Comportamento alimentar e qualidade da agua em tanques de criacao de girinos de ra-touro Lithobates catesbeianus.Feeding behavior and water quality in tanks containing bullfrog tadpoles Lithobates catesbeianus. Introdução O interesse na criação de rã-touro Lithobates catesbeianus no Brasil vem crescendo de forma ascendente em virtude do sabor e textura da carne, tornando-se um grande potencial na aqüicultura. Vários estudos têm procurado desenvolver métodos economicamente viáveis para a criação de girinos, enfatizando a nutrição (Secco et al., 2005), o desempenho (Lima et al., 2003; Hayashi et al., 2004) e a qualidade da água (Castro e Pinto, 2000). No ambiente natural, existe uma variedade de organismos que pode ser utilizada como fonte natural de alimento e, a eficiência de sua utilização é vital para todos animais. Os girinos são considerados detritívoros ou herbívoros, sendo as algas a principal fonte de alimento nos primeiros estádios de desenvolvimento (Schoonbee et al., 1992). Em geral, os girinos aceitam todas as classes de alimento, mas a combinação de alimento natural com o artificial (ração) apresenta melhores resultados, visto que há um aporte de bactérias, fungos e micronutrientes que ajudam a manter o balanço nutricional (Carmona-Osalde et al., 1997). O sucesso da criação de girinos, na fase inicial de desenvolvimento, depende em grande parte da qualidade e quantidade de alimento, do tamanho da partícula, composição alimentar e qualidade da água do cultivo. Esses fatores influenciarão diretamente na sua taxa de crescimento. Sobrevivência, tempo de metamorfose e crescimento dos girinos estão diretamente ligados a fatores como competição pelo alimento, qualidade da água e inibidores químicos (Browne et al., 2003). Hamer et al. (2004), trabalhando com girinos de ambientes próximos a áreas afetadas pela agricultura, verificaram que altos níveis de fósforo e nitrogênio influenciaram a densidade populacional e estrutura da comunidade local. Cada organismo responde de forma diferente às mudanças na qualidade da água e quantidade de alimento disponível. Neste sentido, o objetivo deste trabalho foi avaliar o comportamento alimentar de girinos de rã-touro Lithobates catesbeianus, utilizando diferentes combinações de alimentos naturais e artificiais, e a influência destes fatores na qualidade da água do sistema de criação. Material e métodos Local e seleção de girinos Foram utilizados 6.000 girinos de rã-touro Lithobates catesbeianus, com peso médio inicial de 0,23 g, obtidos no Setor de Ranicultura do Centro de Aqüicultura da Universidade Estadual Paulista (Caunesp/Unesp, Jaboticabal, Estado de São Paulo), provenientes de uma mesma desova. Os girinos foram distribuídos em 12 tanques de alvenaria com capacidade de 1000 L, localizados numa estufa com temperatura que variou de 25,90 [+ ou -] 2,05[degré]C, numa densidade de estocagem de 1 girino para 2 L de água. Os tanques apresentaram fluxo contínuo de água com troca de 5% de renovação ao dia. Tratamento alimentar Os girinos foram submetidos a quatro tratamentos alimentares: A = somente alga; (Ankistrodesmus gracilis); AP = alga + plâncton natural; R = somente ração (40% de proteína bruta) e APR = alga + plâncton natural + ração. A alga, Ankistrodesmus gracilis (Chlorophyta) foi obtida no Laboratório de Limnologia e Produção de Plâncton (Caunesp/Unesp, Jaboticabal, Estado de São Paulo), cultivada em meio alternativo NPK (20-5-20) na intensidade de 21,48 [mu]E [cm.sup.-2] [s.sup.-1]. Inicialmente, a cultura de alga foi mantida em volume de 2 L, posteriormente, transferidas para garrafões de 13 L, sacos de 30 L e, finalmente, em tanques de 250 L. A variação do volume de cultura de alga foi baseada no aumento da biomassa dos girinos. Por um período de oito semanas (56 dias), os girinos foram alimentados diariamente com uma monocultura de A. gracilis, na densidade de 2,3 a 16,4 x [10.sup.5] células [m.sup.L-1], variando de 0,5 L (do início à [6.sup.a] semana) a 1 L (nas duas últimas semanas de experimento). O alimento que consiste de plâncton natural foi coletado nos diferentes tanques de piscicultura do Centro de Aqüicultura, concentrado em rede de 54 ?m de abertura de malha. Cerca de 0,5 L de um concentrado de 169 a 2.432 indivíduos [mL.sup.-1] de plâncton natural, foi adicionado aos tanques experimentais, variando com o aumento da biomassa de girinos. O fornecimento diário de ração variou de 2,5 g no início até 85 g no final do experimento. Os girinos foram alimentados duas vezes ao dia, às 9h30min. e às 16h. Comportamento alimentar No estudo do comportamento alimentar, foi fornecida uma dieta alimentar contendo alga + plâncton + ração (APR). Para avaliação do trato digestório, os girinos foram coletados, com auxílio de um puçá, duas vezes por semana, às 10h da manhã, após a alimentação ao longo do período experimental (56 dias). Em seguida, para evitar a regurgitação e perda do conteúdo do trato digestório, os girinos foram submetidos à baixa temperatura durante, aproximadamente 10 min. e, posteriormente, fixados com formalina a 10% para preservação das amostras. Foram analisados três intestinos por coleta, num total de 48 intestinos, contando apenas os organismos inteiros ou que apesar de digeridos, pudessem ser identificados, para análises quantitativa e qualitativa do material ingerido. Os girinos foram dissecados com estiletes e bisturi, fixos sobre uma câmara de contagem Sedgewick Rafter, procedendo a análise em microscópio, com aumento de 100 x. A partir de 14 dias de idade, o conteúdo do trato digestório passou a ser diluído para 10 mL devido à concentração elevada do material ingerido. O taxon Cyanobacteria foi contado junto com fitoplâncton. O experimento foi realizado em triplicata. Sobrevivência e peso médio dos girinos A taxa de sobrevivência dos girinos foi obtida por meio de números inicial e final de animais encontrados em cada tanque experimental, considerando aqueles que foram retirados para estudo do conteúdo do trato digestório. O peso (g) dos girinos foi avaliado semanalmente de uma amostra equivalente a 10% do total de girinos, presentes em cada tanque experimental, utilizando-se balança eletrônica digital com sensibilidade de 0,001 g. Qualidade da água As amostras de água foram monitoradas semanalmente ao longo do período experimental em todos os tanques, utilizando uma garrafa de Van Dorn (1 L). Para as medidas de pH, temperatura, condutividade elétrica e oxigênio dissolvido, foram utilizados aparelho digital Corning PS 15, 16, 17 e oxímetro "yellow spring" 320, respectivamente. As análises de nutrientes e clorofila-a foram determinadas, respectivamente, de acordo com as metodologias descritas em Golterman et al. (1978), Koroleff (1976) e Nush (1980). Análise estatística O consumo alimentar dos girinos foi analisado pela prova de Kruskal-Wallis, que considera k amostras independentes (tanques). Para verificar a variação temporal na alimentação dos girinos, foi utilizada a prova de Friedman. O alimento fornecido e aquele ingerido pelos girinos foram avaliados pelo coeficiente de correlação de postos de Spearman. O nível de significância adotado, nos testes, foi 0,05 (Siegel, 1975). Para avaliar o efeito do alimento sobre o desenvolvimento do girino, utilizou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e três repetições e as médias dos tratamentos foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Para as variáveis físico-químicas da água, foi utilizado o delineamento inteiramente casualizado com parcelas subdivididas consistindo de quatro tratamentos principais, oito tratamentos secundários e três repetições por tratamento. As médias foram comparadas pelo teste de Tukey com 5% de probabilidade. Resultados e discussão Comportamento alimentar e crescimento Os resultados das análises qualitativa e quantitativa dos organismos zooplanctônicos, encontrados no concentrado alimentar, indicaram a presença de 50,46% de Cladocera, seguidos de Copepoda com 46,48% e Rotifera com 2,80% do total de indivíduos presentes (Figura 1). A grande abundância de Copepoda ocorreu pela presença de náuplios representando 41,09%, seguidos de adulto de Argyrodiaptomus furcatus com 37,82% e Thermocyclops decipiens com 3,31% do total de organismos zooplanctônicos observados (Tabela 1). Dentre os Cladocera, Diaphanosoma birgei foi a mais representativa com 79,57%, seguida de Moina micrura com 8,23% e Daphnia gessneri com 0,44% do total de indivíduos zooplanctônicos, observados no concentrado alimentar. As espécies Brachionus sp. e B. calyciflorus foram dominantes, dentre os Rotifera, com 29,94 e 12,57%, respectivamente. O taxon Protozoa foi representado somente por Difflugia sp. com 3,4 indivíduos [mL.sup.-1] (Tabela 1). [FIGURE 1 OMITTED] Dentre os organismos fitoplanctônicos no concentrado alimentar, o grupo Chlorophyta foi dominante, representando 88,72% do total observado, seguido de Cyanobacteria com 7,22%, Chrysophyta com 4,03%, Pyrrophyta com 0,02% e Euglenophyta com 0,01% (Figura 1). A alta porcentagem de Chlorophyta foi, principalmente, pela presença de Ankistrodesmus gracilis, Scenedesmus acutus e S. quadricauda. O fornecimento da monocultura de A. gracilis favoreceu a abundância deste grupo no concentrado alimentar. O taxon Cyanobacteria foi representado, principalmente, por Anabaena sp. e Oscillatoria sp., com 71,64 e 15,95%, respectivamente do total observado no grupo. Os táxons menos abundantes foram Pyrrophyta e Euglenophyta, representados cada um por uma espécie, Peridinium sp. e Phacus sp. (Tabela 1). O taxon Chlorophyta foi mais abundante no trato digestório, representando quase que a totalidade de algas presentes. Já os taxons Cyanobacteria, Chrysophyta e Euglenophyta, representaram menos de 0,5% do total observado no trato digestório (Figura 1, Tabela 2,). O baixo consumo das espécies de Cyanobacteria pode estar associado à disponibilidade, palatabilidade, digestibilidade, presença de toxinas e composição bioquímica dessas espécies (Leonardos e Lucas, 2000). Kupferberg et al. (1994), estudando o efeito da disponibilidade do alimento em girinos de Hyla regilla sobre a taxa de crescimento, tamanho no período larval e metamorfose, observaram que os girinos cresceram mais rapidamente quando alimentados com algas verdes filamentosas, diatomáceas epifíticas e ração do que nos tratamentos contendo Cyanobacteria. A ingestão de organismos zooplanctônicos foi bem menor quando comparada às algas e ração. A presença de Rotifera e pedaços de Cladocera e Copepoda, no trato digestório dos girinos, esteve associada à disponibilidade do alimento fornecido (Figura 1, Tabela 2). A presença elevada de ovos de resistência, no trato digestório dos girinos de rãtouro, pode estar associada à dificuldade de digestão e do pequeno tamanho deste item alimentar (Sipaúba-Tavares e Braga, 1999). Os girinos não selecionaram as espécies planctônicas oferecidas como alimento (rs = 0,39; p < 0,05), havendo correlação entre a concentração dos itens ingeridos e a concentração dos itens alimentares presentes no concentrado alimentar fornecido. A prova de Kruskal-Wallis mostrou não haver diferença relativa do plâncton ingerido pelos girinos (H = 0,4111, P>0,80), porém houve diferença altamente significativa em pelo menos um período de desenvolvimento do girino, com relação ao plâncton ingerido ([X.sup.2]r = 75,33 > [X.sup.2] = 18, p < 0,001) com menor ingestão de plâncton no período inicial e, a partir de 14 dias de idade, a ingestão aumentou estabilizando a partir dos 28 dias de idade, em função da maior concentração de ração no trato digestório indicando mudança no comportamento alimentar. Para Carmona-Osalde et al. (1997), os girinos apresentam uma transição ontogênica em seus hábitos alimentares, sendo inicialmente filtradores, principalmente, fitoplanctófagos, nas primeiras etapas de desenvolvimento. Posteriormente, alimentam-se de material acumulado no fundo dos tanques. Benitez-Mandujano e Flores-Nava (1997) verificaram que a alta disponibilidade fitoplanctônica, nos tanques de cultivo de girinos de rã-touro, reduziu em 50% o nível de suplementação com dieta artificial, obtendo bons resultados para crescimento de girinos. Os diferentes tratamentos influenciaram significativamente (p < 0,05) a sobrevivência dos girinos (Tabela 3), em que foram observados maiores valores de sobrevivência nos girinos tratados com ração (66,30 -R e 68,37% - APR) e os menores valores naqueles tratados somente com alga (34,73%) e alga + plâncton (46,40%). O mesmo foi observado em relação ao peso dos girinos. Nos girinos tratados com ração (R e APR), o peso final foi significativamente (p < 0,05) mais elevado do que os sem ração (A e AP) (Tabela 3). Na fase de girinos, a taxa de mortalidade média é de 30%, principalmente nas primeiras semanas, associada à deficiência alimentar, qualidade da água e práticas de manejo. A qualidade da água é um fator que interfere diretamente na sobrevivência das rãs (Lima e Agostinho, 1992). Neste estudo, quando os girinos foram alimentados com ração (R e APR), foi observada taxa de mortalidade próxima àquela obtida pelos autores citados. A presença de ração, na dieta de girinos de rãtouro, promoveu maior crescimento, causando ao longo do período experimental, a deterioração da qualidade da água, necessitando de reformulação na ração utilizada, para melhor aproveitamento do fósforo e nitrogênio contidos na ração. Qualidade da água A temperatura média do ar no interior da estufa, foi de 25,90 [+ ou -] 2,05[degré]C, influenciando diretamente a temperatura da água que oscilou entre 24,27 a 26,57[degré]C, diferindo significativamente (p < 0,05) ao longo do período experimental (Tabela 4). A condutividade elétrica da água apresentou valor mínimo de 20,00 [micro]S [cm.sup.-1], igual ao da água de abastecimento dos tanques e, valor máximo de 46,67 [micro]S [cm.sup.-1] no tratamento R. Em geral, os tratamentos contendo ração apresentaram valores maiores (Tabela 4). Já o oxigênio dissolvido foi maior nos tratamentos sem ração, variando de 6,09 a 7,80 mg [L.sup.-1], sem diferenças significativas (p > 0,05). Nos tratamentos que contém ração foi observada redução significativa (p < 0,05) do oxigênio dissolvido, a partir do 14 dia atingindo o valor mínimo de 2,15 mg [L.sup.-1] no tratamento R (Tabela 4). A ração utilizada, neste estudo, apresentou teor de proteína bruta ao redor de 40%. Segundo McIntosh (2000), níveis de proteína entre 35 e 40% apresentam uma relação de C:N menor que 10:1, sendo facilmente decompostos pelas bactérias. A ação da decomposição bacteriana refletiu principalmente em relação ao teor de oxigênio na água com valores bem reduzidos nos tratamentos contendo ração (R e APR), não sendo observada anoxia em função do fluxo contínuo de água, que também promoveu a nitrificação com menores concentrações de nitrato no meio. O pH manteve-se ácido com influência da água de abastecimento (5,6), tendendo a aumentar a partir da quarta semana com valores acima de 6,17. O pH apresentou diferenças significativas (p < 0,05) ao longo do período experimental, mas não (p > 0,05) entre os tratamentos (Tabela 4). Em relação aos compostos nitrogenados, as concentrações de amônia foram mais elevadas nos tratamentos com ração, e atingiram o máximo de 2.364,91[micro]g [L.sup.-1] no APR e 1226,92 [micro]g [L.sup.-1] no R, sendo que somente a partir do 28 dia passou a diferir significativamente (p < 0,05) dos tratamentos contendo alga (A) e plâncton (AP). Já o nitrato foi observado maiores concentrações nos tratamentos sem ração, com o máximo de 540,20 [micro]g [L.sup.-1] no tratamento contendo somente alga (A). As concentrações de nitrato e ortofosfato foram diretamente influenciadas pela água de abastecimento que continha proporções razoáveis destes dois elementos na água (346,70 e 40,00 [micro]g [L.sup.-1], respectivamente). O ortofosfato apresentou comportamento similar à amônia, com o máximo obtido no tratamento APR (1.432,01 [micro]g L-1) (Tabela 4). Flores-Nava e Gasca-Leyva (1997) verificaram que as fezes de girinos liberam altas taxas de amônia e fósforo, no meio, atingindo concentrações acima de 2,0 mg [L.sup.-1]. Não foram observadas diferenças significativas (p > 0,05) em relação às concentrações de clorofila-a ao longo do período experimental entre os tratamentos. Em geral, os maiores valores foram observados no tratamento contendo alga, variando de 3,63 a 41,48 [micro]g [L.sup.-1] (Tabela 4). As concentrações de clorofila-a observadas, neste estudo, foram muito baixas, pois em situações eutróficas as algas apresentam curto ciclo de vida e sofrem pressão de predação (Moriarty, 1997). Tal afirmativa está refletida diretamente no padrão do tratamento sem zooplâncton (A), com as maiores concentrações de clorofila-a. Conclusão Pelos dados obtidos, podemos concluir que, a partir do 14 dia, houve mudança no hábito alimentar dos girinos de rã-touro e, dentro das condições experimentais, a utilização da dieta artificial (ração) complementada ou não com a natural (plâncton) proporcionou desenvolvimento satisfatório aos animais, afetando algumas variáveis físico-químicas da água em função da elevada concentração de nutrientes e redução de oxigênio dissolvido, influindo diretamente na qualidade da água. Agradecimentos As autoras agradecem à Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), pelo suporte financeiro e bolsa de mestrado concedida à MS. Joceli Cristina Leite de Morais (proc. no 97/03741-7). Também, são gratas aos funcionários Silvia Regina Ligeiro de Laurentiz e Márcio Roberto Reche, pelos auxílios em laboratório e campo. Received on April 03, 2007. Accepted on October 28, 2007. Referências BENITEZ-MANDUJANO, M.A.; FLORES-NAVA, A. Growth and metamorphosis of Rana catesbeiana (Shaw) tadpoles fed live and supplementary feed, using tilapia Oreochromis niloticus (L) as a biofertilizer. Aquac. Res., Oxford, v. 28, p. 481-488, 1997. BROWNE, R.K. et al. High density effects on the growth, development and survival of Litoria aurea tadpoles. Aquaculture, Amsterdam, v. 215, n. 1-4, p. 109-121, 2003. CARMONA-OSALDE, C. et al. La nutricion de la rana y su importancia en la ranicultura. In: TECNOFROG, 2.; ENCONTRO NACIONAL DE RANICUALTURA, 9., 1997, Santos. Anais ... Santos: Abetra/ABCR, 1997. p. 75-84. CASTRO, J.C.; PINTO, A.T., Qualidade da água em tanques de girinos de rã-touro, Rana catesbiana Shaw, 1802, cultivados em diferentes densidades de estocagem. Rev. Bras. Zootec., Viçosa, v. 29, n. 6, p. 1903-1911, 2000. FLORES-NAVA, A.; GASCA-LEYVA, E. Use of artificial grazing substrates in bullfrog tadpole culture. Aquaculture, Amsterdam, v. 152, p. 91-101, 1997. GOLTERMAN, H.L. et al. Methods for physical and chemical analysis of fresh waters. 2. ed. Oxford: Blackwell Scientific Publication, 1978. GOSNER, K.L. A simplified table for staging anuran embryos and larvae with notes on identification. Herpetologica, Austin, v. 16, p. 153-190, 1960. HAMER, A.J. et al. Amphibian decline and fertilizers used on agricultural land in south-eastern Australia. Agric. Ecosyst. Environ., Amsterdam, v. 102, n. 3, p. 299-305, 2004. HAYASHI, C. et al. Desenvolvimento de girinos de rã-touro (Rana catesbiana Shaw, 1802) cultivados em diferentes densidades de estocagem em tanques-rede. Rev. Bras. Zootec., Viçosa, v. 33, n. 1, p. 14-20, 2004. KOROLEFF, F. Determination of nutrients. In: GRASSHOFF, E.; KREMLING, E. (Org.). Methods of sea water analysis. German: Verlag Chemie Wenhein, 1976. p. 117-181. KUPFERBERG, S.J. et al. Effects of variation in natural algal and detrital diets on larval anuran (Hyla regilla) life-history traits. Copeia, Carbondalle, v. 2., p. 46-457, 1994. LEONARDOS, N.; LUCAS, I.A.N. The nutritional value of algae grown under different culture conditions for Mytilus edulis L. larvae. Aquaculture, Amsterdam, v. 182, n. 3-4, p. 301-315, 2000. LIMA, S.L.; AGOSTINHO, C.A. A tecnologia de criação de rãs. Viçosa: UFV, 1992. LIMA, S.L. et al. Desempenho zootécnico e tabela de alimentação de girinos de rã-touro (Rana catesbiana) criadas no sistema anfigranja. Rev. Bras. Zootec., Viçosa, v. 32, n. 3, p. 512-518, 2003. McINTOSH, R.D. Changing paradigms in shrimp farming: IV. Low protein feeds and feeding strategies. Advocate, St. Louis, v. 3, n. 2, p. 44-50, 2000. MORIARTY, D.J.W. The role of microorganisms in aquaculture ponds. Aquaculture, Amsterdam, v. 151, p. 333-349, 1997. NUSH, E.A. Comparison of different methods for chlorophyll and phaeopigments determination. Arch. Hydrobiol., Stuttgart, v. 14, p. 14-36, 1980. SCHOONBEE, H.J. et al. Observations on the feeding habits of larvae, juvenile and adult stages of the African clawed frog, Xenopus laevis, in impoundments in Transkei. Water AS, Alexandria, v. 18, n. 4, p. 227-236, 1992. SECCO, E.M. et al. Apparent digestibility of different ingredients in diets for bullfrog Rana catesbeiana tadpoles. J. World Aquac. Soc., Baton Rouge, v. 36, n. 1, p. 135-140, 2005. SIEGEL, S. Estatística não-paramétrica. São Paulo: Mcgraw-Hill do Brasil, 1975. SIPAÚBA-TAVARES, L.H.; BRAGA, F.M.S. Study on feeding habits of Piaractus mesopotamicus (pacu) larvae in fish ponds. Naga: The Iclarm Quarterly, Yaounde, v. 22, n. 1, p. 24-29, 1999. Lúcia Helena Sipaúba-Tavares (1) *, Joceli Cristina Leite de Morais (2) e Marta Verardino De Stéfani (1) (1) Centro de Aqüicultura, Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho", Via de acesso Prof. Paulo Donato Castellane, s/n, 14844-900, Jaboticabal, São Paulo, Brasil. (2) Campus Experimental de Sorocaba, Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho", Sorocaba, São Paulo, Brasil. * Autor para correspondência. E-mail: sipauba@caunesp.unesp.br
Tabela 1. Número médio de indivíduos [mL.sup.-1] e porcentagem
relativa da comunidade planctônica encontrados no concentrado
alimentar oferecido aos girinos de rã-touro.
Table 1. Mean number of individuals [mL.sup.-1] and relative
percentage of planktonic community in feed concentrate given to
bullfrog tadpoles.
Taxon No ind [mL.sup.-1] %
Chlorophyta
Actinastrum sp. 3,96 0,00007
Ankistrodesmus gracilis 6081000,00 99,99597
Chlorella vulgaris 42,98 0,00071
Coelastrum sp. 120,20 0,00198
Crucigenia sp. 2,87 0,00005
Dictyosphaerium sp. 1,13 0,00002
Eudorina sp. 12,33 0,00020
Gloeocystis sp. 2,78 0,00005
Gonium sp. 1,12 0,00002
Kirchneriella sp. 5,42 0,00009
Micractinum sp. 0,47 0,00001
Pandorina sp. 4,22 0,00007
Pediastrum sp. 0,80 0,00001
Scenedesmus acuminatus 6,64 0,00011
S. acutus 7,36 0,00012
S. quadricauda 9,27 0,00015
Selenastrum sp. 6,60 0,00011
Sphaerocystis sp. 16,71 0,00027
Spirogyra sp. 0,51 0,00001
Chrysophyta
Dinoflagelado 1,82 7,11
Alaucosira sp. 8,49 33,17
Botryococcus sp. 0,47 1,85
Dinobryon sp. 0,04 0,14
Navicula sp. 13,22 51,63
Surirella sp. 1,42 5,54
Synedra sp. 0,04 0,14
Synura sp. 0,07 0,28
Uroglena sp. 0,04 0,14
Euglenophyta
Phacus sp. 4 100
Pyrrophyta
Peridinium sp. 6 100
Cyanobacteria
Anabaena sp. 32,84 71,64
Anabaenopsis sp. 0,27 0,60
Aphanizomenon sp. 0,02 0,04
Merismopoedia sp. 1,55 3,37
Microcystis sp. 3,02 6,58
Nostoc sp. 0,55 1,19
Oscillatoria sp. 7,31 15,95
Spirulina sp. 0,29 0,63
Rotifera
Ascomorpha sp. 2,2 6,59
Brachionus sp. 10,0 29,94
B. calyciflorus 4,2 12,57
B. caudatus 2,2 6,59
Epiphanes sp. 0,6 1,80
Keratella sp. 1,8 5,39
Testudinella sp. 0,2 0,60
Lecane sp. 1,2 3,59
Lepadella sp. 1 2,99
Monostyla sp. 0,2 0,60
Pompholyx trilobata 0,8 2,40
Proales globulifera 4,4 13,17
Proales sp. 4,6 13,77
Cladocera
Bosmina hagmanni 0,01 0,05
Bosminopsis deitersi 0,02 0,11
Ceriodaphnia cornuta 0,38 1,85
Daphnia gessneri 0,08 0,44
Diaphanosoma birgei 16,46 79,57
Echinischa paulineis 0,03 0,12
Macrothrix sp. 0,02 0,09
Moina micrura 1,70 8,23
neonata (neonate) 1,97 9,55
Copepoda
* Argyrodiaptomus furcatus 7,69 37,82
* Thermocyclops decipiens 0,67 3,31
Copepoditos (copepodid) 3,62 17,78
Náuplios (naupplii) 8,36 41,09
Protozoa
Difflugia sp. 3,4 100
Ostracoda 0,6 10,71
Outros
Others 5 89,29
Ovos de resistência
Ephippial eggs
* Adultos.
Adults.
Tabela 2. Número médio de indivíduos [mL.sup.-1] e porcentagem
relativa dos organismos alimentares encontrados no trato
digestório de girinos de rã-touro.
Table 2. Mean number of individuals [mL.sup.-1] and relative percentage
of feed organisms in the digestive tract of bullfrog tadpoles.
Taxon No ind [mL.sup.-1] %
Chlorophyta
Actinastrum sp. 27 0,0022
Ankistrodesmus falcatus 114 0,0093
A. gracilis 1.201.971 98,00
Chlorella sp. 1.105 0,0906
Closterium sp. 7 0,0005
Coelastrum sp. 170 0,0139
Cosmarium sp. 212 0,0174
Crucigenia sp. 137 0,0112
Euastrum sp. 108 0,0088
Eudorina sp. 80 0,0066
Kirchneriella sp. 16 0,0013
Micrasterias sp. 1 0,0001
Oedogonium sp. 3.772 0,3094
Pandorina sp. 9 0,0007
Pediastrum sp. 123 0,0101
Pseudoteraëdron sp. 2 0,0002
Scenedesmus acuminatus 1.204 0,0988
S. acutus 6.770 0,5554
S. quadricauda 2.370 0,1944
Sphaerocystis sp. 153 0,0126
Spondylosium sp. 435 0,0357
Spyrogira sp. 3 0,0003
Staurastrum sp. 19 0,0015
Staurodesmus sp. 52 0,0042
Tetraëdron sp. 56 0,0045
Tetrastrum sp. 5 0,0004
Xanthidium sp. 1 0,0001
Total 100
Total
Chrysophyta
Alaucoseira sp. 205 8,28
Cymbella sp. 58 2,34
Dinobryon sp. 1001 40,41
Eunotia sp. 30 1,2
Fragilaria 4 0,16
Frustulia sp. 2 0,09
[??]epadill sp. 1177 47,52
Total 100
Total
Cyanobacteria
Anabaena sp. 200 89,70
Microcystis sp. 1 0,45
Oscillatoria sp. 21 9,85
Total 100
Total
Euglenophyta
Euglena sp. 170 66,40
Phacus sp. 86 33,60
Total 100
Total
Rotifera
Brachionus 3 8,12
Lecane sp. 16 43,24
Lepadella sp. 1 2,70
Proales sp. 16 43,24
Trichocerca 1 2,70
Total 100
Total
Outros
Others
Ovo de resistência 66 0,05
Ephippial eggs
Ração 126.787 998,514
Ration
Pedaço de Cladocera 120 0,097
Cladocera pieces
Pedaço de Copepoda 1 0,0008
Copepoda pieces
Larva de inseto 1 0,0008
Insect larvae
Total 100
Total
Tabela 3. Peso médio das amostras e sobrevivência de girinos de
rã-touro nos diferentes tratamentos, em que: A = somente alga;
AP = alga + plâncton natural; R = somente ração e APR = alga
+ plâncton natural + ração.
Table 3. Mean weight of samples and survival of bullfrog tadpoles
with different treatments, where: A = algae only; AP = algae +
natural plankton; R = rations only; APR = algae + natural plankton
+ ration.
Tratamentos Sobrevivência (%)
Treatments Survival (%)
A 34,73b
AP 46,40b
R 66,30a
APR 68,37a
Tratamentos Peso médio (g)
Treatments Mean weight (g)
Inicial Final
Initial Final
A 0,23 [+ ou -] 0,02a 14 [+ ou -] 6,78b
AP 0,23 [+ ou -] 0,03a 9,95 [+ ou -] 2,53b
R 0,22 [+ ou -] 0,03a 610,5 [+ ou -] 18,14a
APR 0,22 [+ ou -] 0,04a 652,5 [+ ou -] 153,03a
Valores seguidos de mesma letra, na coluna, não diferem entre si pelo
teste de Tukey (p > 0,05).
Rates followed by same letter in the column do not differ by Tukey
test (p > 0.05).
Tabela 4. Variação dos fatores físico-químicos da água dos tanques de
cultivo de girinos de rã-touro Lithobates catesbeianus, em que:
A = somente alga; AP = alga + plâncton natural; R = somente ração e
APR = alga + plâncton natural + ração.
Table 4. Variation of physical and chemical parameters of water tank
for the culture of bullfrog tadpoles Lithobates catesbeianus, where:
A = algae only; AP = algae + natural plankton; R = ration only;
APR = algae + natural plankton + ration.
Variáveis Limnológicas Tratamento Período (dias)
Limnological Parameters Treatments Period (days)
7 14
Temperatura da Água A 26,40 A ab 26,23 A a
Water Temperature AP 26,47 A ab 26,10 B a
([degrees]C) R 26,13 A b 26,10 A a
APR 26,57 A a 26,13 B a
Condutividade Elétrica A 20,00 A a 20,00 A a
Electrical Conductivity AP 20,00 A a 20,00 A a
([micro]S [cm.sup.-1]) R 20,00 F a 21,00 EF a
APR 21,33 D a 20,67 D a
Oxigênio Dissolvido A 7,11 AB a 7,31 AB a
Dissolved Oxygen AP 6,96 A a 7,04 A a
(mg [L.sup.-1]) R 6,36 A a 5,46 B b
APR 6,33 A a 5,68 AB b
pH A 5,83 D ab 5,30 E a
pH AP 5,83 D ab 5,30 E a
R 5,63 D b 5,17 E a
APR 5,97 D a 5,40 E a
Amônia A 37,37 A a 15,69 A a
Ammonia AP 33,87 A a 36,18 A a
([micro]g [L.sup.-1]) R 61,93 C a 144,10 C a
APR 84,00 D a 209,85 D a
Nitrito A 1,45 A a 0,18 A a
Nitrite AP 1,69 A a 0,75 A a
([micro]g [L.sup.-1]) R 1,33 B a 4,31 B a
APR 3,57 C a 3,60 C a
Nitrato A 152,85 Ea 263,32 CDEab
Nitrate AP 113,28 Ba 310,15 A a
([micro]g [L.sup.-1]) R 105,03 Ba 166,77 AB bc
APR 92,27 Ca 150,04 BC c
Ortofosfato A 6,42 A a 11,26 A a
Orthophosphate AP 6,95 A a 10,00 A a
([micro]g [L.sup.-1]) R 14,75 D a 110,60 D a
APR 18,37 C a 386,17 BC a
Clorofila-a A 3,63 B a 15,44 B ab
Chlorophyll-a AP 1,12 A a 1,40 A b
([micro]g [L.sup.-1) R 1,86 B a 13,02 A ab
APR 1,02 B a 26,51 A a
Variáveis Limnológicas Tratamento Período (dias)
Limnological Parameters Treatments Period (days)
21 28
Temperatura da Água A 24,70 C a 24,57 C a
Water Temperature AP 24,67 D a 24,27 E a
([degrees]C) R 24,77 DE a 24,53 E a
APR 24,53 EF a 24,37 F a
Condutividade Elétrica A 20,00 A b 20,00 A b
Electrical Conductivity AP 20,00 A b 20,33 A b
([micro]S [cm.sup.-1]) R 27,00 DE a 31,67 CD a
APR 25,67 CDab 29,67 BC a
Oxigênio Dissolvido A 7,80 A a 7,64 A a
Dissolved Oxygen AP 7,43 A a 7,28 A a
(mg [L.sup.-1]) R 4,03 C b 3,21 CDE
APR 4,87 B b 3,87 C b
pH A 5,00 F ab 6,53 AB a
pH AP 5,10 E b 6,50 AB a
R 4,90 F b 6,50 AB a
APR 5,17 E a 6,53 AB a
Amônia A 5,54 A a 19,91 A b
Ammonia AP 9,49 A a 1,37 A b
([micro]g [L.sup.-1]) R 487,94 BCa 1167,82ABa
APR 239,94 D a 1209,88BCa
Nitrito A * *
Nitrite AP * *
([micro]g [L.sup.-1]) R 24,13 B a 58,91 B a
APR 6,23 C a 28,47 C ab
Nitrato A 331,29 BCDa 400,82 B a
Nitrate AP 334,89 A a 364,16 A a
([micro]g [L.sup.-1]) R 172,26 AB b 205,98 ABa
APR 201,30 ABCb 176,38 BC a
Ortofosfato A 62,02 A c 162,73 A
Orthophosphate AP 59,48 A c 141,24 A
([micro]g [L.sup.-1]) R 1321,34 A a 1144,39ABa
APR 509,96 BCb 1432,01 Aa
Clorofila-a A 41,48 A a 162,73 A
Chlorophyll-a AP 10,79 A b 141,24 A
([micro]g [L.sup.-1) R 37,39 B a 1144,39ABa
APR 3,72 B b 1432,01 Aa
Variáveis Limnológicas Tratamento Período (dias)
Limnological Parameters Treatments Period (days)
35 42
Temperatura da Água A 25,37 B a 25,20 B ab
Water Temperature AP 25,27 C a 24,73 D c
([degrees]C) R 25,43 B a 25,33 B a
APR 25,27 C a 24,83 DEbc
Condutividade Elétrica A 22,33 A b 20,00 A c
Electrical Conductivity AP 21,00 A b 20,00 A c
([micro]S [cm.sup.-1]) R 40,33 AB a 45,67 A a
APR 41,33 A a 33,33 B b
Oxigênio Dissolvido A 7,43 AB a 7,77 A a
Dissolved Oxygen AP 7,42 A a 7,25 A a
(mg [L.sup.-1]) R 2,15 F b 2,60 EF c
APR 2,62 D b 3,73 C b
pH A 6,63 A a 6,37 BC a
pH AP 6,63 A a 6,33 BC a
R 6,63 A a 6,50 AB a
APR 6,67 A a 6,37 BC a
Amônia A 4,31 A b 20,13 A b
Ammonia AP 4,29 A b 164,66 A
([micro]g [L.sup.-1]) R 1110,39 Aba 1654,61 A
APR 1160,21 BCa 1724,23ABa
Nitrito A 1,92 A b 1,02 A b
Nitrite AP 0,41 A b *
([micro]g [L.sup.-1]) R 39,65 AB ab 99,94 A a
APR 76,88 B a 39,08 BC b
Nitrato A 540,20 A a 365,37 BC a
Nitrate AP 402,06 A b 419,00 A a
([micro]g [L.sup.-1]) R 237,40 A c 207,21 ABb
APR 311,77 A bc 237,29 ABb
Ortofosfato A 17,12 A b 13,01 A b
Orthophosphate AP 12,77 A b 7,45 A b
([micro]g [L.sup.-1]) R 505,45 CD a 750,30 BC a
APR 449,06 BC a 586,21 B a
Clorofila-a A 20,28 B a 7,26 B a
Chlorophyll-a AP 5,39 A a 7,44 A a
([micro]g [L.sup.-1) R 10,42 B a 13,39 B a
APR 15,25 AB a 14,32 AB a
Variáveis Limnológicas Tratamento Período (dias)
Limnological Parameters Treatments Period (days)
49 56
Temperatura da Água A 25,17 B a 25,30 B a
Water Temperature AP 25,00 CD a 25,23 C a
([degrees]C) R 24,90 CD a 25,23 BC a
APR 24,93 CD a 25,23 C a
Condutividade Elétrica A 20,00 A c 20,00 A c
Electrical Conductivity AP 20,00 A c 20,00 A c
([micro]S [cm.sup.-1]) R 34,67 BC b 30,33 CDb
APR 41,00 A a 40,67 A a
Oxigênio Dissolvido A 7,22 AB a 6,64 B a
Dissolved Oxygen AP 7,14 A a 6,09 A a
(mg [L.sup.-1]) R 2,99 DEFb 3,50 CD b
APR 2,68 D b 2,59 D b
pH A 6,20 C a 6,47 AB a
pH AP 6,17 C a 6,40 ABC a
R 6,23 C a 6,30 BC a
APR 6,27 C a 6,30 BC a
Amônia A 24,19 A b 47,22 A c
Ammonia AP 22,87 A b 119,49 A c
([micro]g [L.sup.-1]) R 945,68 ABa 1226,92Abb
APR 870,85 CBa 2364,91 A a
Nitrito A 0,37 A a 9,37 A b
Nitrite AP 1,21 A a 14,93 A b
([micro]g [L.sup.-1]) R 2,77 B a 13,84 B b
APR 26,29 BC a 150,27 A a
Nitrato A 409,82 B a 223,07 Dea
Nitrate AP 409,89 A a 177,15 Ba
([micro]g [L.sup.-1]) R 211,66 ABb 123,84 ABa
APR 239,92 ABb 154,02 Bca
Ortofosfato A 14,11 A a 6,76 A b
Orthophosphate AP 17,98 A a 14,34 A b
([micro]g [L.sup.-1]) R 337,36 CDb 293,93Cdab
APR 365,61 BCb 698,15 B a
Clorofila-a A 3,72 B a 9,49 B a
Chlorophyll-a AP 1,30 A a 1,30 A a
([micro]g [L.sup.-1) R 5,40 B a 3,16 B a
APR 1,49 B a 2,23 B a
Em cada linha (letra maiúscula) e em cada coluna (letra minúscula)
médias seguidas pela mesma letra não diferem entre si, pelo teste
de Tukey (0,05). * não detectado pelo método.
In each row (uppercase letters) and in each column (lowercase
letters), measures followed by the same letter do not differ among
themselves by the Tukey test (0.05). * not detected by method.
|
|
||||||||||||||||||

Printer friendly
Cite/link
Email
Feedback
Reader Opinion