Utilizacao de probiotico em racoes com diferentes niveis de proteina sobre o comprimento e a morfometria do intestino delgado de codornas de corte.IntroduçãoA coturnicultura está se tornando uma atividade em crescente expansão no cenário avícola brasileiro. Tal fato se deve ao baixo custo de manutenção, reduzido período para as aves atingirem a maturidade sexual, reduzido consumo de alimento, grande rusticidade aliada à possibilidade da rápida reversão do capital investido (Murakami e Ariki, 1998). Dessa forma, muitas pesquisas nas áreas de nutrição, sanidade, melhoramento e manejo vêm sendo realizadas com o intuito de melhorar a exploração deste mercado em expansão, principalmente de codornas de corte. A manutenção da sanidade do lote, em especial quanto a doenças ou agentes que atuam no trato gastrintestinal, é fundamental, pois esta é a via de entrada dos nutrientes para o melhor desenvolvimento da ave. Considerando que a ração representa entre 70 a 80% do custo de produção, a integridade dos mecanismos fisiológicos de digestão e absorção dos nutrientes, isto é, a integridade das células epiteliais da mucosa, assegura o bom desempenho e produção (Furlan et al., 2004). Há relatos da influência da dieta alimentar sobre o comprimento do intestino delgado (Planas et al., 1992); alteração da atividade enzimática nos enterócitos, em resposta ao aumento na concentração de lipídeos (Mahmood et al., 2003), carboidratos (Samulitis-dos Santos et al., 1992) e proteínas (Raul et al., 1987); e ainda sobre aspectos morfológicos como a altura dos vilos e profundidade das criptas (Sagher et al., 1991). Na busca por máxima eficiência alimentar e redução de custos, muitos aditivos são rotineiramente utilizados em rações para controlar agentes prejudiciais ao processo digestivo, pois se sabe que os processos de absorção de nutrientes são dependentes dos mecanismos que ocorrem na mucosa intestinal. Os probióticos são aditivos alimentares constituídos de microrganismos vivos capazes de beneficiar o hospedeiro por meio do equilíbrio da microbiota intestinal. O objetivo do uso dos probióticos tem sido o de incrementar a flora natural, prevenir a colonização por microrganismos patogênicos e manter a ótima utilização dos alimentos (Fuller, 1989; Vanbelle et al., 1990), pela proteção dos vilos e superfícies absortivas contra toxinas produzidas por microrganismos patogênicos (Dobrogsz et al., 1991; Walker e Duff, 1998). Em frangos de corte, Pelicano et al. (2005) encontraram maior altura de vilo em dois segmentos do intestino delgado (jejuno e íleo) e maior profundidade de cripta no duodeno, jejuno e íleo dos animais que receberam probiótico, o que indica melhoras na superfície absortiva do intestino delgado com a adição do probiótico. Especula-se, ainda, que os probióticos tenham efeito mais pronunciado quando as rações fornecidas aos animais não têm todos os nutrientes em quantidades adequadas. Evidências desse resultado foram obtidas por Kos e Wittner (1982) que verificaram melhoras no crescimento e na conversão alimentar de frangos em engorda pela adição de probiótico na ração que não continha todos os nutrientes em quantidades adequadas. De maneira similar, Mikulec et al. (1999) demonstraram a influência favorável que os probióticos têm sobre o crescimento da massa corporal e a melhora na conversão alimentar de frangos de corte quando o nível de proteína bruta da dieta é deficiente. Este efeito é significativamente maior quando os níveis de metionina, cistina e lisina no alimento estão reduzidos (Dilworth e Day, 1978). O efeito benéfico dos probióticos sobre a superfície absortiva e a redução das exigências de proteína bruta trariam maiores retornos econômicos ao produtor. Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do probiótico à base de Lactobacillus sp., em rações com diferentes níveis de proteína bruta, sobre o comprimento do intestino delgado e a morfometria da mucosa do mesmo segmento de codornas de corte. Material e métodos O experimento foi conduzido no Setor de Avicultura da Fazenda Experimental de Iguatemi (FEI) da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Estado do Paraná, em dois períodos ([P.sub.1]--maiojunho e [P.sub.2]--julho-agosto) de 2005. Foram utilizadas 2.304 (1.440 [P.sub.1] e 864 [P.sub.2]) codornas de corte (Coturnix coturnix sp.), machos e fêmeas, no período de um a 35 dias de idade. A densidade de alojamento foi de 30 aves [m.sup.-2] no [P.sub.1] e de 18 aves [m.sup.-2] no [P.sub.2]. As rações (Tabela 1) foram formuladas de acordo com as exigências propostas por Barral (1994), e a composição dos alimentos, segundo Rostagno et al. (2005); foram calculadas de forma a serem isocalóricas, com níveis variados de proteína bruta (PB). Foram utilizados quatro níveis de PB--15, 20, 25 e 30%. O nível de 25% é o mais próximo do recomendado por Barral (1994), que varia entre 26 e 28% de PB. Com o resultado da combinação probiótico e nível de proteína foram constituídos oito tratamentos. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em esquema fatorial 2 x 4 (com e sem probiótico; quatro níveis de proteína), com duas repetições por tratamento, repetindo-se em dois períodos experimentais. O probiótico foi administrado, via ração, durante a primeira semana experimental, continha em média 1,6 x 109 Unidades Formadoras de Colônia (UFC) por grama de um pool de Lactobacillus sp. e foi administrado na dosagem de 200 g [tonelada.sup.-1] de ração, ou seja, o dobro das recomendações do fabricante FATEC[R], com o objetivo de verificar melhoras no desempenho, em função do aumento na concentração de lactobacilos fornecida. Foram abatidas duas aves de cada repetição (oito aves por tratamento), para avaliação do comprimento do intestino delgado e da morfometria da mucosa do mesmo segmento, aos sete, 14, 21 e 35 dias de idade, por degola completa entre os ossos occipital e atlas. Após laparatomia, o intestino delgado foi retirado e mensurado o seu comprimento. Em seguida, duas amostras de, aproximadamente, 3 cm, foram retiradas da porção inicial do duodeno e final do íleo. As amostras foram lavadas em solução salina, fixadas em solução de Bouin e, posteriormente, desidratadas em série de concentrações crescentes de álcool, diafanizadas em xilol e incluídas em parafina, conforme metodologia descrita por Beçak e Paulete (1976). Foram obtidos cortes histológicos longitudinais e semi-seriados com 7 mm de espessura, posteriormente corados pelo método de Hematoxilina-Eosina. Para o estudo morfométrico, as imagens foram capturadas por meio da microscopia de luz (Olympus Bx 40), utilizando-se o sistema analisador de imagens computadorizado (Image Proplus--versão 5.2--Média Cibernética). Foi mensurada a altura de 30 vilos e a profundidade de 30 criptas de cada repetição por segmento; destes valores, foi obtida a média. A análise estatística das variáveis estudadas foi realizada levando-se em consideração o modelo estatístico: [EXPRESIÓN MATEMÁTICA IRREPRODUCIBLE EN ASCII.] em que: [Y.sub.ijkl] = variáveis estudadas obtidas com o indivíduo l, recebendo o probiótico i, associado com nível de proteína j; [my] = constante geral; [P.sub.i] = efeito do probiótico i (sendo i1 = ausência de probiótico; i2 = presença probiótico); [N.sub.j] = efeito do nível de proteína j (sendo [j.sub.1] = 15%; [j.sub.2] = 20%; [j.sub.3] = 25% e [j.sub.4] = 30%); PNij = efeito da interação probiótico e nível de proteína; [T.sub.k] = efeito do período k (sendo [k.sub.1] = período 1; [k.sub.2] = período 2); P[T.sub.ik] = efeito da interação probiótico e período; N[T.sub.jk] = efeito da interação nível e período; [e.sub.ijkl] = erro aleatório associado a cada observação [Y.sub.ijkl]. Os graus de liberdade referentes aos níveis de proteína bruta foram desdobrados em polinômios ortogonais, utilizando-se o programa SAEG, desenvolvido pela Universidade Federal de Viçosa-UFV (UFV, 1999). Resultados e discussão O comprimento do intestino delgado (CID) não foi influenciado pela adição do probiótico (Tabela 2). Trabalhos conduzidos por Loddi et al. (2000) e Sato (2001) também não indicaram efeito significativo da suplementação do probiótico na ração de frangos de corte sobre o comprimento do intestino. A ausência de efeito do probiótico pode estar relacionada com as condições sanitárias, pois, não havendo bactérias patogênicas para um desafio, o probiótico não tem como realizar exclusão competitiva (Lima et al., 2003). O nível de PB da dieta influenciou, de maneira linear, o comprimento do intestino delgado (CID) aos sete, 14 e 21 dias de idade e, de maneira quadrática, aos 35 dias de idade (Tabela 3). Esses resultados demonstram que, até os 21 dias, o aumento do nível de proteína bruta na ração das codornas de corte conduz ao aumento no comprimento do intestino delgado, o que pode, por sua vez, aumentar a área de absorção intestinal. Nesse sentido, o nível proteico está diretamente relacionado ao comprimento intestinal; comprovadamente este parâmetro encontra-se reduzido mediante administração de rações hipoproteicas (Firmansyah et al., 1989; Torrejais et al., 1995; Weaver et al., 1998). O probiótico (Lactobacillus sp.) utilizado neste experimento não influenciou a altura de vilo (AV) e a profundidade de cripta (PC) dos segmentos estudados (duodeno e íleo) (Tabela 4). O uso de microrganismos probióticos, na alimentação animal, traz benefícios em função da proteção dos vilos e superfícies absortivas contra toxinas produzidas por patógenos (Dobrogsz et al., 1991; Walker e Duff, 1998). A presença de patógenos e/ou de toxinas, por sua vez, altera a integridade do epitélio intestinal, diminui a altura do vilo, as atividades digestivas e absortivas e aumenta a renovação celular (Visek, 1978). Bradley et al. (1994) também não encontraram efeito da suplementação de Saccharomyces cerevisiae var. boulardii sobre a altura dos vilos ileais, mas verificaram redução na profundidade de cripta, o que pode indicar, segundo os autores, decréscimo na taxa de renovação celular, resultante da diminuição na concentração de bactérias produtoras de metabólitos tóxicos ou da habilidade de Saccharomyces cerevisiae var. boulardii em suprimir os efeitos desses metabólitos. Da mesma forma, trabalho conduzido por Loddi (1998) não demonstrou diferenças na morfometria dos vilos entre os animais do grupo-controle e os que receberam probiótico à base de Enterococcus faecium. Pelicano et al. (2003) também não encontraram diferenças na profundidade de cripta, aos 42 dias, de frangos de corte que receberam probiótico contendo Bacillus subtilis, Bacillus subtilis e licheniformis ou Saccharomyces cerevisiae; verificaram, no entanto, maior altura de vilo do duodeno. Posteriormente, Pelicano et al. (2005) constataram maior profundidade de cripta, aos 21 dias de idade, no duodeno e íleo de frangos de corte que receberam probiótico à base de Bacillus subtilis; a altura de vilo, entretanto, foi aumentada somente no íleo. O aumento na profundidade de cripta, em contraposição à pesquisa de Bradley et al. (1994), foi justificado pela alta atividade celular proliferativa, que objetiva assegurar uma taxa de renovação celular adequada. Dessa forma, fica claro que a ação dos probióticos depende da composição do produto e, segundo Fuller (1989), das características e de sua relação com os microrganismos presentes no trato digestório das diferentes espécies, bem como de um determinado tempo necessário para que o agente se estabeleça no trato digestório e equilibre a flora (Tournut, 1998), o que poderia explicar a ausência de resultados benéficos do uso dos probióticos nesta pesquisa. Nessas condições de mínimo estresse e desafio, os probióticos podem não manifestar resultados evidentes da eficácia de sua utilização (Fox, 1988; Dale, 1992; Maruta, 1993). Com relação aos níveis de PB avaliados, as análises morfométricas das vilosidades e criptas do duodeno e íleo (AV e PC) de codornas de corte apresentaram diferentes comportamentos (Tabela 5). No duodeno, tanto a AV quanto a PC não foram influenciadas pelo nível de PB. Por outro lado, no íleo, a AV apresentou aumento linear, em função dos níveis de PB, e a PC não mostrou diferenças com o aumento dos níveis de PB (Tabela 5). Esse comportamento diferenciado está relacionado à função prioritária dos segmentos. Em nível de duodeno, a hidrólise dos aminoácidos ainda se encontra incompleta, logo a absorção é mínima. Além disso, nas aves, grandes quantidades de carreadores de membrana estão localizadas no íleo, o que o torna o principal sítio de absorção de aminoácidos (Rutz, 2002) e justifica o comportamento linear sobre a altura da vilosidade do íleo. O efeito da proteína da ração sobre o controle do consumo não é decorrente somente da quantidade de proteína bruta, mas também de sua qualidade, isto é, da concentração e do balanceamento entre os aminoácidos (Gonzáles, 2002). Ademais, a presença de nutrientes no lúmen constitui fator estimulante do crescimento de vilos e criptas (Baranyiova e Holman, 1976; Moran, 1985). Com relação à idade, verificou-se aumento tanto na PC quanto na AV dos segmentos estudados (Tabela 5). A AV do duodeno apresentou aumento linear em função da idade; já a PC do duodeno, a AV e a PC íleo apresentaram comportamento quadrático. Uni et al. (1998), ao avaliarem o desenvolvimento pós-eclosão da mucosa do intestino delgado de frangos de corte, constataram que o desenvolvimento completo dos vilos duodenais ocorreu até os sete dias de idade; nos vilos do jejuno e íleo, continuou até aos 14 dias de idade. Esses achados diferem dos resultados obtidos neste experimento, no qual se observou, até os 35 dias de idade, aumento linear na AV do duodeno e aumento na PC do duodeno, AV e PC do íleo, respectivamente, até 33,86; 31,22 e 21,69 dias de idade. Por outro lado, Sakamoto (2005) verificou que o desenvolvimento do duodeno de frangos de corte completou-se aos 21 dias, enquanto no jejuno e íleo, até os 41 dias de idade, observou-se gradual crescimento das vilosidades. Ao comparar os dois segmentos estudados, pode-se observar maior desenvolvimento da vilosidade do duodeno em relação ao íleo, o que está em consonância com os resultados obtidos por Uni (1999), Kondo (2003) e Sakamoto (2005) em frangos de corte. Esse maior desenvolvimento pode ser atribuído, segundo Macari (1998), ao fato de ser o segmento de mais rápida renovação celular e, ainda, por ser o primeiro segmento do intestino delgado a receber estímulos físicos, químicos e hormonais desencadeados pela presença da dieta no lúmen. Observou-se, também, interação significativa entre nível de proteína e idade para a variável profundidade de cripta do duodeno; o desdobramento dessa interação mostrou que, para o nível de 25% de proteína bruta, maior profundidade de cripta foi encontrada para as codornas com 28,50 dias de idade, de acordo com a equação y = -108,579 +14,194x - 0,249[x.sup.2] ([R.sup.2] =0,97). Não foi observada interação significativa entre probiótico e nível de proteína bruta sobre comprimento e morfometria. Sendo assim, o objetivo de verificar melhorias na superfície absortiva com o uso dos probióticos e consequente redução das exigências proteicas não foi atingido. Conclusão Pode-se concluir que, nas condições ambientais em que as codornas foram criadas, a adição de probiótico não influenciou o comprimento e a morfometria da mucosa do intestino delgado de codornas de corte. O comprimento do intestino delgado aumentou de maneira linear aos sete, 14 e 21 dias de idade, em função do aumento nos níveis de proteína bruta. Somente o íleo apresentou influência da proteína bruta, com aumentos na altura de vilo. Received on February 07, 2008. Accepted on August 29, 2008. Referências BARANYIOVA, E.; HOLMAN, J. Morphological changes in the intestinal wall in fed and fasted chickens in the first week after hatching. Acta Vet. Brno., Czech Republic, v. 45, p. 151-158, 1976. 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Tabela 1. Composigdo percentual e química das raçóes
experimentais.
Table 1. Percentual aval chemical composition of the experimental diets.
Níveis de proteína (%)
Ingredientes Protein Levels
Ingredients
15 20 25 30
Milho 75,00 61,77 44,55 27,40
corn
Farelo de soja 17,50 32,91 47,60 62,14
Soybean meal
Farelo de trigo 3,84 --- --- ---
Wheat meal
Calcário 1,10 10,4 1,05 1,07
Limestone
Fosfato Bicálcico 1,55 1,46 1,25 1,04
Dicalciumpluaphate
Sal comum 0,40 0,40 0,40 0,40
Common salt
L-lisina HCL 0,20 0,06 --- ---
L-lysine HCL
Suplemento vit. + min. 0,40 0,40 0,40 0,40
Supplement vit. + min.
BHT 0,01 0,01 0,01 0,01
BHT
Óleo de soja --- 1,96 4,77 7,60
Soybean oil
Total 100,00 100,00 100,00 100,00
T01 "i
Valores calculados
Calculated values
EM (kcal [kg.sup.-]) 3.000 3.000 3.000 3.000
ME
Proteína Bruta (%) 15,00 20,00 25,00 30,00
Crudepmtein
Cálcio (%) 0,90 0,90 0,90 0,90
Calcium
Fósforo total (%) 0,60 0,60 0,60 0,60
Total phosphoras
Lisina total (%) 0,87 1,15 1,48 1,85
Total lysine
Met+Cist total (%) 0,64 0,79 0,91 1,04
Total Met. + Cys
* composiçáo por kg do prodato: Vit A, 2500.000 Ul; Vit. [D.sub.3],
625.000 Ul; Vit. E, 3.750 mg; Vit [B.sub.1] 138 mg; Vit. [B.sub.2],
1.250 mg; Vit. [B.sub.6],, 523 mg; Vit [B.sub.1] 5.000 mcg;
Vit. [K.sub.3], 750 mg; ácido fòlico, 112 mg; pantotenato de cálcio
2.000 mg; niacma, 7.500 mg; metionina, 275.000 mg; colina, 87.500 mg;
selìnio, 63 mg; antioxidante, 2.500 mg; iodo, 240 mg; veículo q.s.p.,
1.000 g; zinco, 15.750 mg; ferro, 12.250 mg; manganìs, 19.375 mg;
cobre, 3.900 mg; cobalto, 50 mg.
* composition per kg: Vit A 2500,000 UI Vit. [D.sub.3] 625,000 Vit By
138 mg [B.sub.2] 1,1250 mg Vit. [B.sub.3] 523 mg; Vit 523,
g [B.sub.12] 5,000 mcg; [K.sub.9] 750 mg; calcium pantothenate
2,000 mg; 7,500 mg; methionine, 275,000 mg; choline,87,500 mg;
selenium 63 mg
Tabela 2. Comprimento do intestino delgado de codomas de corte
recebendo ou nao probiótico aos sere, 14, 21 e 35 dias de idade.
Table 2. Small intestine length of meat quails receiving or not
probiotics at 7, 14, 21 atol 35 days of age.
Idade (dias)
Age (days)
Probiotic 7 14
Probiotic
Comprimento intestino delgado (cm)
Small intestine length (cm)
Com 31,39 [+ ou -] 0,48 41,14 [+ ou -] 0,93
probiótico
Withpmbiotic
Sem probiótico 31,53 [+ ou -] 0,48 40,89 [+ ou -] 0,93
Without probiotic
CV % 6,19 908
VC
Idade (dias)
Age (days)
Probiotic 21 35
Probiotic
Comprimento intestino delgado (cm)
Small intestine length (cm)
Com 51,29 [+ ou -] 0,92 55,22 [+ ou -] 1,11
probiótico
Withpmbiotic
Sem probiótico 50,87 [+ ou -] 0,92 55,91 [+ ou -] 1,11
Without probiotic
CV % 7,17 7,98
VC
Nao-significativo pelo teste P (p > 0,05)
Not--significant by F test (p > 0.05).
Tabela 3. Equações de regressão do comprimento do intestino
delgado (CID) de codornas de corte, em fungdo dos níveis de
proteína bruta, aos sete, 14, 21 e 35 dias de idade.
Table 3. Regression equation of small intestine length (SIL) of meat
quails in function of crude, protein levels at 7, 14, 21 atol 35 days
of age.
Idale
Variáveis (dias) Equação de regressão
Variables Age Regression equation
(days)
7 ? = 22,953 + 0,378x
[R.sup.2] = 0,98
14 ? = 26,447 + 0,647x
CID (cm) [R.sup.2] = 0,96
SIL (cm) 21 ? = 41,782 + 0,413x
[R.sup.2] = 0,85
35 ? 79,822 -2,706x +
0,068 [x.sup.2]
[R.sup.2] = 0,92
Valores estimados para
Idale os níveis experimentais
Variáveis (dias) Estimated values to
Variables Age experimental levels
(days) Níveis de PB
CP levels %
15 20 25 30
7 28,62 30,51 32,40 34,29
14 36,15 39,39 42,62 45,86
CID (cm)
SIL (cm) 21 47,98 50,04 52,11 54,17
35 54,53 52,90 54,67 59,84
Tabela 4. Altura vilo (AV) e profundidade de cripta (PC) do
duodeno (duo) e íleo (ile) de codornas de corte recebendo ou não
probiótico.
Table 4. Villum height (VH) and cript depth (CD) of duodenum (duo) and
ileum (ile) of meat quails receiving or not probiotic.
Variáveis Com probiótico Sem probiótico
Variables With probiotic Without probiotic
AV duo ([micro]m) 657,23 [+ ou -] 16,44 655,05 [+ ou -] 15,96
VH duo ([micro]m)
PC duo ([micro]m) 84,02 [+ ou -] 2,07 79,47 [+ ou -] 2,01
CD duo ([micro]m)
AV ile ([micro]m) 354,30 [+ ou -] 7,80 346,33 [+ ou -] 7,58
VH ile ([micro]m)
PC ile ([micro]m) 64,30 [+ ou -] 1,72 62,02 [+ ou -] 1,67
CD ile ([micro]m)
Não-significativo pelo teste F (p > 0,05).
Not significant by F test (p > 0.05).
Tabela 5. Altura vilo (AV) e profundidade de cripta (PC) do duodeno
(duo) e íleo (ile) de codornas de corte de acordo com os diferentes
níveis de proteína bruta e idades de coleta.
Table 5. Villum height (VH) aval crypt depth (CD) of duodenum (duo)
aval ileum (ile) of meat quails in according with different crude
protein level and age of collect.
Variáveis Equação de regressão para o nivel de PB
Variables Regression equation to CP level
AV duo (* m) NS
VH duo (* m)
PC duo (* m) NS
CD duo (* m)
AV ille (* m) Y = 249,46 + 4,479x ([R.sup.2] = 0,99)
VH ille (* m)
PC ille (* m) NS
CD de (* m)
Variáveis Equação de regressão em função da idade
Variables Regression equation to age
AV duo(* m) Y = 503,668 + 7,888x ([R.sup.2] = 0,97)
VH duo (* m)
PC duo (* m) y = 36,249 + 3,725x - 0,055[x.sup.2]
CD duo (* m) (derivada = 33,86) ([R.sup.2+ = 1,00)
AV ile (* m) y = 239,642 + 9,553x- 0,153[x.sup.2]
VH ile (* m) (derivada = 31,22) ([R.sup.2] = 1,00)
PC ileo (* m) y = 41,951 + 2,572x- 0,0593[x.sup.2]
CD de (* m) (derivada = 21,69) ([R.sup.2] = 1,00)
Valores estimados para os níveis experimentais
Estimated values to experimental levels
Variáveis Níveis de PB
Variables CP levels
15 20 25 30
AV duo (* m) 660,09 ** 639,65 ** 643,37 ** 678,95 **
VH duo (* m)
PC duo (* m) 75,84 ** 81,86 ** 86,04 ** 82,74 **
CD duo (* m)
AV ille (* m) 31,664 33,904 36,143 38,383
VH ille (* m)
PC ille (* m) 61,515 ** 61,589 ** 64,825 ** 64,556 **
CD de (* m)
Valores estimados para as idades experimentais
Estimated stimated values to experimental age
Variáveis Idade (dias)
Variables Age (days)
7 14 21 35
AV duo(* m) 558,88 61,410 669,32 724,53
VH duo (* m)
PC duo (* m) 59,62 77,60 90,17 97,35
CD duo (* m)
AV ile (* m) 299,02 34,340 372,78 38,717
VH ile (* m)
PC ileo (* m) 57,05 66,34 69,81 6,747
CD de (* m)
** médias estimadas/estimated means.
NS-Não-significativo/NS-Not signaficant.
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