo da Bahia.

FV                GL                      QM

                         ALP        DPC        NFF         DFC

Bloco / Ciclos    4     0,19       7,16       0,84       147,43
Blocos            2     0,23       9,24       0,28       181,68
Blocos x Ciclos   2     0,14       5,09       1,40       113,19
Tratamentos       10   1,12 **   15,83 **    3,87 **    556,54 **
Ciclos            1    6,17 **   620,32 **   66,0 **   448,24 (ns)
Tratamentos       10   0,11 **   7,11 (ns)    2,5*     101,80 (ns)
  x Ciclos
Residuo           40    0,03       4,15       0,91       120,83
Total             65    20,62     1044,84    169,75     12455,09
CV (%)                  5,51       9,55       9,62        8,22
Media Geral             3,26       21,33      9,93       133,72

FV                                       QM

                     NFC          CEN          DEN          PSC

Bloco / Ciclos      2,42         34,86        20,63         2,41
Blocos              0,56         32,75        36,40         0,99
Blocos x Ciclos     4,28         36,96         4,87         3,83
Tratamentos        5,90 **     138,80 **     71,58 **     21,15 **
Ciclos            1,83 (ns)   132,60 (ns)   0,10 (ns)    62,59 (ns)
Tratamentos       0,53 (ns)   30,92 (ns)    11,72 (ns)   3,92 (ns)
  x Ciclos
Residuo             0,80         27,76        18,27         6,23
Total              108,25       3080,14      1646,67       572,37
CV (%)              19,7         10,51         7,51        20,72
Media Geral         4,56         50,13        56,88        12,04

FV                                     QM

                     PSP         PIP         NP           NFC

Bloco / Ciclos      1,56        0,00        1,13        570,62
Blocos              0,72        0,00        1,13        622,68
Blocos x Ciclos     2,40        0,01        1,13        518,56
Tratamentos       18,39 **     0,28 **     3,20 **    2724,61 **
Ciclos            54,15 **     0,59 **    30,68 **    16960,06 **
Tratamentos       2,73 (ns)   0,06 (ns)   0,94 (ns)   593,06 (ns)
  x Ciclos
Residuo             5,24        0,08        0,46        289,55
Total              481,49       7,64        95,59      64001,45
CV (%)              21,99       18,22       9,48         16,50
Media Geral         10,41       1,63        7,22        103,09

FV                                      QM

                     CPD          DPD         SD          FPC

Bloco / Ciclos       0,56        1,12        0,20        0,13
Blocos               0,21        1,58        0,21        0,23
Blocos x Ciclos      0,91        0,66        0,19        0,04
Tratamentos        29,58 **      2,09*     0,50 (ns)    0,80 **
Ciclos            11,28 (ns)   2,10 (ns)    2,86 **    10,74 **
Tratamentos       4,67 (ns)    1,42 (ns)   0,07 (ns)   0,18 (ns)
  x Ciclos
Residuo              4,11        1,00        0,33        0,12
Total               520,75       81,72       22,66       26,12
CV (%)              10,92        10,57       22,53       13,77
Media Geral         18,57        9,45        2,55        2,55

FV                                          QM

                      PFR            CFR          DFR          IA

Bloco / Ciclos       134,26         87,33         3,91        0,07
Blocos               146,38        155,54         0,33        0,104
Blocos x Ciclos      122,14         19,12         7,48        0,03
Tratamentos        2193,57 **    1244,04 **     25,07 **     0,90 **
Ciclos            1027,15 (ns)   284,25 (ns)   49,88 (ns)   0,04 (ns)
Tratamentos       420,49 (ns)    184,94 (ns)    12,40 **    0,07 (ns)
  x Ciclos
Residuo              251,78        102,04         3,58        0,04
Total               37776,08      19005,28       583,53       11,93
CV (%)               15,63          6,78          5,37        4,99
Media Geral          101,49         14,88        35,20        4,26

FV                                        QM

                      PPO          RPC           RP          DPO

Bloco / Ciclos       58,05         0,04         5,91        7,06
Blocos               15,88         0,07         8,03        2,49
Blocos x Ciclos     100,21         0,01         3,80        11,63
Tratamentos        595,99 **     4,42 **     315,90 **    39,75 **
Ciclos            613,05 (ns)   0,042 (ns)   3,305 (ns)   9,55 (ns)
Tratamentos       179,41 (ns)   0,057 (ns)   3,79 (ns)    5,92 (ns)
  x Ciclos
Residuo             106,60         0,11         9,16        5,54
Total              12863,42       49,51       3590,69      716,42

CV (%)               15,25        14,48         4,49        8,00
Media Geral          67,66         2,30        67,32        29,42

FV                                      QM

                      EC          FIP         AT          SS

Bloco / Ciclos       1,75        0,06        0,00        1,45
Blocos               1,49        0,00        0,00        0,90
Blocos x Ciclos      2,02        0,12        0,00        1,99
Tratamentos        11,16 **     0,06 **     0,02 **    23,51 **
Ciclos            34,90 (ns)    0,65 **    0,01 (ns)   8,50 (ns)
Tratamentos        6,21 **     0,20 (ns)   0,00 (ns)   2,60 (ns)
  x Ciclos
Residuo              1,42        0,01        0,00        1,37
Total               272,87       2,48        0,45       330,65
CV (%)               5,84        13,70       10,51       5,25
Media Geral         20,44        0,94        0,52        22,23

FV                          QM

                    RATIO         pH

Bloco / Ciclos      63,30        0,00
Blocos              48,64        0,00
Blocos x Ciclos     77,96        0,00
Tratamentos       194,22 **     0,09 **
Ciclos            0,01 (ns)     0,21 **
Tratamentos       47,24 (ns)   0,00 (ns)
  x Ciclos
Residuo             30,06        0,00
Total              3870,65       1,54
CV (%)              12,44        2,00
Media Geral         44,04        4,38

(ns) nao significativo, ** e * significativo a 1 e 5%,
respectivamente pelo teste de F, altura de planta (ALP--m),
diametro do pseudocaule (DPC--cm), numero de folhas vivas na
floracao (NFF), dias da floracao a colheita (DFC--dias), numero de
folhas vivas na colheita (NFC), comprimento e diametro do engaco
(CEN-cm e DEN-mm), peso do cacho (PSC--kg), peso da penca
(PSP--kg), peso individual da penca (PIP--kg), numero de pencas
(NP), numero de frutos por cacho (NFC), comprimento do pedicelo
(CPD--cm), diametro do pedicelo (DPD--mm), susceptibilidade a
despenca (SD--Lb), fragilidade da polpa com casca (FPC--Lb), peso
do fruto (PFR--g), comprimento do fruto (CFR- cm), diametro do
fruto (DFR--mm), indice de alongamento (IA), peso de polpa (PPO),
rendimento polpa casca (RP), diametro da polpa (DPO--mm), espessura
da casca (EC--mm), firmeza da polpa (FIP--Lb), acidez titulavel
(AT), solidos soluveis (SS), ratio (RATIO), pH (pH).

TABELA 2--Caracteristicas agronomicas dos genotipos de bananeira
mensuradas em dois ciclos de producao, em Cruz das Almas, regiao
do Reconcavo da Bahia.

Genotipos               ALP                  DPC

                 1 Ciclo   2 Ciclo   1 Ciclo    2 Ciclo

Enxerto-33       2,37 bB   2,78 dA   17,27 aB   26,16 aA
FHIA18           2,52 bB   3,00 cA   19,75 aA   20,77 bA
BRS Garantida    3,38 aB   4,09 aA   16,91 aB   23,49 bA
BRS Pacovanken   3,22 aB   3,84 aA   19,75 aB   25,75 aA
BRS Preciosa     3,28 aB   3,90aA    18,54 aB   24,80 aA
Pacovan          3,09 aB   4,14 aA   16,91 aB   22,91 bA
BRS Princesa     3,33 aA   3,56 bA   20,46 aB   25,76 aA
YB42-03          3,06 aB   3,95 aA   19,64 aB   26,66 aA
Prata-Ana        2,63 bA   2,78 dA   17,98 aB   26,53 aA
YB42-47          3,13 aB   3,91 aA   17,87 aB   26,58 aA
Caipira          2,26 bB   3,25 cA   15,86 aB   19,97 bA
Media             2,95      3,56      18,27      24,40
CV                5,01      5,79       7,10      10,55

Genotipos                NFF                    DFC

                 1 Ciclo    2 Ciclo     1 Ciclo     2 Ciclo

Enxerto-33       10,66 bA   8,66 bB    116,33 aA   118,00 aA
FHIA18           11,66 aA   7,33 bB    131,33 aA   121,00 aA
BRS Garantida    9,00 bA    9,00 bA    128,00 aA   139,00 aA
BRS Pacovanken   11,00 aA   8,66 bB    153,00 aA   137,00 aA
BRS Preciosa     10,66 bA   8,00 bB    152,33 aA   153,00 aA
Pacovan          11,66 aA   8,66 bB    142,33 aA   130,00 aA
BRS Princesa     11,66 aA   10,00 aB   135,00 aA   129,00 aA
YB42-03          11,66 aA   10,00 aB   138,33 aA   129,66 aA
Prata-Ana        12,66 aA   9,66 aB    133,33 aA   132,66 aA
YB42-47          10,33 bA   10,33 aA   137,66 aA   134,33 aA
Caipira          9,33 bA    8,00 bA    132,00 aA   117,33 aA
Media             10,93       8,93      136,33      131,12
CV                11,013      6,88       6,70        9,59

Genotipos               NFC                  CEN

                 1 Ciclo   2 Ciclo   1 Ciclo    2 Ciclo

Enxerto-33       5,00 aA   5,00 bA   48,47 bA   45,25 bA
FHIA18           5,00 aA   4,33 cA   51,32 bA   48,66 bA
BRS Garantida    4,33 aA   4,33 cA   56,21 aA   60,57 aA
BRS Pacovanken   4,33 aA   5,00 cA   60,27 aA   54,55 aA
BRS Preciosa     4,00 aA   4,33 cA   55,11 aA   53,66 aA
Pacovan          2,00 bA   3,00 cA   48,07 bA   45,55 bA
BRS Princesa     5,66 aA   7,00 aA   57,80 aA   43,80 bA
YB42-03          5,33 aA   5,33 bA   51,80 bA   49,08 bA

Prata-Ana        3,66 aA   4,33 cA   45,61 bA   42,33 bA
YB42-47          5,00 aA   5,66 bA   47,25 bA   45,91 bA
Caipira          4,00 aA   3,66 cA   45,10 bA   46,33 bA
Media             4,39      4,72      51,549     48,714
CV                20,00     19,41      9,72      11,323

Genotipos                DEN                   PSC

                 1 Ciclo    2 Ciclo    1 Ciclo     2 Ciclo

Enxerto-33       57,02 aA   57,74 bA   9,80 aA     9,30 aA
FHIA18           58,65 aA   56,30 bA   14,03 aA   14,33 aA
BRS Garantida    50,72 aA   51,55 bA   9,54 aB    14,15 aA
BRS Pacovanken   55,63 aA   54,50 bA   12,34 aA   13,04 aA
BRS Preciosa     55,25 aA   52,26 bA   12,30 aA   13,16 aA
Pacovan          58,26 aA   57,35 bA   9,41 aA    11, 72 aA
BRS Princesa     60,53 aA   59,42 aA   14,02 aA   16,46 aA
YB42-03          57,46 aA   62,92 aA   10,92 aB   15,18 aA
Prata-Ana        56,53 aA   53,05 bA   7,73 aA     9,88 aA
YB42-47          61,31 aA   65,48 aA   10,60 aA   13,56 aA
Caipira          54,79 aA   54,72 bA   11,07 aA   12,60 aA
Media             56,92      56,84      11,07       13,02
CV                 4,86       9,45      16,81       23,03

Genotipos                PSP                   PIP

                 1 Ciclo    2 Ciclo    1 Ciclo     2 Ciclo

Enxerto-33       8,21 aA    8,04 bA    1,647 aA   1,113 bB
FHIA18           12,12 aA   12,63 aA   1,750 aA   1,364 bA
BRS Garantida    8,62 aB    12,52 aA   1,604 aA   1,708 aA
BRS Pacovanken   10,59 aA   11,77 aA   2,043aA    1,826 aA
BRS Preciosa     10,79 aA   11,66 aA   1,916 aA   1,738 aA
Pacovan          8,32 aA    9,74 bA    1,443 aA   1, 604 aA
BRS Princesa     12,26 aA   14,29 aA   1,830 aA   1,637 aA
YB42-03          9,14 aB    13,08 aA   1,953 aA   1,677 aA
Prata-Ana        6,34 aA    8,33 bA    1,210 aA   1,163 bA
YB42-47          8,36 aA    11,49 aA   1,847 aA   1,691 aA
Caipira          9,75 aA    10,90 aA   1,812 aA   1,453 bA
Media              9,50      11,31      1,732       1,543
CV                18,00      24,29      15,006     21,556

Genotipos               NP                    NFC

                 1 Ciclo   2 Ciclo    1 Ciclo     2 Ciclo

Enxerto-33       7,66 aA   8,33 aA   88,33 bA    106,00 cA
FHIA18           8,00 aA   8,33 aA   108,66 aA   120,66 cA
BRS Garantida    6,00 bA   6,66 bA   63,33 bA    86,00 cA
BRS Pacovanken   5,66 bB   7,00 bA   70,67 bA    95,00 cA
BRS Preciosa     6,33 bB   7,66 bA   78,33 bA    96,33 cA
Pacovan          6,66 bA   7,33 bA    76,33bA    95,33 cA
BRS Princesa     7,66 aB   9,33a A   112,00aB    163,33 aA
YB42-03          5,33 bB   8,00aA     85,33bB    133,33 bA
Prata-Ana        6,66 bA   7,66 bA   86,66 bA    101,33 cA
YB42-47          5,66 bB   8,00 aA   84,00 bB    141,66 bA
Caipira          6,33 bB   8,66 aA   104,00 aB   171,33 aA
Media             6,545     8,367      87,06      119,12
CV                7,909    10,110     10,277      18,753

Genotipos                CPD                   DPD

                 1 Ciclo    2 Ciclo    1 Ciclo    2 Ciclo

Enxerto-33       22,51 aA   24,37 aA   8,97 aA    8,73 aA
FHIA18           18,02 aA   19,74 bA   10,65 aA   10,86 aA
BRS Garantida    17,06 aA   19,73 bA   10,57 aA   9,40 aA
BRS Pacovanken   14,77 aA   17,69 bA   7,86 aA    9,64 aA
BRS Preciosa     19,25 aA   16,83 bA   9,10 aA    9,92 aA
Pacovan          19,92 aA   22,54 aA   9,78 aA    9,50 aA
BRS Princesa     18,19 aA   17,07 bA   10,24 aA   9,27 aA
YB42-03          17,41 aA   18,49 bA   9,87 aA    8,68 aA
Prata-Ana        18,64 aA   19,46 bA   9,43 aA    8,64 aA
YB42-47          18,23 aA   18,05 bA   9,85 aA    9,21 aA
Caipira          15,70 aA   14,82 bA   9,62 aA    8,17 aA
Media             18,15      18,98       9,63       9,27
CV                11,136     10,717     10,322     10,839

Genotipos               FRD                 FPC

                 1 Ciclo   2 Ciclo   1 Ciclo   2 Ciclo

Enxerto-33       2,01 aA   2,11 aA   2,36 cA   1,84 bA
FHIA18           3,18 aA   2,43 aA   2,67 cA   2,13 bA
BRS Garantida    3,41 aA   2,88 aA   3,11 bA   2,53 aB
BRS Pacovanken   2,55 aA   2,05 aA   2,99 bA   2,09 bB
BRS Preciosa     2,65 aA   2,27 aA   3,99 aA   2,71 aB
Pacovan          2,89 aA   2,47 aA   2,81 cA   2,25 aA
BRS Princesa     2,62 aA   2,32 aA   2,85 cA   1,70 bB
YB42-03          2,91 aA   2,38 aA   3,19 bA   1,82 bB
Prata-Ana        2,41 aA   2,17 aA   3,02 bA   2,26 aB
YB42-47          2,92 aA   2,37 aA   2,20 cA   1,91 bA
Caipira          2,79 aA   2,29 aA   3,28 bA   2,37 aB
Media             2,76      2,34      2,95      2,14
CV               25,881    16,566    12,743    15,104

Genotipos                 PFR                    CFR

                  1 Ciclo     2 Ciclo    1 Ciclo    2 Ciclo

Enxerto-33       96,14 bA    69,20 cB    15,68 aA   14,03 bA
FHIA18           110,04 bA   105,62 bA   16,50 aA   15,73 aA
BRS Garantida    127,45 aA   136,07 aA   16,47 aA   16,64 aA
BRS Pacovanken   103,17 bA   121,34 aA   15,45 aA   16,54 aA
BRS Preciosa     138,19 aA   119,03 aA   17,21 aA   16,20 aA
Pacovan          103,17 bA   106,06 bA   15,45 aA   15,50 aA
BRS Princesa     120,02 aA   94,53 bA    15,77 aA   14,56 bA
YB42-03          97,02 bA    85,22 cA    13,03 bA   13,12 bA
Prata-Ana        69,15 bA    75,44 cA    12,48 bA   13,14 bA
YB42-47          99,06 bA    97,77 bA    13,26 bA   13,82 bA
Caipira          96,39 bA    62,73 cA    14,70 aA   12,17 bB
Media             105,43       97,54      15,09      14,68
CV                 11,74       19,18       5,00       8,26

Genotipos                DFR                   IA

                 1 Ciclo     2 Ciclo    1 Ciclo   2 Ciclo

Enxerto-33       33,86 bA   29,93 bB    4,65 aA   4,68 aA
FHIA18           33,82 bA   34,44 aA    4,90 aA   4,56 aA
BRS Garantida    38,80 aA   37,06 aA    4,26 bA   4,50 aA
BRS Pacovanken   34,57 bA   35,96 aA    4,51 bA   4,64 aA
BRS Preciosa     38,94 aA   34,65 aB    4,43 bA   4,67 aA
Pacovan          34,57 bA   34,32 aA    4,51 bA   4,52 aA
BRS Princesa     38,51 aA   35,98 aA    4,13 cA   4,05 bA
YB42-03          39,03 aA   34,21 aB    3,35 eB   3,86 bA
Prata-Ana        31,01 bA   32, 86 bA   4,06 cA   4,01 bA
YB42-47          35,96 bA   37,06 aA    3,74 dA   3,74 bA
Caipira          37,69 aA   31,18 bB    4,05 cA   3,91 bA
Media             36,07       34,33      4,23      4,28
CV                 3,87       6,64       5,10      4,87

Genotipos                PPO                  RPC

                 1 Ciclo    2 Ciclo    1 Ciclo   2 Ciclo

Enxerto-33       61,97 bA   46,34 bA   1,85 cA   1,95 bA
FHIA18           70,17 aA   66,83 aA   1,77 cA   1,70 bA
BRS Garantida    75,46 aA   79,72 aA   1,47 cA   1,44 bA
BRS Pacovanken   63,52 bA   72,36 aA   1,62 cA   1,48 bA
BRS Preciosa     83,94 aA   70,45 aA   1,61 cA   1,63 bA
Pacovan          63,52 bA   68,01 aA   1,62 cA   1,80 bA
BRS Princesa     85,47 aA   69,80 aA   2,68 bA   2,84 aA
YB42-03          77,48 aA   65,05 aA   4,05 aA   3,64 aA
Prata-Ana        46,16 bA   49,67 bA   2,17 cA   1,93 bA
YB42-47          76,94 aA   74,48 aA   3,54 aA   3,26 aA
Caipira          73,16 aA   48,02 bB   3,19 bA   3,33 aA
Media             70,71      64,61      2,32      2,27
CV                11,67      18,63      13,08     15,80

Genotipos                RP                    DPO

                 1 Ciclo    2 Ciclo    1 Ciclo     2 Ciclo

Enxerto-33       64,54 cA   64,11 bA   28,15 bA   25,03 bA
FHIA18           63,65 cA   62,80 bA   28,09 bA   27,92 bA
BRS Garantida    59,41 cA   58,77 cA   29,60 bA   30,18 aA
BRS Pacovanken   61,66 cA   59,62 cA   27,21 bA   29,32 bA
BRS Preciosa     60,94 cA   60,03 cA   30,17 bA   28, 56 bA
Pacovan          61,66 cA   63,78 bA   27,21 bA   27,70 bA
BRS Princesa     71,13 bA   73,47 aA   33,57 aA   31,35 aA
YB42-03          79,74 aA   77,01 aA   35,21 aA   32,90 aA
Prata-Ana        66,83 cA   65,56 bA   25,64 bA   26,63 bA
YB42-47          77,51 aA   76,24 aA   31,98 aA   32,91 aA
Caipira          75,96 aA   76,69 aA   31,01 aA   26,97 bB
Media             67,55      67,10      29,80       29,04
CV                 2,47       5,87       4,77       10,36

Genotipos                EC                   FIP

                 1 Ciclo    2 Ciclo    1 Ciclo   2 Ciclo

Enxerto-33       19,78 cA   16,69 bB   1,30 aA   0,94 aB
FHIA18           19,77 cA   20,48 aA   0,99 bA   0,71 aB
BRS Garantida    24,08 aA   21,96 aB   0,96 bA   0,92 aA
BRS Pacovanken   20,96 cA   21,03 aA   1,12 aA   0,89 aB
BRS Preciosa     23,85 aA   20,37 aB   0,95 bA   0,85 aA
Pacovan          20,96 cA   20,46 aA   1,12 aA   0,94 aA
BRS Princesa     21,72 bA   20,30 aA   1,03 bA   0,86 aA
YB42-03          21,42 cA   17,75 bB   0,95 bA   0,62 aB
Prata-Ana        18,19 cA   19,54 aA   1,21 aA   0,95 aB
YB42-47          19,97 cA   20,60 aA   0,81 bA   0,82 aA
Caipira          22,18bA    17,69 bB   1,03 bA   0,78 aB
Media             21,17      19,71      1,04      0,84
CV                 5,05       6,63      12,11     15,65

Genotipos               AT                   SS

                 1 Ciclo   2 Ciclo   1 Ciclo    2 Ciclo

Enxerto-33       0,54 aA   0,49 bA   25,55 aA   25,77 aA
FHIA18           0,49 aA   0,47 bA   19,92 dA   20,57 cA
BRS Garantida    0,61 aA   0,56 bA   21,97 cA   21,02 cA
BRS Pacovanken   0,59 aA   0,55 aA   21,94 cA   22,32 cA
BRS Preciosa     0,62 aA   0,56 aA   23,75 bA   22,60 cA
Pacovan          0,57 aA   0,53 aA   24,01 bA   25,46 aA
BRS Princesa     0,56 aA   0,53 aA   22,37 cA   21,18 cA
YB42-03          0,57 aA   0,45 bB   22,37 cA   19,51dB
Prata-Ana        0,53 aA   0,47 bA   22,10 cA   23,18bB
YB42-47          0,52 aA   0,52 aA   22,55 cA   20,89cA
Caipira          0,32 bA   0,39 bA   19,57 dA   19,17dA
Media             0,54      0,50      22,69      21,97
CV                10,39     10,63      5,39       5,10

Genotipos                Ratio                pH

                 1 Ciclo    2 Ciclo    1 Ciclo   2 Ciclo

Enxerto-33       47,59 cA   52,12 aA   4,46 bA   4,28 bB
FHIA18           45,01 cA   43,67 bA   4,51 bA   4,37 bA
BRS Garantida    37,36 cA   38,37 bA   4,37 bA   4,27 bA
BRS Pacovanken   37,58 cA   40,58 bA   4,32 bA   4,33 bA
BRS Preciosa     38,53 cA   40,78 bA   4,36 bA   4,22 bA
Pacovan          42,33 cA   47,53 aA   4,41 bA   4,25 bB
BRS Princesa     41,35 cA   36,74 bA   4,39 bA   4,27 bA
YB42-03          38,77 cA   45,42 aA   4,33 bA   4,34 bA
Prata-Ana        50,27 bA   50,72 aA   4,43 bA   4,34 bA
YB42-47          43,49 cA   39,72 bA   4,38 bA   4,28 bA
Caipira          62,00 aA   48,94 aB   4,85 aA   4,62 aB
Media             44,03      44,05      4,44      4,32
CV                13,97      10,70      1,77      2,21

ALP: altura de planta (cm), DPC: diametro do pseudocaule (cm),
NFF: numero de folhas na floracao, DFC: dias da floracao a
colheita (dias), NFC: numero de folhas na colheita, CEN:
comprimento do engaco (cm), DEN: Diametro do engaco (mm), PSC:
peso do cacho (Kg), PSP: Peso de pencas, PIP: peso individual da
penca (cm), NP: numero de pencas, NFC: numero de frutos por
cacho, CPD: comprimento do pedicelo (cm),DPD: diametro do
pedicelo (mm), FRD: fragilidade ao despencamento (Lb), FPC:
fragilidade da polpa com casca (Lb), PFR: peso do fruto (g), CFR:
comprimento do fruto (cm), DFR: diametro do fruto (mm), IA:
indice de alongamento, PPO: peso de polpa (g), RPC: rendimento de
polpa e casca, RP: rendimento polpa, DPO: diametro da polpa (mm),
EC: espessura da casca (mm). FIP: firmeza de polpa (Lb), AT:
acidez titulavel (%), SS: solidos soluveis (Brix), ratio (SS/AT),
pH. Medias seguidas de letras iguais, minusculas na coluna e
maiusculas na linha, nao diferem entre si, pelo teste de Scott &
Knott e Tukey, respectivamente, a 5% de probabilidade.
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Author:Roque, Rafaella De Lima; Do Amorim, Tamyres Barbosa; Ferreira, Claudia Fortes; Ledo, Carlos Alberto
Publication:Revista Brasileira de Fruticultura
Date:Sep 1, 2014
Words:8304
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