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Prevalencia de perda precoce de molares deciduos: estudo retrospectivo.

Introdução

A odontologia infantil atua diretamente na manutenção da saúde bucal das crianças, no controle, na orientação e em possíveis intervenções para que o desenvolvimento e a maturação do sistema mastigatório sejam equilibrados, sob o ponto de vista morfológico, funcional, estético, e livre de interferências oclusais provocadas por lesões de cárie, perdas precoces dos dentes e hábitos orais nocivos, entre outros (Almeida et al., 2007).

Desde a vida intrauterina, fatores ambientais ou genéticos podem interferir no desenvolvimento normal da oclusão. Entre os fatores etiológicos de uma maloclusão estão as perdas precoces dos dentes decíduos. O trauma dentário e as doenças periodontais influenciam bastante na ocorrência das perdas dentárias, mas é a cárie dentária que continua a ser a principal vilã do alto índice dessas perdas (Silva e Cardoso, 2000). Embora a prevalência da doença cárie tenha reduzido nas últimas duas décadas, há uma pequena parte da população que apresenta grande número de lesões cariosas (Tagliaferro e Guirado, 2002). Segundo Meneghim et al. (2007), fatores como renda e grau de instrução podem influenciar a prevalência de cárie dentária.

Quando um dente decíduo é perdido antes de o sucessor iniciar a fase de erupção clínica, comumente ocorre aposição óssea sobre o dente permanente, retardando esse processo. Consequentemente, haverá um tempo maior para que os dentes adjacentes inclinem para o espaço ocupado pelo dente decíduo (Valladares Neto et al., 1994).

A perda precoce do dente decíduo tem sido considerada como fator de risco para o desenvolvimento de maloclusão na dentição permanente, em especial quando se considera a perda dos molares decíduos associada a abscessos e reabsorção radicular e/ou óssea na área (Passos e Moreira, 2006). Nesta situação, seria possível uma erupção também precoce dos dentes permanentes, com pouco apoio radicular e sujeitos a avulsões por qualquer trauma, os quais poderiam estabelecer um desvio de linha média e fechamento de espaço (Guedes-Pinto, 2005).

Conforme reportado por Ando (2000), apesar do curto período de tempo que os dentes decíduos permanecem na boca, estes são de grande relevância para a evolução no desempenho da função mastigatória, sendo considerados excelentes mantenedores de espaço naturais, pois podem evitar problemas associados à diminuição do perímetro do arco, migrações dentárias, perda de espaço e outros problemas relacionados ao desequilíbrio oclusal. Essas alterações poderão causar problemas ortodônticos futuros, por isso é importante a manutenção dos dentes decíduos até a época de esfoliação (Keles, 2002; Almeida et al., 2003).

Segundo Silva e Cardoso (2000), a avaliação da ocorrência da perda precoce de dentes decíduos em uma escola de odontologia permite traçar um planejamento quanto às necessidades odontológicas do paciente, favorecendo, assim, um tratamento global.

Dentro desse contexto, ao se referir à perda precoce de dentes decíduos, não se pode deixar de enfatizar a importância dos molares decíduos, visto que a perda desses elementos implicará a desarmonia do desenvolvimento da oclusão, pois ditam o posicionamento do primeiro molar permanente.

Diante do exposto, portanto, o presente trabalho objetivou determinar a prevalência da perda precoce dos molares decíduos em pacientes atendidos na Clínica de Odontopediatria da Universidade Estadual da Paraíba.

Metodologia

Seguindo os preceitos da Resolução 196/96 do CNS, este estudo foi registrado no Sistema Nacional de Informação sobre Ética em Pesquisa envolvendo Seres Humanos (CAAE 0032.0.133.000-08) e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual da Paraíba.

O estudo caracterizou-se como sendo do tipo observacional, retrospectivo e descritivo-analítico. Examinaram-se 515 prontuários de crianças com idades entre três e nove anos atendidas na Clínica de Odontopediatria, no período de março de 2006 a abril de 2008. Foram analisadas as seguintes variáveis: gênero, idade, número de dentes e tipo de molar decíduo perdido, arcada dentária (maxila ou mandíbula) e lado (direito e esquerdo); o instrumento de coleta consistiu de um formulário específico. Considerou-se perda prematura de molar decíduo quando ocorreu antes do estágio seis de Nolla ou um ano antes de sua exfoliação fisiológica (Cardoso et al., 2005).

Os dados foram processados com o auxílio do Software Epi Info 2007 e analisados de forma descritiva (frequências absolutas e percentuais) e analítica (estatística inferencial). Para a análise bivariada, empregou-se o teste do Qui-quadrado. O nível de significância utilizado foi de 5%.

Resultados

A prevalência de perda precoce de molares decíduos foi de 15,1% (78 crianças). Em relação ao gênero, verificou-se distribuição equitativa, sendo 50,0% das crianças pertencentes ao gênero masculino e 50,0% pertencentes ao gênero feminino, ambos com 39 casos.

No que se refere à idade da criança, a maior frequência de perda acometeu pacientes com sete anos (32,1%), seguida da idade de oito anos (21,8%), conforme apresentado na Figura 1. A média de idade foi de 6,9 ([+ ou -] 1,53) anos.

A Tabela 1 apresenta a perda dentária segundo a idade e o gênero da criança; revela que as meninas com idade entre sete e oito anos concentraram o maior número de perdas, enquanto entre os meninos as idades mais acometidas foram sete, seis e nove anos, respectivamente.

A análise do número de dentes perdidos revelou o registro de um total de 112 elementos dentários perdidos precocemente, correspondendo a uma média de 1,4 ([+ ou -] 0,78) dentes por criança. A maioria das crianças apresentava perda de um único elemento dentário, correspondendo a 69,2% dos casos. Verificou-se um único caso de criança com perda de cinco molares decíduos, conforme apresentado na Figura 2.

A análise do tipo de molar decíduo mais frequentemente perdido revelou que o segundo molar superior esquerdo foi o mais acometido, representando 17,9% do total, seguido do primeiro molar superior direito (16,1%) (Tabela 2).

Em relação à região, as perdas no segmento maxilar corresponderam a 61 elementos dentários (54,5%), enquanto na região mandibular foram registrados 51 molares decíduos perdidos (45,5%). No que se refere ao lado da face no qual ocorreu a perda, o lado esquerdo comportou 41% do total, seguido do lado direito (33,4%); perdas em ambos os lados foram registradas em 25,6% da amostra.

A Tabela 3 apresenta a distribuição dos prontuários com registro de perda precoce, segundo a arcada dentária e o gênero da criança. Verifica-se que nos meninos foi registrada maior perda na maxila, enquanto nas meninas o maior número de perdas ocorreu na mandíbula, porém sem diferença estatisticamente significante (p > 0,05).

Em relação ao lado da arcada dentária, a Tabela 4 revela que, em ambos os gêneros, a perda dentária ocorreu com maior freqüência no lado esquerdo, porém sem diferença estatisticamente significante (p > 0,05).

Discussão

A prevalência de 15,1% (78 crianças) de perda precoce de molares decíduos observada neste trabalho é inferior aos 37,9% descritos por Katz et al. (2002), aos 42,6% obtidos por Cardoso et al. (2005) e aos 54,6% descritos por Silva e Cardoso (2000), porém se a superior aos 6,2% reportados por Alamoudi (1999). É necessário enfatizar que as diferenças nos resultados podem ser explicadas por questões metodológicas, bem como pelo tipo de amostra estudada. Sobre este último aspecto, é mister destacar que a amostra aqui analisada originase de um serviço público especializado no atendimento infantil.

A perda de um dente decíduo antes da época normal leva a danos psicológicos consideráveis, que refletem a insatisfação do indivíduo consigo mesmo e o sentimento de inferioridade diante das demais crianças (Alencar et al., 2007).

A literatura apresenta-se divergente sobre a distribuição da perda precoce em relação ao gênero da criança. Neste estudo, verificou-se distribuição equitativa entre os gêneros masculino e feminino, corroborando os achados descritos por Silva e Cardoso (2000). Este resultado, entretanto, diverge dos obtidos por Katz et al. (2002) e Kelner et al. (2005), que encontraram maior prevalência de perda dentária no gênero feminino; já Nogueira et al. (1999) e Cardoso et al. (2005) relataram maior acometimento do gênero masculino.

De modo semelhante, a distribuição da perda dentária segundo a idade também é controversa entre os autores. Conforme descrito por Menezes e Uliana (2003), a idade na qual ocorre maior perda precoce de molares decíduos é aos sete anos, enquanto Katz et al. (2002) reportaram prevalência maior aos oito anos; já Nogueira et al. (1999) afirmaram que ambas as idades (sete e oito anos) são as mais atingidas. Tais afirmativas corroboram os achados do presente estudo, visto que a idade com o maior registro de perda dentária foi a de crianças com sete anos (32,1%). Por sua vez, Kelner et al. (2005) relataram maior perda dos seis a nove anos de idade. É válido destacar que este trabalho revelou a ocorrência do aumento no número de dentes perdidos precocemente com o avançar da idade, fato este que pode ser explicado pelo maior tempo que os elementos dentários permanecem na cavidade bucal. Portanto, a despeito da divergência entre os autores sobre a idade de maior freqüência de perda precoce, verifica-se que é necessário enfatizar que, quanto mais jovem for a criança, mais graves serão os danos causados pela perda prematura de dentes decíduos.

Não consistiu objeto da presente pesquisa verificar a etiologia da perda precoce entre as crianças; infere-se, no entanto, que a cárie dentária representa importante fator etiológico, senão o principal, para os sujeitos aqui examinados.

Um total de 112 molares decíduos foi perdido precocemente. Quando analisada a quantidade de perda de molares decíduos por criança, neste estudo foi possível observar que a maioria das crianças (69,2%) havia perdido um único elemento dentário, resultado diferente do obtido por Cardoso et al. (2005), cuja prevalência foi de 30,8% para perda precoce de um único elemento decíduo. Desse modo, um terço das crianças possuía perda de mais de um elemento dentário, confirmando a alta prevalência de crianças que perderam mais de um dente decíduo antes da época ideal (Cardoso et al., 2005).

Quando dois ou mais molares decíduos são perdidos precocemente no desenvolvimento da dentição, há, além dos efeitos de inclinação, a possibilidade de ocorrer outras alterações. Com a perda de apoio dentário posterior, a mandíbula pode ser mantida em uma posição que forneça algum tipo de função oclusal adaptativa e uma resultante mordida cruzada posterior acomodativa. Essas mordidas cruzadas posicionais têm efeitos de longo alcance na articulação temporomandibular, na musculatura, no crescimento dos ossos faciais e nas posições finais dos dentes permanentes (Van Der Linden, 1986).

Os segundos molares decíduos superiores foram os mais atingidos (34,0%), seguidos pelos segundos molares decíduos inferiores, com 26,8% do total das perdas. Resultados semelhantes quanto à percentagem da perda dos segundos molares decíduos inferiores foram verificados por Silva e Cardoso (2000), Katz et al. (2002) e Cardoso et al. (2005). Isoladamente, o segundo molar superior esquerdo foi o mais acometido, divergindo do relatado por Kelner et al. (2005), que afirmaram ser esse elemento o menos acometido.

Relacionando a perda dentária dos molares decíduos segundo a arcada dentária, Nogueira et al. (1999), Silva e Cardoso (2000), Kelner et al. (2005), Cardoso et al. (2005) e Takayama (2004) são unânimes em afirmar que a arcada mandibular é mais atingida, contrariando os resultados encontrados na presente pesquisa, que revelou que ambos os maxilares possuíam igual percentual de perda. No que concerne à distribuição da perda dentária segundo o gênero e a arcada dentária, apesar de ter sido verificada maior perda dentária na arcada superior entre os meninos e maior perda dentária na arcada inferior entre as meninas, não foram observadas diferenças estatisticamente significantes entre essas variáveis (p > 0,05). Todavia, Nogueira et al. (1999) e Kelner et al. (2005) obtiveram resultados diferentes, e ambos os autores constataram maior perda dentária para a arcada superior entre as meninas.

Existem divergências na literatura sobre o lado da face mais acometido. No presente trabalho, a perda dentária foi mais frequente envolvendo elementos situados no lado esquerdo, porém Katz et al. (2002) referiram maior prevalência na perda bilateral (26,4%).

Segundo Moyers (1991), a perda prematura de qualquer dente decíduo pode facilitar a erupção precoce de seu sucessor permanente, ou retardá-lo de acordo com o estágio de formação dentária; além disso, o efeito da perda prematura dos primeiros molares decíduos não constitui grande importância clínica em relação à diminuição do perímetro do arco, mas a perda do segundo molar decíduo favorecerá a mesialização do primeiro molar permanente, principalmente se este não estiver irrompido quando ocorreu a perda prematura do molar decíduo.

Conclusão

A prevalência de perda precoce de molares decíduos foi baixa, existindo distribuição equitativa entre os gêneros, sendo as crianças de sete anos as mais acometidas.

A maioria das crianças possuía perda de um único elemento dentário, e o segundo molar superior esquerdo foi o elemento mais frequentemente perdido.

Não se observou associação entre a presença de perda dentária segundo a arcada dentária e o gênero, bem como entre o lado acometido e o gênero.

Received on June 17, 2008. Accepted on August 25, 2008.

Referências

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VAN DER LINDEN, F.P.G.M. Ortodontia: desenvolvimento da dentição. São Paulo: Quintessence, 1986.

Alessandro Leite Cavalcanti *, Suyanne Amorim Menezes, Ana Flávia Granville-Garcia e Luciana Barros Correia Fontes

Universidade Estadual da Paraíba, Av. das Baraúnas, 351, 58109-753, Campina Grande, Paraíba, Brasil. *Autor para Correspondência. E-mail: dralessandro@ibest.com.br
Tabela 1. Distribuição absoluta e percentual dos prontuários
com registro de perda precoce, segundo a idade e o gênero da
criança. Campina Grande, Estado da Paraíba, 2008.

                            Gênero

               Masculino          Feminino        Total
Idade           n       %        n      %       n     Total

3               0      0         1     2,6      1       1,3
4               3     7,7        5    12,8      8      10,3
5               3     7,7        2     5,1      5       6,4
6               7    17,9        3     7,7     10      12,8
7              13    33,3       12    30,8     25      32,1
8               6    15,4       11    28,2     17      21,8
9               7    17,9        5    12,8     12      15,4
Total          39    50,0       39    50,0     78     100,0

Tabela 2. Distribuiçáo absoluta e percentual dos prontuários
com registro de perda precoce, segundo o elemento dentário.
Campina Grande, Estado da Paraíba, 2008.

                           Frequência

Elemento Dentário         n           %

54                        12       10,7
55                        18       16,1
64                        11        9,8
65                        20       17,9
74                        12       10,7
75                        13       11,6
84                         9        8,0
85                        17       15,2
Total                    112      100,0

Tabela 3. Distribuiçáo absoluta e percentual dos prontuários com
registro de perda precoce, segundo a arcada dentária e o gênero
da criança. Campina Grande, Estado da Paraíba, 2008.

                               Gênero

Arcada Dentária     Masculino          Feminino         Total (1)
                   n        %         n       %        n       %

Maxila             19     48,7       15     38,5      34      43,6
Mandíbula          15     38,5       19     48,7      34      43,6
Ambos               5     12,8        5     12,8      10      12,8
       Total       39     50,0       39     50,0      78     100,0

(1) teste do Qui-quadrado; p = 0,62.

Tabela 4. Distribuiçáo absoluta e percentual dos prontuários
com registro de perda precoce, segundo o lado e o gênero da
criança. Campina Grande, Estado da Paraiba, 2008.

                     Gênero                    Total (1)
Lado            Masculino        Feminino

                n       %       n       %     n       %

Direito        12    30,8      14    35,9    26     33,4
Esquerdo       17    43,6      15    38,5    32     41,0
Ambos          10    25,6      10    25,6    20     25,6
Total          39    50,0      39    50,0    78    100,0

(1) teste do Qui-quadrado; p = 0,86.

Figura 1. Distribuição percentual dos prontuários com registro
de perda precoce, segundo a idade da criança. Campina Grande,
Estado da Paraíba, 2008.

3      1,3
4     10,3
5      6,4
6     12,8
7     32,1
8     21,8
9     15,4

Note: Table créé d'un histogramme.

Figura 2. Distribuição percentual dos prontuários com registro
de perda precoce, segundo o número de dentes perdidos.
Campina Grande, Estado da Paraíba, 2008.

1     69,2
2     21,8
3      6,4
4      1,3
5      1,3

Note: Table créé d'un histogramme.
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Title Annotation:texto en portugués
Author:Cavalcanti, Alessandro Leite; Amorim Menezes, Suyanne; Granville-Garcia, Ana Flávia; Correia Fontes,
Publication:Acta Scientiarum Health Sciences (UEM)
Date:Apr 1, 2008
Words:3564
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