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Produtividade do Capim-Cameroon estabelecida em duas classes de solos e submetido a doses crescentes de nitrogenio no norte tocantinense.

Production of Cameroon grass in two soil classes with increasing nitrogen levels in the north of Tocantins State, Brazil

Introducao

A baixa disponibilidade de nutrientes e, seguramente, um dos principais fatores que interferem na produtividade e na qualidade da forragem (ANDRADE et al., 2000; FAGUNDES et al., 2005; SOSINSKI JUNIOR et al., 2008). Segundo Bonfim-da-Silva e Monteiro (2006), o nitrogenio (N) promove o desenvolvimento das plantas quanto a altura e ao numero de perfilhos e, consequentemente, o aumento na producao de materia seca (MS). O N e o nutriente requerido em grandes quantidades pelas culturas, visto que participa de inumeras moleculas e estrutura dos vegetais (CANTARELLA, 2007). O N, alem de influenciar na quantidade de forragem produzida, e promotor em mudancas da composicao quimica das plantas, como aumento do conteudo de N e digestibilidade (RUVIARO et al., 2008).

A falta de conhecimento quantitativo sobre o manejo do N, como dose, fonte e forma de parcelamento aplicado, em geral faz com que o fertilizante nitrogenado seja utilizado de maneira menos eficiente, o que estabelece perdas significativas desse nutriente no ambiente, em adicao ao fato de o fertilizante nitrogenado nao ser utilizado de maneira economica. Fagundes et al. (2005) relatam que a aplicacao de nutrientes em quantidades e proporcoes adequadas, particularmente oN,e uma pratica fundamental quando se pretende aumentar a producao de forragem.

O Pennisetum purpureum Shum apresenta alta producao de MS por ha, sendo objeto de interesse por diminuir a problematica da sazonalidade de producao principalmente aos produtores de leite (DERESZ et al., 1998).

O Neossolo Quartzarenico ortico apresenta baixa capacidade de agregacao de particulas, baixos teores de argila e de materia organica e limitada capacidade de armazenamento de agua. Ja o Argissolo Vermelho eutroferico e considerado com alto potencial para producao. Assim, objetivou-se avaliar a influencia da adubacao nitrogenada no desenvolvimento do capim-elefante em Argissolo Vermelho eutroferico e no Neossolo Quartzarenico ortico bem como modificacoes nas caracteristicas quimicas (acidificacao) destes solos.

Material e metodos

Localizacao

O experimento foi conduzido na Fazenda da Escola de Medicina Veterinaria e Zootecnia da Universidade Federal do Tocantins, entre novembro de 2006 e setembro de 2007. O clima da regiao e classificado como Aw (quente e umido), com chuvas de outubro a maio, a precipitacao pluviometrica media anual de 1.736 mm e do ano agricola experimental (2007) de 1.356 mm (Figura 1), com temperatura media anual de 28[grados]C.

[FIGURA 1 OMITIR]

O experimento foi instalado em duas classes de solos; Argissolo Vermelho eutroferrico tipico com as seguintes coordenadas geograficas: 810.685 - 810.704 m E 9213876 - 9213894 W UTM e Neossolo Quartzarenico ortico tipico de localizacao geografica (808.708 - 808.725 m E e 9.214.706 - 9.214.726 W de coordenadas UTM).

Preparo da area

A area do Argissolo estava coberta por vegetacao densa, sendo entao retirada, e posteriormente, realizado o preparo de forma convencional (aracao, gradagem e nivelamento). No Neossolo, a area encontrava-se com cobertura vegetal pouco densa, que foi removida, e subsequente preparo, via gradagem, nao necessitando de aracao.

Correcao do solo

Conforme apresentado na analise de solo (Tabela 1), nao necessitou realizar correcao do solo Argissolo, pois o mesmo apresentou alta saturacao por bases (85%), sendo a exigencia da cultura em saturacao por bases de 60%. Quanto ao Neossolo, foi realizada a correcao do solo pelo metodo saturacao por bases, elevando a saturacao de 36 para 60%, conforme exigencia da cultura. O calcario dolomitico foi utilizado, o qual apresentava PRNT de 90%, sendo distribuidos 0,92 t [ha.sup.-1]. A adubacao de correcao baseouse em potassio e fosforo, aplicados na implantacao da cultura de acordo com a analise de solo, sendo usadas as fontes superfosfato simples e cloreto de potassio, em dose de 80 kg [P.sub.2][O.sub.5] [ha.sup.-1] e 60 kg [K.sub.2]O [ha.sup.-1], respectivamente.

Especie forrageira

A especie forrageira usada foi o capim-elefante (Penissetum purpureum Schum). O plantio ocorreu em 22 de novembro de 2006, usando partes vegetativas com idade media de 100 dias, distribuidas em sulcos com 15 cm profundidade e 80 cm entre as linhas, distribuidas ponta com pe e seccionadas a cada 50 cm, com duas a tres gemas por seccao.

Delineamento experimental

Utilizou-se um delineamento experimental inteiramente casualizado em fatorial 5 x 2, sendo cinco doses de N (0, 30, 60, 90 e 150 kg de N [ha.sup.-1]) e duas classes de solos (Argissolo Vermelho eutroferrico tipico e Neossolo Quartzarenico ortico tipico), com quatro repeticoes, totalizando 40 unidades experimentais de (4 x 4 m = 16 [m.sup.2]).

Tratamentos

O N foi aplicado nas doses de 0, 30, 60, 90 e 150 kg de N [ha.sup.-1], sete dias apos o corte de homogeneizacao o qual foi realizado no dia (5/1/2007), precisamente 40 dias depois apos o plantio, a altura de 15 cm da base do solo. A distribuicao dos tratamentos foi em tres aplicacoes sendo um terco da dose recomendada sete dias apos corte de homogeneizacao (12/1/2007), aos 30 dias apos outro terco (12/2/2007), e o restante aos 60 dias (12/3/2007). A fonte utilizada foi a ureia, sempre observando a umidade do solo.

Avaliacoes

Os parametros avaliados foram: altura da planta (cm), numero de perfilhos, massa por perfilho (g), relacao folha: colmo, materia seca (MS) (kg [ha.sup.-1]) e pH do solo. Esses parametros foram coletados 150 dias apos corte de homogeneizacao.

Na porcao interna das unidades experimentais foi demarcado 1 m linear onde foi feita a contagem de numeros de perfilhos. Posteriormente, foram escolhidas ao acaso cinco plantas para a medicao da altura, usando trena graduada, tendo como referencia a curvatura da ultima folha. Para averiguar a producao de MS foi coletado o material vegetal em 1 m linear, na altura de 15 cm do solo, e a mesma foi colocada em sacos plasticos previamente identificados e levados ao laboratorio para pesagem, tendo o peso total. Posteriormente, foi separada a lamina foliar do caule para determinacao da relacao folha:colmo. Estes componentes foram levados a estufa de ventilacao forcada a 55[grados]C, para a obtencao da MS de ambas as partes, e tambem para a determinacao da producao de materia seca total.

A coleta do solo para determinar a acidez foi realizada no mes de julho de 2007, usando pa reta. O material foi coletado de 0 a 20 cm de profundidade, em tres locais de cada unidade experimental, as quais foram homogeneizadas e extraida amostra composta, na qual foi encaminhada ao laboratorio submetendo a mesma ao principio de medicao do potencial eletronicamente por meio de eletrodo combinado imerso em suspensao solo: liquido (agua, KCl ou Ca[Cl.sub.2]), 1: 2,5 (EMBRAPA, 1979).

Analise estatistica

Os dados foram submetidos as analises estatisticas, pela analise de variancia a 1% de probabilidade, e quando apresentado diferenca significativa entre os tratamentos, aplicou-se a analise de regressao. Para comparar os efeitos dos tratamentos nas classes de solo foi utilizada a analise descritiva.

Resultados e discussao

Materia seca total (MST)

Verificou-se aos 150 dias apos o corte de homogeneizacao, que no Argissolo a dose 150 kg de N [ha.sup.-1] promoveu producao maxima de 37.835 kg MS [ha.sup.-1], com resposta de 75,64 kg MS por kg de N aplicado (Figura 2), bem proximo ao encontrado por Balsalobre et al. (2003), que registraram valor de 89 kg de MS por kg de N aplicado. Ja no Neossolo, essa resposta foi inferior, da ordem de 59 kg de MS por kg de N aplicado. Possivelmente, essa resposta diferenciada nas duas classes de solo seja o resultado da eficiencia de uso do N da ureia como fertilizante que e comprometida pelas possiveis perdas no sistema, entre elas a volatilizacao, a desnitrificacao e a lixiviacao (RAIJ, 1991), e a variacao da umidade no solo. Melhores respostas poderiam ter sido encontradas se durante esse periodo de avaliacao tivessem sido realizados alguns cortes para estimular o perifilhamento e a adubacao fosse realizada com maior intensidade apos os primeiros dias de rebrotacao, fase em que a demanda por N e aumentada em resposta ao intenso perfilhamento.

[FIGURA 2 OMITIR]

Plantas forrageiras tropicais respondem a altas doses de N (500 a 800 kg [ha.sup.-1]) (OLIVEIRA et al., 2003; MISTURA et al., 2007). Na Costa Rica, Vicente-Chandler et al. (1959) estabeleceram producao de 84.800 kg MS [ha.sup.-1] [ano.sup.-1], sob elevada fertilizacao nitrogenada, e com precipitacoes anuais de 2.000 mm, com respostas positivas a aplicacao de ate 1.800 kg N [ha.sup.-1] ano. No presente trabalho, em ambas as classes de solos, verificou-se resposta linear positiva ao aumento das doses de N, sugerindo para a regiao que essa dose de N pode ser aumentada. Cantarutti et al. (1999) informam que aplicacoes inferiores a 50 kg N [ha.sup.-1] nao promovem desenvolvimento a forrageiras tropicais. O que destaca novamente a importancia do aumento da dose de N apos o corte de homogeneizacao, impondo assim melhor resposta a producao final.

Materia seca da lamina foliar (MSLF)

A Figura 3 indica que no Argissolo ocorreu uma tendencia linear na producao MSLF, tendo um coeficiente de 35,01 kg MS por kg de N, e que se tem correlacao com a adubacao nitrogenada de r= 0,96. Ja no Neossolo, a resposta foi quadratica, alcancando producao maxima ao nivel de 122,20 kg N [ha.sup.-1], com producao de 13.028 kg MS [ha.sup.-1] (Figura 3).

[FIGURA 3 OMITIR]

Magalhaes et al. (2007) relatam que a eficiencia de utilizacao do N apresenta efeito quadratico com os niveis de N (p < 0,05). O que pode ser observado no Neossolo para MSLF.

Materia seca caule (MSC)

A producao de MSC respondeu de forma linear para as duas classes de solo, sendo no Argissolo uma resposta de 40,63, e no Neossolo, de 35,94 kg MS por kg de N (Figura 4). Em geral, o aumento do intervalo de cortes resulta em incrementos na producao de MS, porem, paralelamente, ocorre declinio no valor nutritivo da forragem produzida (QUEIROZ FILHO et al., 2000).

Razao folha/colmo

A razao folha/colmo e de grande importancia tanto para a nutricao animal como para o manejo das plantas forrageiras. Alta relacao folha/colmo significa forragem de maior teor proteico, digestibilidade e consumo, capaz de atender as exigencias nutricionais dos animais (QUEIROZ FILHO et al., 2000). No presente trabalho, verificou-se para ambos os solos que nao ocorreu diferenca significativa (p > 0,01) em funcao das doses de N aplicadas.

[FIGURA 4 OMITIR]

Altura

Em comparacao aos solos a altura de plantas no Argissolo, obedeceu a tendencia quadratica em resposta as doses de N, e no Neossolo, verificou-se resposta linear (Figura 5). Esse fato concorda com Santos et al. (2001) ao observarem que o maior alongamento do caule durante o periodo mais seco e provavelmente em funcao da reducao da area foliar como mecanismo de defesa das plantas contra o estresse hidrico, face a incidencia de luminosidade nesse periodo, ja que o Neossolo apresenta pouca resistencia em reter umidade, e ainda em face do baixo indice pluviometrico no periodo final de experimentacao (maio - julho) conforme a Figura 1.

Foi observada, para o Argissolo, tendencia quadratica quanto a altura em funcao dos niveis de N com altura maxima a 322 cm ao nivel de 100 kg N [ha.sup.-1] (Figura 5). Dall'Agnol et al. (2004) encontraram altura entre 270 a 320 cm aos 147 dias de idade. Trabalhando com capim-elefante, Oliveira et al. (2003) registraram correlacao positiva entre producao e altura. Rodrigues et al. (2008) observaram que em gramineas de habito de crescimento ereto, como essa cultivar, o alongamento do caule incrementa a producao forrageira, porem interfere na estrutura do pasto, comprometendo a eficiencia de pastejo em decorrencia do decrescimo na relacao folha/colmo.

[FIGURA 5 OMITIR]

Numero e massa de perfilhos

Verifica-se, na Figura 6, que o numero de perfilhos no Argissolo tem-se tendencia quadratica em funcao dos niveis de N com coeficiente de determinacao ([R.sup.2]) de 0,69. O perfilhamento maximo foi ao nivel de 60,52 kg N [ha.sup.-1] com 36 perfilhos por [m.sup.2] e a massa dos perfilhos em gramas mostra efeito linear em funcao dos niveis de N, mas com coeficiente de determinacao baixo (R2 = 0,45) (Figura 7) e que a cada kg de N aplicado teve-se o acrescimo de 0,44 g na producao por perfilho, e quanto ao Neossolo nao houve diferenca significativa entre os tratamentos.

[FIGURA 6 OMITIR]

Tanto o perfilhamento como a longevidade das folhas pode ser bastante modificada pelo N, ja que esse elemento, sendo movel desloca-se para as partes mais novas das plantas provocando senescencia das partes mais velhas (CECATO et al., 2008; CORSI, 1994; MORAIS et al., 2006). O numero de perfilhos e massa de perfilhos em relacao aos solos apresentaram caracteristicas diferentes, no entanto, no argissolo observou-se diferenca significativa (p < 0,01) para ambas as variaveis em funcao dos niveis de N, e no Neossolo nao ocorreu diferenca significativa (p > 0,01), apenas tendencia de maior massa de perfilhos. Nas duas classes de solo, o aumento da massa individual de perfilhos teve maior efeito no incremento da materia seca total.

[FIGURA 7 OMITIR]

Efeito do nitrogenio na acidificacao dos solos

As doses de N apresentaram efeito significativo (p < 0,01) sobre o pH das duas classes de solo (Figura 8). A adubacao nitrogenada apresentou influencia linear na acidificacao do Argissolo, conforme Figura 8 e evidencia que em solos abertos recentemente deve-se preocupar com o poder tampao, principalmente quando estes sao Argilosos, pois podem dinamizar esta acidificacao, aumentando ainda mais a acidificacao do mesmo, visto que a variavel independente (doses de N) influenciou 78% das respostas na variavel dependente (pH do solo), demonstrado na equacao de regressao: (Y = 3,91 - 0,0049 N R2= 0,78), explicado pelo poder tampao do solo, por ser area recentemente aberta e com altos teores de MO e argila, conforme a Tabela 1. O poder tampao hidrogenionico (PTH) relaciona-se diretamente com os teores de argila e MO e o tipo de argila. Em condicoes de acumulo de MO e no estado final de mineralizacao, a oxidacao libera eletrons, podendo ocasionar em diminuicao do pH (McBRIDE, 1994).

No Neossolo Quartzarenico ortico (Figura 8), observou-se que ocorreu aumento na acidificacao do solo, contudo nao ocorrendo muita variacao sobre os niveis de N, estando numa faixa de ocorrencia: 3,85 a 3,65. Porem, apresentando R2 = 0,31, ou seja, a acidificacao representada pelo fertilizante nitrogenado corresponde a 31% da acidificacao do solo, implicando que possuem outros fatores acidificantes que nao a adubacao nitrogenada. Mas o N sobre estes solos esta prontamente disponivel para as plantas, visto que apresenta baixos teores de MO, e argila (Tabela 1). Porem, nao e capaz de reter umidade o que pode ser um fator favoravel para o aumento da volatilizacao da amonia.

[FIGURA 8 OMITIR]

Conclusao

O desenvolvimento do Pennisetum purpureum Shum, em funcao dos niveis crescentes de N apresentou resposta positiva para ambos os solos, sendo melhor para o Argissolo em comparacao ao Neossolo. A adubacao N promoveu maior acidificacao no Argissolo por funcao linear decrescente em funcao dos niveis crescentes de N.

DOI: 10.4025/actascianimsci.v32i4.6209

Agradecimentos

Ao CNPq, pelo apoio e bolsas concedidas e ao Programa de Pos-graduacao em Ciencia Animal/UFT Tropical, pela oportunidade.

Received on January 25, 2009.

Accepted on July 22, 2010.

Referencias

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Rossini Soffa da Cruz, Antonio Clementino dos Santos *, Jose Gerley Diaz Castro, Emerson Alexandrino, Diego Camargo Caraca e Jociane Pereira Diniz

Fundacao Universidade Federal do Tocantins, BR 153, Km 112, Cx. Postal 132, 77800-000, Araguaina, Tocantins, Brasil. * Autorpara correspondencia. E-mail: clementino@uft.edu.br
Tabela 1. Propriedades quimicas e granulometricas iniciais do solo
(Argissolo Vermelho eutroferrico e Neossolo Quartzarenico ortico
tipico).

Argissolo Vermelho eutroferrico tipico

pH             Ca+Mg      Ca       Al      H+Al      K        P(Mel.)

                        [cmol.sub.c] [dm.sup.-3]                mg
[Cacl.sup.2]              (mE 100 [mL.sup.-1])              [dm.sup.-3]

5,2             10,8     7,5      0,0      2,1      0,25        1,8

                                   Textura (%)

                Mat.
pH              Org.    Argila   Silte    Areia      V1

[Cacl.sup.2]     %

5,2             9,4      31,0     8,0      61,0      85

Neossolo Quartzarenico ortico tipico

pH             Ca+Mg      Ca       Al      H+Al      K        P(Mel.)

                        [cmol.sub.c] [dm.sup.-3]                mg
[Cacl.sup.2]              (mE 100 [mL.sup.-1])              [dm.sup.-3]

4,1             1,2      0,4      0,2      2,2      0,05       2,25

                                   Textura (%)
                Mat.
pH              Org.    Argila   Silte    Areia      V1

[Cacl.sup.2]     %

4,1             1,4      9,0      4,0      87,0      36

V: saturacao por base.
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Title Annotation:texto en portugues
Author:Soffa da Cruz, Rossini; Clementino dos Santos, Antonio; Diaz Castro, Jose Gerley; Alexandrino, Emers
Publication:Acta Scientiarum Animal Sciences (UEM)
Date:Oct 1, 2010
Words:4013
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